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domingo, 25 de janeiro de 2015

teste qual a idade real do seu corpo?



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teste sua flexibilidade


 

Como envelhecem os músculos e ossos


Como envelhecem os músculos e ossos
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O que mantém a solidez do esqueleto, como já dito acima, é a interação entre dois tipos de célula, os osteoblastos e os osteoclastos. Os primeiros são responsáveis pela formação dos ossos e os últimos, por sua absorção. Até os 30 anos, a atividade dos osteoblastos é mais intensa, permitindo o crescimento. Depois dos 40 anos, o ritmo de trabalho dos osteoclastos se acelera, tornando os ossos mais frágeis. Estima-se que a partir dessa idade a perda de massa óssea seja de 0,1% ao ano, acentuando-se após os 50 anos. Ao chegar aos 60, você já terá perdido 4% de todo seu esqueleto.
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Para impedir perdas maiores, a regra número 1 é se abster dos preconceitos. Não ache que malhação é coisa de marombeiro ou que o sol antes das 10h é exclusividade dos cabeças brancas. Ambos são essenciais para manter os ossos fortes. Atividades físicas de impacto, como musculação e corrida ou uma caminhada acelerada favorecem a mineralização dos ossos. Já o sol ajuda na síntese da vitamina D, envolvida no mecanismo de fixação do cálcio no organismo. Além de exercícios, uma dieta rica em cálcio é fundamental para suprir as necessidades diárias do mineral.
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Aulas de alongamento também são úteis para prevenir os efeitos do tempo. Ao menos lhe ajudarão a manter a postura correta e disfarçar o decréscimo na altura. Um homem de 30 anos que meça 1,70m medirá 1,69m quando completar 60 anos. Aos 80, pode estar perto de 1,67. De fato, a partir dos 40, encolhe-se cerca de 0,4cm a cada década. Isso acontece devido à compressão das vértebras. O espaço entre elas é preenchido por cartilagem, que vai se tornando fibrosa ao longo dos anos, provocando o ressecamento e o endurecimento dos discos intervertebrais que dão flexibilidade à coluna. Como o desgaste do disco é maior na parte anterior, as vértebras se achatam e levam a coluna a se inclinar para a frente, daí aquela posição arqueada típica de pessoas idosas.
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O enrijecimento das vértebras é acompanhado da perda de musculatura. Com as pernas esticadas, tente tocar o chão com os dedos das mãos. Se a tarefa parece impossível, não culpe apenas a perda de elasticidade da coluna. A flacidez muscular, notada a partir dos 40 anos, dificulta movimentos simples como manter as pernas esticadas. Estima-se que a perda de massa muscular até os 70 anos seja de 10%, resultante de uma alteração hormonal que ocorre em todos os homens depois dos 30 anos, pois nessa idade, a produção do Hormônio de Crescimento (hGH), um dos responsáveis pela formação dos músculos, diminui e, assim, o organismo entende que empenhar sua energia nesse processo é menos importante na fase adulta e passa a se preparar para enfrentar o envelhecimento.
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A musculatura aos poucos vai sendo substituída por gordura, um mecanismo natural difícil de driblar. Após 35 anos, ganha-se 3kg a cada década. Além da baixa produção do hormônio do crescimento, contribui para o maior acúmulo de gordura a lentidão do metabolismo celular, levando a um gasto menor de calorias enquanto o corpo está em repouso. Quilos a mais significam não apenas roupas apertadas, mas também elevação do risco de doenças coronárias.

mandamentos do envelhecimento saudavel



envelhecimento o que acontece com seu corpo aos 30,40,50;60 anos



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A partir dos 35 anos, as rugas da área dos olhos já são notadas mesmo em relaxamento, assim como o sulco próximo ao nariz. Depois dos 40, a gordura da mão diminui e as veias aparecem. Paralelamente, os fios brancos se espalharam pela cabeça e o volume do cabelo tende a diminuir. Ao longo da vida, é normal que caiam entre 50 e 100 fios por dia, mas na menopausa, essa queda pode ser acentuada, e é normal o cabelo demorar mais a crescer.
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Pouco a pouco, as mudanças se acentuam. A gordura subcutânea passa a ser reabsorvida pelo organismo, o que deixa a pele menos elástica e brilhante. Com a menopausa, as mudanças tornam-se mais sensíveis. É comum a mulher perceber a pele mais seca e sentir necessidade de recorrer a doses extra de hidratantes. Outro cuidado importante, para não piorar o ressecamento, é evitar tomar banhos quentes e longos.
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O sol é, de longe, o grande vilão do envelhecimento cutâneo. Tanto que se chama de fotoenvelhecida uma pele castigada por ele. Quem faz tudo por uma pele bronzeada deve estar ciente de que, ao longo da vida, ela vai sendo carimbada pelos raios ultravioleta, que além de acentuar rugas também causam manchas. Uma mesma pessoa pode ter uma pele com duas idades, uma nas partes expostas ao sol e outra nas áreas que costumam ficar cobertas e a diferença pode chegar a dez anos.
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Se para atenuar rugas e manchas a dermatologia já desenvolveu um arsenal de cremes, peelings e lasers, que garantem efeitos mais ou menos satisfatórios, há problemas mais graves causados pelo sol - ou melhor, pela falta de proteção adequada. Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil tem 62 mil novos casos de câncer de pele por ano, sendo o tumor de maior incidência no país.
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O efeito do sol é cumulativo e apesar de manchas e até o câncer aparecerem quase sempre na maturidade, são resultado de todos os anos de exposição ao raios solares. A solução não podia ser mais simples: segundo estudos, quem se protege corretamente até os 18 anos de idade tem 85% menos chances de ter a doença. Como prevenir é sempre melhor que remediar, cabe à geração que aprendeu a usar preservativo em nome do sexo seguro transformar o trio filtro-boné-barraca em ítens indispensáveis na mochila, para tornar o bronzeado também seguro.
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O envelhecimento da pele e cabelos nos homens - O que acontece ao longo dos anos:
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30 anos - Cai a produção de elastina e colágeno – responsáveis pelo viço e tônus cutâneo. Em alguns homens começa-se a notar o aparecimento de entradas no couro cabeludo.
Sugestão Médica: Use sempre filtro solar.
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40 anos - Os pés-de-galinha ficam mais visíveis, as rugas se aprofundam. 55% dos homens na faixa dos 45 anos sofrem de algum grau de calvície.
Sugestão Médica: O uso da Finasterida pode amenizar o problema da calvície. Para estimular a produção de colágeno, recomenda-se o uso de cremes à base de Ácido Retinóico na pele.
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50 anos - As manchas, fruto da prolongada exposição ao sol, podem pipocar pelo corpo e rosto. O cabelo fica mais fino e a perda diária aumenta, se comparada à queda registrada aos 20 anos.
Sugestão Médica: Técnicas como a microabrasão ajudam a combater as manchas brancas. As mais escuras podem ser enfrentadas com o auxílio de peeling químico ou a laser, sempre sob a supervisão de um Médico.
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60 anos - É a idade crítica para o câncer de pele. A calvície se acentua e atinge cerca de 70% dos homens dessa idade. Os fios tendem a ficar brancos devido à perda da capacidade das células de produzir pigmentos.
Sugestão Médica: Ao surgir qualquer pinta de formato assimétrico, procure um Médico. Para a calvície em grau avançado, pode-se recorrer ao implante. As técnicas atuais resultam em uma aparência mais natural.



O tendão que liga o pênis ao púbis se afrouxa com o tempo, resultando na diminuição do ângulo de ereção. Abaixo, o ângulo correspondente a cada idade.
 
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sábado, 3 de janeiro de 2015

Como saber se uma pessoa próxima está usando crack


O usuário de crack apresenta mudanças evidentes de hábitos, comportamentos e aparência física. Um dos sintomas físicos mais comuns que ajudam a identificar o uso da droga é a redução drástica do apetite, que leva à perda de peso rápida e acentuada – em um mês de uso contínuo, o usuário pode emagrecer até 10 quilos. Fraqueza, desnutrição e aparência de cansaço físico também são sintomas relacionados à perda de apetite.




É comum ainda que o usuário tenha insônia enquanto está sob o efeito do crack, assim como sonolência nos períodos sem a droga. “Os períodos utilizando a droga prolongam-se e os usuários começam a ficar períodos maiores fora de casa, gastando, em média, três dias e noites inteiros destinados ao consumo do crack. Neste contexto, atividades como alimentação, higiene pessoal e sono são completamente abandonadas, comprometendo gravemente o estado físico do usuário”, afirma o psiquiatra Felix Kessler.
Sinais físicos como queimaduras e bolhas no rosto, lábios, dedos e mãos podem ser sinais do uso da droga, em função da alta temperatura que a queima da pedra requer. “Também se notam em alguns casos sintomas como flatulência, diarréia, vômitos, olhos vermelhos, pupilas dilatadas, além de contrações musculares involuntárias e problemas na gengiva e nos dentes”, aponta Fátima Sudbrack, coordenadora do Programa de Estudos e Atenção às Dependências Químicas (Prodequi) da Universidade de Brasília (UnB).
Comportamento Falta de atenção e concentração são sintomas comuns, que levam o usuário de crack a deixar de cumprir atividades rotineiras, como freqüentar trabalho e escola ou conviver com a família e amigos. “O dependente apresenta algumas atitudes características, como mentir e ter dificuldades de estabelecer e manter relações afetivas. Muitas vezes apresenta comportamentos atípicos e repetitivos, como abrir e fechar portas e janelas ou apagar e acender luzes”, afirma Laura Fracasso, psicóloga da Instituição Padre Haroldo.
O usuário de crack também pode experimentar alucinações, sensações de perseguição (paranóia) e episódios de ansiedade que podem culminar em ataques de pânico, por exemplo. Isolamento e conflitos familiares são comuns. O dependente pode, ainda, passar a furtar objetos de valor de sua própria casa ou trabalho para comprar e consumir a droga. “O humor pode ficar desequilibrado em função do uso ou falta da droga. O usuário alterna entre estados de apatia e agitação”, diz Fátima Sudbrack.

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