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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Pílula do câncer (Fosfoetanolamina Sintética) DOCUMENTARIO









 

Segundo a legislação, para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária reconheça uma droga como um medicamento legal, permitindo assim sua fabricação e comercialização, é preciso que o produto, através de comprovação científica e de análise, “seja reconhecido como seguro e eficaz para o uso a que se propõe, e possua a identidade, atividade, qualidade, pureza e inocuidade necessárias”.
Tratando-se de um medicamento novo, é exigido que sejam oferecidas “amplas informações sobre a sua composição e o seu uso, para avaliação de sua natureza e determinação do grau de segurança e eficácia necessários”. Essa aprovação só pode ser alcançada após a realização de testes em seres humanos, que servirão como base para a comprovação de que os benefícios do medicamento superam seus eventuais riscos.
A complexidade de formas, variações, reações e transformações através das quais uma doença como o câncer se manifesta torna improvável a ideia uma cura definitiva para essa doença. Ainda assim, a fosfoetanolamina, composto químico sintetizada por um brasileiro, que supostamente possui função antitumoral, apresentando resultados relevantes no combate ao câncer, tem colocado a comunidade médica e os pacientes em natural polvorosa.
Um tratamento menos invasivo e debilitador, levando quem sabe à cura dessa doença, pode estar na esquina da história, aguardando somente o cumprimento desses testes e burocracias para poder ser enfim colocado no mercado e na corrente sanguínea dos que mais precisam.
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Foto © Cecília Bastos
A fosfoetanolamina é um composto orgânico, presente no organismo de diversos mamíferos, que ajuda a formar as membranas celulares e possui ainda função sinalizadora, informando ao organismo processos e situações atravessadas pelas células.
No final da década de 1980, uma versão artificial desse composto foi sintetizada pelo químico Gilberto Orivaldo Chierice, então professor do Instituto de Química de São Carlos (IQSC), hoje aposentado. Por sua alegada eficiência em combater, reduzir e até curar tumores, naturalmente que a procura pela droga por pacientes foi desde então intensa.
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O químico Gilberto Chierice. Foto © Rogério Cassimiro/ Revista Época
Por mais de 20 anos, o químico distribuiu gratuitamente e por iniciativa própria a fosfoetanolamina para diversos pacientes que, em sua maioria, relataram melhoras significativas e até a cura da doença. Uma portaria da USP, universidade a qual o IQSC é ligado, no entanto, proibiu em 2014 a distribuição do medicamento, justamente pela falta de testes, pesquisas, registro e autorização da Anvisa.
A universidade afirmou não possuir meios para a realização dos testes nem para a produção em larga escala. Desde então, diversas liminares foram concedidas pela justiça para permitir a pacientes o acesso ao medicamento. Contudo, a fosfoetanolamina não possui registro na Anvisa e, por isso, ainda não pode ser comercializada no Brasil.
PatrickRodrigues
Fórmula. Arte © Patrick Rodrigues
Trata-se de um dilema labiríntico e angustiante para os que têm pressa de cura. Para conseguir o registro e, assim, sua autorização, o medicamento precisa ter sido testado tanto em não humanos quanto em humanos, e cumprir uma série de exigências e procedimentos documentais. É claro que tais processos possuem fundos sanitários e de segurança importantíssimos, mas sua realização pode ser demorada e caríssima. Sem tais testes, no entanto, é impossível afirmar com segurança que um medicamento seria realmente eficiente, e que não seria uma ameaça para pacientes em estado terminal, por exemplo.
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Fonte: Revista Época. Arte © Vitor Paiva
Segundo entrevista do próprio Chierice a EPTV, filiada da Rede Globo, a substância não teria ainda chegado ao mercado por má vontade das autoridades. O químico afirma que procurou por diversas vezes a Anvisa, que alegou que faltavam dados clínicos em sua pesquisa, já publicada em diversas das principais revistas científicas do mundo.
A ausência de dados clínicos, segundo ele, não impediu que outros medicamento fossem aprovados no Brasil. “Essa é a alegação de todo mundo, mas está cheio de remédios nesse país que não tem dados clínicos”, afirma o cientista. A agência nega qualquer contato por parte de Chierice.
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Gilberto Chierice. Foto: reprodução EPTV
Uma das consequências apontadas por Chierice dessa demora será o interesse de outros países pelo desenvolvimento do remédio. “Nós poderemos ter que comprar esse medicamento a custo de mercado internacional”, diz Chierice. “Mas, se não for possível aqui, a melhor coisa é outro país fazer, porque beneficiar pessoas não é por bandeira”, afirma, para em seguida categoricamente enunciar que a fosfoetanolamina é sim uma possível cura para o câncer.
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Fonte/Arte © Jornal de Santa Catarina
É inevitável cogitar sobre interesse escusos de grandes laboratórios em impedir o surgimento de um medicamento que torne obsoletos os caríssimos tratamentos contra o câncer já aprovados e utilizados não só no Brasil, como em todo mundo, ameaçando as gigantescas cifras da chamada “indústria do desespero”. Mexer com tais valores, especialmente em um mercado tão urgente e, ao mesmo tempo, de fiscalização tão técnica e especializada (deixando qualquer aval, proibição, ou até mesmo entendimento real nas mãos das agências e especialistas), é necessariamente adentrar um processo caudaloso.
Negar o poder de fogo do lobby da indústria farmacêutica seria ingenuidade leviana em questão tão sensível para a população – o que pode natural e intuitivamente nos levar a questionar inclusive os métodos da Agência para a aprovação de um novo medicamento.
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Em cima: o Instituto de Química de São Carlos (IQSC); Embaixo: Fila de interessados no remédio. Divulgação.
Segundo o testemunho de uma pessoa que preferiu não se identificar (parente de uma paciente de câncer, que chegou a utilizar o medicamento, também apresentando melhoras significativas), o acesso à fosfoetanolamina hoje enfrenta problemas similares a qualquer produto vendido pelo mercado negro. “O custo é alto e sem controle, e os riscos envolvem não só a ameaça pela qualidade do produto, como pela ilegalidade e o perigo do roubo e da violência, visto que o interesse pelo remédio por parte da população é imenso”. A incidência de roubos seria proporcional ao interesse e ao alto custo da medicação.
Na internet são diversos os relatos de pessoas que, mesmo com liminares para o recebimento do medicamento, tiveram dificuldades em retirar o produto nos correios ou mesmo em encontrar a encomenda.
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Manifestações na internet e nas ruas pela liberação da Fosfo. Divulgação.
Em nota técnica emitida em 2015, a Anvisa esclarece que não há qualquer registro concedido ou pedido de registro sequer para medicamentos com o princípio ativo fosfoetanolamina, nem mesmo para fins de pesquisa envolvendo seres humanos. Assim, a agência não poderia reconhecer, “por absoluta falta de dados científicos”, segundo a nota, a eficácia da fosfoetanolamina para o tratamento do câncer, e por isso não recomenda o uso ou muito menos a substituição de tratamentos já prescritos e estudados por um medicamento ainda não avaliado.
São diversas as academias de medicina, profissionais e entidades especializadas que se posicionam de forma semelhante, não recomendando o uso de uma substância sem que ela tenha sido devidamente testada e aprovada pela Anvisa.
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Protestos via youtube pela liberação do remédio. Reprodução YouTube.
Alguns relatos sobre o efeito da droga, no entanto, podem ser lidos até mesmo pelo Facebook. Uma usuária, moradora da Alemanha, conta através de um post que recebeu a doação da USP e, “para total espanto dos médicos, o tumor regrediu 3 cm e eu senti melhor do que nunca”.
Segundo a postagem, seu ânimo e apetite melhoraram sensivelmente, e seu médico alemão teria recomendado que ela continuasse o tratamento. Ela, entretanto, afirma que não pôde mais receber o medicamento e, com isso, o tumor teria voltado a crescer. “Minha única chance atualmente é a Fosfo”, ela escreve. “Minha vida está nas mãos de quem pode ou não liberar as liminares e aumentar a produção”.
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Posts retirados do Facebook sobre o uso do medicamento.
Diante do impasse, os governos dos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul informaram que realizarão os testes que faltam para a conclusão da pesquisa.
Enquanto isso, alguns deputados mineiros estão se mobilizando para transformar Belo Horizonte no primeiro polo produtor do medicamento. A movimentação pela agilização do processo vem também do próprio Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, que liberou R$ 10 milhões para que pesquisas possam ser concluídas em um período de dois anos, a fim de determinar a eficácia e a segurança do uso da substância. A empreitada mineira será uma parceria entre a USP e a Fundação Ezequiel Dias, a Funed, que, se tudo der certo, segundo a própria fundação em reportagem para O Globo, começará a produção do medicamento em março, com distribuição para todos os estados do Brasil.
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O medicamento. Reprodução EPTV.
Em São Paulo, os testes serão realizados em cinco hospitais da rede estadual, com participação de até 1000 pacientes. Segundo David Uip, secretario estadual de saúde do estado, em paralelo à elaboração dos padrões para a realização dessas pesquisas, será enviada uma solicitação à USP e a Gilberto Chierice, pois a fosfoetanolamina é uma droga patenteada por Chierice. Os critérios para a seleção de pacientes envolvidos na pesquisa ainda não foram divulgados, mas a ideia é contemplar diversos tipos da doença, para justamente medir a atuação do medicamento sobre as variações de atuação do câncer no corpo humano.
O fato é que, para além de nossas esperanças e nossos desejos, até que se realizem tais testes, a fosfoetanolamina é somente uma promessa aparentemente boa mas ainda muito arriscada e perigosa. Se essa é uma falsa promessa ou se o medicamento se tornará de fato um marco ou até mesmo o ponto de chegada na busca pela cura do câncer, isso só os resultados desses testes poderão responder. Mas é fundamental que os motivos, os processos e as decisões ao redor da avaliação do medicamento sejam objetivos e transparentes.
Da mesma forma, é de suma importância que as razões de ser de qualquer que seja cada decisão tomada pela Anvisa e pelos laboratórios e instâncias governamentais envolvidas daqui pra frente se deem não em nome do dinheiro ou do poder, mas sim, das conquistas científicas e do bem estar da população como um todo – independentemente da aprovação ou não do medicamento.
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Fosfoetanolamina. Divulgação USP.
Veja abaixo a reportagem do Domingo Espetacular, da Rede Record, sobre o medicamento, e outros vídeos sobre o tema:
Fosfoetanolamina: a droga brasileira que promete curar o câncer

 

 

 

 

 

 

 

 

 

depoimentos de pessoas que foram curadas com a fosfoetanolamina





Relato de caso número 1

Relato de caso número 2

Relato de caso número 3

Relato de caso número 4

Relato de caso número 5

Relato de caso número 6

Relato de caso número 7

Relato de caso número 8

Relato de caso número 9

Relato de caso número 10

Relato de caso número 11

Relato de caso número 12

Relato de caso número 13

Relato de caso número 14

Relato de caso número 15

Relato de caso número 16

Relato de caso número 17

Relato de caso número 18

Relato de caso número 19

Relato de caso número 20

Relato de caso número 21

Relato de caso número 22



Relato de caso número 23
Relato de caso número 24

Relato de caso número 25

Relato de caso número 26

Relato de caso número 27

Relato de caso número 28

Relato de caso número 29


Relato de caso número 30


ara ler a nota de esclarecimento do ISQC, clique aqui. Para ler o portal da Anvisa sobre a Fosfoetanolamina, clique aqui.
O Hypeness já falou em reportagem recente sobre outros avanços no combate ao câncer. Relembre aqui.

Os Herdeiros da Pílula do Câncer

Campanha para Doação de Leite Humano "Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa"

Com o slogan "Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa", a campanha aborda a necessidade do leite humano ao desenvolvimento dos bebês, como única fonte de alimento até os seis meses de idade
Com o objetivo de conscientizar a sociedade para a importância da doação de leite humano e incentivar a prática entre mães que amamentam, o Ministério da Saúde, em parceria com a Rede Global de Bancos de Leite Humano, lançou, nesta terça-feira (16), a Campanha Doe Leite Materno. A amamentação é o principal fator de redução da mortalidade na infância e, por isso, a campanha prevê o aumento do número de novas doadoras voluntárias, bem como do volume de leite humano coletado e distribuído aos recém-nascidos prematuros e de baixo peso, internados no Brasil.

Durante o lançamento, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, destacou que o Brasil é referência mundial em doação de leite. “Este reconhecimento é mais uma conquista do SUS. O Ministério da Saúde continuará dando todo o apoio necessário para estimular cada vez mais a amamentação e a doação de leite entre as mães brasileiras, práticas que contribuíram para a redução da mortalidade infantil em todo o mundo. Espero que no próximo ano possamos comemorar um avanço no número de doações e bebês beneficiados. Doar leite humano é salvar vidas”, afirmou o ministro.
No evento, estiveram presentes, além do ministro da Saúde, Ricardo Barros, a atriz e embaixadora da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, Maria Paula, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, entre outras autoridades. Os ministros de Cabo Verde e Equador, países para quem o Brasil exporta técnicas de baixo custo para implantar bancos de leite, participaram dos seus países, por meio de conferência.
O governador Rodrigo Rollemberg destacou os resultados já alcançados no DF. “Tenho orgulho em dizer que o Distrito Federal é referência nacional em doações de leite materno. Conseguimos este resultado com o esforço de todos os profissionais, principalmente do Corpo de Bombeiros, que participa inteiramente do processo de coleta. Hoje, o DF possui 13 bancos de leite com o padrão ouro. Continuaremos com todo o empenho necessário para manter e ampliar este resultado”, destacou o governador.
A embaixadora Maria Paula reforçou a importância das mães doarem o leite materno. “A maternidade foi um divisor na minha vida. De artista, me transformei em ativista deste projeto tão maravilhoso que salva vidas. Doar leite materno possibilita que os bebês prematuros tenham sua vida preservada. Se todas as mães doarem um pouquinho do seu leite, a gente consegue mudar o mundo em apenas uma geração”, ressaltou Maria Paula.
Os Bancos de Leite Humano (BLH) são casas de apoio à amamentação que surgiram como uma estratégia de qualificação da assistência neonatal em termos de segurança alimentar e nutricional, com foco em ações que ajudam a reduzir a mortalidade infantil em instituições hospitalares. O trabalho é voltado a crianças que demandam cuidados especiais em unidades de terapia semi-intensiva e intensiva, ou seja, bebês que nasceram prematuros, com baixo peso. São crianças que, pelas mais variadas razões, precisam de uma atenção especializada.
A estratégia de Bancos de Leites Humano (BLHs) do Brasil, desenvolvida há 32 anos pelo Ministério da Saúde, já beneficiou, entre os anos de 2009 e 2016, mais de 1,8 milhão de recém-nascidos. Contou com o apoio de mais de 1,3 milhão de mulheres doadoras, com aproximadamente, 1,4 milhão de litros de leite coletados. Em 2016, os BLHs do país, registraram mais de 300 atendimentos em grupos, 1,7 milhão de atendimentos individuais e aproximadamente, mais de 270 mil atendimentos domiciliares.
Neste mesmo período, em todo o mundo, mais de17,8 milhões de mulheres foram assistidas por BLH. Foram mais de 1,5 milhão de litros de leite doados por 1,8 milhão de mulheres doadoras e mais de 1,5 recém-nascidos beneficiados.
Para Gisele Bortolini, mãe da pequena Helena, o trabalho do Banco de Leite foi fundamental para o desenvolvimento da sua filha, que nasceu prematura, com 30 semanas. “A doação de leite humano realmente salva vidas. Tive uma gravidez complicada com diagnóstico de pré-eclampsia. Minha filha passou quatro meses no hospital e o banco de leite foi fundamental para o desenvolvimento dela. A amamentação é um momento muito importante para o bebê e um período de solidariedade entre as mães”, reforçou Gisele.
MAIOR REDE - O Brasil possui a maior e mais complexa rede de banco de leite do mundo. Hoje, existem no país 221 BLH, em todos os estados e Distrito Federal, e 186 Postos de Coleta, além da coleta domiciliar. O modelo brasileiro de bancos de leite humano é focado na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, exclusivo, até os seis meses e continuidade da amamentação por dois anos ou mais. Além de coletar e distribuir leite humano de qualidade a bebês prematuros e de baixo peso, contribuindo para a diminuição da mortalidade infantil.
Todo leite coletado nos bancos passa por um rigoroso controle de qualidade, antes de ser distribuído, e é fornecido de acordo com as necessidades de cada criança. No Brasil, nascem aproximadamente 3 milhões de bebês por ano, sendo que 332 mil são prematuros ou vêm ao mundo com baixo peso (menor de 2,5kg). Muitas dessas crianças precisam permanecer internadas assim que nascem até terem condições de ir para a casa. Esses bebês têm melhores chances de sobrevivência e recuperação, se a alimentação com leite humano for ofertada.
Apesar das mobilizações já realizadas, o número de doações de leite humano ainda é baixo em relação à demanda. Hoje, a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano consegue suprir aproximadamente 60% da demanda para os recém-nascidos prematuros e de baixo peso internados nas UTI Neonatais do Brasil. Isso significa que cerca de 40% dos bebês internados que precisam não podem contar com o leite humano na sua alimentação. Por isso o Ministério da Saúde, em parceria com a rBLH, realiza todos os anos uma campanha, para estimular que amamentam a adotar a prática.
A doação de leite humano, além proporcionar o alimento mais completo que existe para bebês internados, também representa uma economia de R$ 180 milhões para o país com a diminuição da necessidade de compra de fórmulas artificiais para recém-nascidos prematuros nas maternidades do SUS.
A amamentação é a forma de proteção mais econômica e eficaz para redução da mortalidade infantil, pois permite grande impacto na saúde da criança, diminuindo a ocorrência de diarreias e infecções, principais causas de morte de recém-nascidos, ao mesmo tempo em que traz inúmeros benefícios à saúde da mulher, como a redução das chances de desenvolver câncer de mama e de útero. Estima-se que o aleitamento materno seja capaz de diminuir em até 13% a morte de crianças menores de 5 anos em todo o mundo por causas preveníveis. Nenhuma outra estratégia isolada alcança o impacto que a amamentação tem na redução das mortes de crianças nessa faixa etária.
COOPERAÇÃO INTERNACIONAL - O Brasil transfere os princípios utilizados na implantação do BLH, capaz de alinhar baixo custo com alta tecnologia, a 24 países ao redor do mundo: Angola, Argentina, Bolívia, Belize, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Moçambique, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.
São acordos firmados de cooperação técnica para a implantação do banco de leite humano no país. Em todos os casos, são realizadas visitas exploratórias de técnicos de ambos os países para receber orientação e capacitação em banco de leite humano.
A cooperação internacional começou nos anos 80, quando os bancos de leite humano passaram a constituir uma Política de Saúde Pública no Brasil – país que lidera o movimento internacional em prol da amamentação e da doação de leite humano, por meio da Agência de Brasileira de Cooperação (ABC) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Desde então, os resultados positivos para o aprimoramento da atenção à gestante e a recém-nascidos internados em unidades neonatais – e a redução da mortalidade infantil no país – chamaram atenção da comunidade internacional para a estratégia nutricional praticada pelo Brasil.
Em 2001, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a rBLH-BR como uma das ações que mais contribuíram para redução da mortalidade infantil no mundo, na década de 1990. De 1990 a 2012, a taxa de mortalidade infantil no Brasil reduziu 70,5%.
SERVIÇO - Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite humano, basta estar saudável e não tomar nenhum medicamento que interfira na amamentação. Por isso, quem estiver amamentado e quiser doar, basta procurar o banco de leite humano mais próximo ou ligar para o Disque Saúde, no número 136.
Não existe quantidade mínima para fazer a doação. Qualquer quantidade é importante. Um pote de 300 ml de leite humano, por exemplo, pode alimentar até 10 recém-nascidos internados. Por isso, a mulher não precisa se preocupar em encher o pote para fazer a doação. Todo leite doado é analisado, pasteurizado e submetido a rigoroso controle de qualidade pelos Bancos de Leite Humano antes de ser ofertado a uma criança.
Antes da coleta, é aconselhável que a doadora faça uma higiene pessoal, cobrindo os cabelos com lenço ou touca, usando pano ou máscara sobre o nariz e a boca, lavando bem as mãos e os braços, até o cotovelo, com bastante água e sabão. As mamas devem ser lavadas apenas com água e, em seguida, secadas com toalha limpa. O leite deve ser coletado em local limpo e tranquilo. O leite humano extraído para doação pode ficar no freezer ou no congelador da geladeira por até 10 dias. Nesse período, deverá ser transportado ao banco de leite humano mais próximo da sua casa.

Por Nicole Beraldo, da Agência Saúde
Atendimento à Imprensa
(61) 3315-3880/3580

terça-feira, 16 de maio de 2017

Tratamento para engravidar gratuito Fertilização In Vitro


As técnicas de reprodução estão cada vez mais seguras e as clínicas e hospitais oferecem diversas opções de tratamentos para o sonho da maternidade

Resultado de imagem para Tratamento para engravidar gratuito
Procurando um tratamento para engravidar gratuito? Conheça os principais órgão públicos que disponibilizam tratamentos gratuitos para fertilização.
Síndrome do ovário policístico, miomas (tumores benignos), endometriose (quando o tecido interno do útero – o endométrio – se desenvolve fora do seu local) e problemas hormonais são algumas das doenças mais comuns que podem trazer infertilidade para as mulheres. Já para os homens, a baixa produção de espermatozoides, varizes testiculares (Varicocele), medicamentos utilizados em tratamentos de câncer (como quimioterapia) e ainda o uso de anabolizantes podem comprometer a fertilidade masculina.
Para muitos desses problemas, basta o uso de medicamentos, como é o caso do ovário policístico: a maioria dos tratamentos são à base do uso de pílula anticoncepcional – buscando evitar a formação de novos cistos e permitindo uma gravidez naturalmente. Já para outros diagnósticos, em grande parte dos casos, a melhor indicação é a FIV (Fertilização In Vitro).

Tratamento para engravidar gratuito

Fertilização In Vitro
Para o processo de fertilização in vitro é necessário retirar os óvulos da mulher, fertilizá-los dentro de um laboratório (FIV), junto com o sêmen do seu companheiro e depois, inserir os embriões gerados para o útero da mulher – procedimento que ocorre entre dois e seis dias depois da fertilização.

Com o avanço da ciência, as técnicas de reprodução estão cada vez mais seguras e as clínicas e hospitais costumam contar com equipes multidisciplinares – que oferecem diversas opções de tratamentos para a concretização deste sonho da maternidade/paternidade.

Embora existam muitas técnicas diferentes para a reprodução assistida, o mais indicado é que o casal opte pelos métodos que apresentem os melhores resultados. Se possível, os mais simples, de baixo custo e com facilidade para várias tentativas de reprodução.


Tratamentos gratuitos para fertilização
Foto: Livescience
 Para os casais que não podem cobrir as despesas dos tratamentos para fertilização, desde 2012, o Ministério da Saúde custeia o tratamento pelo SUS (Sistema Único de Saúde), por meio da portaria 3.149. Mas, dependendo do Estado, a maioria dos hospitais e clínicas credenciadas pelo governo federal para este tratamento tem fila de espera. Além disso, existem algumas regras que precisam ser cumpridas, como idade mínima, renda familiar, histórico de doenças crônicas, realização de cursos e outros critérios médicos que determinam a prioridade no tratamento.
Pensando nisso, alguns grupos particulares, ONGs (Organizações Não Governamentais) e outros projetos sociais buscam reduzir essa fila de espera criando programas de reprodução assistida, parcial ou totalmente gratuitos (alguns cobram os medicamentos). Entre eles, citamos dois dos mais renomados no País: a Associação Instituto Sapientiae  e o Projeto Beta.
Principais órgãos públicos que realizam tratamento para fertilização:

Depressão e Bipolaridade: tratamento gratuito


Depressão e Bipolaridade: tratamento gratuito

jessica chastain chora
A depressão e bipolaridade tem tratamento gratuito no Brasil.
Depois que a Medicina Integrativa foi regulamentada pelo governo brasileiro em 2006,, há vários profissionais da saúde incríveis que atuam no SUS e em Associações usando as Práticas Integrativas no seu atendimento, inclusive de depressão e bipolaridade.
Mas como você faz pra encontrar esse povo? Pesquisando, ué!
Abaixo indico alguns links, mas antes, DEVORE o curto episódio do Ana TV – Saúde da Mente, logo abaixo.
Veja, reveja, faça um resumo em voz baixa mesmo, até você saber de cor e salteado o que é a abordagem da Medicina Integrativa.

E por quê? Trabalhar na sua autoeducação é crucial, porque assim você terá embasamento pra avaliar se um terapeuta, um médico ou um psicólogo é bem qualificado.

Depressão e Bipolaridade: Tratamento Gratuito 

1) Portal Saúde (disque 136 pra falar com a ouvidoria geral do SUS, onde você pode e deve pedir informações.)
2) CAPS – Centro de Atenção Psicossocial (no Brasil todo)
3) Clínica Escola – em faculdades e universidades que oferecem cursos na área de saúde.
4) Pesquise na prefeitura, porque a prefeitura não é só o escritório do prefeito, tá! Lá você se informa sobre o que rola na sua cidade.

pesquise no google
PASSA ESTE POST PRA FRENTE que alguem que você conhece está precisando dele!


MISSAO TRANSPLANTE doação transplante de órgãos e tecidos no Brasil


 
Header - Segundo Vídeo
 
 
 
 
 
 
 
Órgãos vinculados à divulgação e à gestão da estrutura responsável por viabilizar os transplantes de órgãos e tecidos no País
Na campanha deste ano, estão envolvidos os seguintes órgãos federais:
 Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
 Ministério da Saúde
 Ministério da Defesa
 Força Aérea Brasileira
 
 
 
 
 
Websérie Missão Transplante mostra como funciona a engrenagem que move a doação e o transplante de órgãos e tecidos no Brasil; 95% dos transplantes no País são financiados pelo Sistema Único de Saúde
No primeiro semestre de 2016, foram realizados 12.091 transplantes no Brasil. No mesmo período, o País bateu recorde, com 1.438 doadores, 7,4% a mais que no mesmo período em 2015. Atualmente, 95% dos transplantes de órgãos são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Para otimizar os bons resultados, em junho deste ano o presidente Michel Temer determinou, por meio do Decreto nº 8.783, que a Força Aérea Brasileira (FAB) mantenha, permanentemente, um avião no solo pronto para responder a qualquer momento uma solicitação de transporte de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para transplante. 
Menos de quatro meses após a sanção do decreto, a atuação da FAB já viabilizou o transporte de 72 órgãos até agora, sendo 30 corações, 28 fígados, 3 pulmões, 5 pâncreas e 6 rins. Foram 67 missões, e a região centro-sul do País recebeu cerca de 70% desses voos.
Para entender mais sobre como é a participação de todos os órgãos envolvidos nas operações de retirada e transplante de órgãos e tecidos no País, convidamos você a acompanhar a websérie Missão Transplante.
Organizada em capítulos em vídeos, explicamos como foi a experiência do transplante de quem recebeu um órgão doado, a atuação da FAB após a definição do decreto presidencial, o papel das companhias aéreas no transporte de órgãos, a abordagem feita por equipe especializada em doação junto à família que acabou de ter um parente constatado com morte encefálica, mostrar a relevância do Sistema Nacional de Transplantes, entre outras informações sobre a ação que tem salvado vidas pelo País.

SUS oferece tratamento gratuito para diabéticos

  14 de novembro é lembrado o Dia Mundial do Diabetes, doença crônica que atinge entre 9 e 10 milhões de brasileiros com mais de 18 anos

tratamento gratuito para as pessoas que querem parar de fumar


tratamento gratuito para as pessoas que querem parar de fumar 

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SUS oferece tratamento para quem deseja parar de fumar

 como é o tratamento. "No primeiro trimestre do tratamento o tabagista faz uso de medicamento, que são fornecidos gratuitamente pelo SUS, para auxiliar na ansiedade. Ele faz uso de nicotina através de adesivos no braço para diminuir essa necessidade enorme que ele tem de pegar o cigarro. E durante as reuniões ele vai recebendo toda a orientação de como ficar sem o cigarro o que ele deve fazer para substituir o cigarro. Ele já sai depois de um ano como ex-fumante. Um ano já é suficiente para o indivíduo conseguir viver sem o cigarro."

A coordenadora do programa estadual de controle do tabagismo, de Minas Gerais, Thereza Senra, explica ainda que a vontade de parar de fumar é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. "O primeiro passo que eu considero mais importante de todos é querer parar de fumar, porque não adianta querer fazer um tratamento se não tiver uma vontade. Às vezes as pessoas falam 'nossa, não parou de fumar porque não quer, porque é fraco e não tem força de vontade'. Não. É porque às vezes não dá conta mesmo. Então, a partir do momento que a possa quer parar de fumar, ela precisa de ajuda. O tabagista quando ele está com vontade de parar de fumar ele pode procurar uma unidade básica de saúde e falar que ele quer para de fumar."

Pare de Fumar - Inca

Tratamento do Tabagismo ... Muitos são os fatores que podem levar a pessoa a experimentar drogas, já que é histórica a ... Portanto, se você quer parar de fumar comece escolhendo uma data para ser o seu primeiro dia sem cigarro.

 
Para ter acesso ao tratamento, basta procurar uma Unidade Básica de Saúde, levar a identidade e se inscrever no programa de combate ao tabagismo do SUS. O Brasil recebeu reconhecimento internacional no controle do tabagismo. O prêmio foi entregue nesta semana durante a 16ª Conferência Mundial Sobre Tabaco ou Saúde em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos. Para saber mais sobre o tratamento gratuito para combater o vício do cigarro, acesse www.inca.gov.br/tabagismo
Fonte: Diane Lourenço/ Blog da Saúde
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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Saiba Como Comer Carboidratos Sem Absorver - Dr. Lair Ribeiro



Posologia de Glucobay



O médico deve ajustar a dose ao
paciente, uma vez que a eficácia e a tolerabilidade do produto variam de
indivíduo para indivíduo.

- Terapia adicional em associação com dieta alimentar em pacientes com diabetes melito

Salvo prescrição médica contrária, recomendam-se as seguintes doses:

- Dose:

inicial: 3 x 1 comprimido de 50 mg acarbose/dia

até : 3 x 2 comprimidos de 50 mg acarbose/dia ou 3 x 1 comprimido de 100 mg acarbose/dia

Ocasionalmente poderá ser necessário aumentar a dose para 3 x 200 mg de acarbose/dia.

A dose poderá ser aumentada após 4 a 8 semanas de tratamento e se o
paciente não apresentar resposta clínica adequada. Se ocorrerem reações
desagradáveis a despeito da obediência rigorosa à dieta, a dose não
deverá ser aumentada e, se necessário, deverá ser reduzida. A dose média
é de 300 mg de acarbose/dia (correspondendo a 3 x 2 comprimidos de Glucobay® 50 mg/dia, ou 3 x 1 comprimido de Glucobay® 100 mg/dia).



- Posologia e método de administração para a prevenção de diabetes tipo 2
em pacientes com intolerância à glicose A dose recomendada é a
seguinte:

- Dose

inicial: 1 x 1 comprimido de 50 mg acarbose/dia

aumento p/ 3 x 2 comprimidos de 50 mg acarbose/dia ou 3 x 1 comprimido de 100 mg acarbose/dia

A dose recomendada é 3 x 100 mg de acarbose/dia. O tratamento deve ser
iniciado com a dose de 50 mg de acarbose/dia e aumentada
progressivamente até 3 x 100 mg acarbose/dia dentro de 3 meses.

- Idosos (acima de 65 anos) - Não se recomendam alterações de dose ou de
frequência de administração em razão da idade dos pacientes.

- Crianças - Vide “Advertências e Precauções”

- Insuficiência hepática - Não há necessidade de ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática preexistente.

- Insuficiência renal - Vide Contra-Indicações.



segunda-feira, 8 de maio de 2017

GRIPE H1N1 listao de doenças crônicas que dão direito à vacina grátis


GRIPE H1N1 – Lista de doenças crônicas que dão direito à vacina grátis 

 

 

Portadores de doenças crônicas como asma e insuficiência cardíaca, pessoas transplantadas e obesos no grau III também têm direito à vacina contra gripe grátis durante a campanha do Ministério da Saúde que começou no último dia 17. São indicações específicas. É bom saber e compartilhar via WhatsApp _informação é poder! O governo espera vacinar 9,4 milhões de pessoas que se encontram nestas condições em 2017.
Você poderá clicar nos quadrados coloridos (abaixo da foto) com os nomes das doenças crônicas para espalhar fácil fácil no Messenger, Telegram, Facebook, Twitter e outras redes sociais. Tranquilo, dados oficiais do Ministério da Saúde.

 GRIPE H1N1 – Vacinação gratuita começa dia 17 em todo o país
As doenças crônicas que estão incluídas no chamado grupo prioritário da campanha 2017 e suas indicações são iguais as determinadas pelo governo no ano passado. Confira aqui (são as mesmas informações das 10 imagens coloridas que estão acima):

Doença respiratória crônica:

  • Asma em uso de corticoide inalatório ou sistêmico (Moderada ou Grave);
  • DPOC;
  • Bronquiectasia;
  • Fibrose cística;
  • Doenças Intersticiais do pulmão;
  • Displasia broncopulmonar;
  • Hipertensão arterial Pulmonar;
  • Crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade.

Doença cardíaca crônica:

  • Doença cardíaca congênita;
  • Hipertensão arterial sistêmica com comorbidade;
  • Doença cardíaca isquêmica;
  • Insuficiência cardíaca.

Doença renal crônica:

  • Doença renal nos estágios 3, 4 e 5;
  • Síndrome nefrótica;
  • Paciente em diálise.

Doença hepática crônica:

  • Atresia biliar;
  • Hepatites crônicas;
  • Cirrose.

Doença neurológica crônica:

  • Condições em que a função respiratória pode estar comprometida pela doença neurológica;
  • Considerar as necessidades clínicas individuais dos pacientes incluindo: AVC, indivíduos com paralisia cerebral, esclerose múltipla, e condições similares;
  • Doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular;
  • Deficiência neurológica grave.
Agenda da campanha de vacinação do contra gripe do Ministério da Saúde em São Paulo

Diabetes:

  • Diabetes Mellitus tipo I e tipo II em uso de medicamentos.

Imunossupressão:

  • Imunodeficiência congênita ou adquirida;
  • Imunossupressão por doenças ou medicamentos.

 Obesos:

  • Obesidade grau III.

Transplantados:

  • Órgãos sólidos;
  • Medula óssea.

Portadores de trissomias:

  • Síndrome de Down;
  • Síndrome de Klinefelter;
  • Síndrome de Wakany, dentre outras trissomias.

Vacina contra gripe com cepas de vírus para a campanha de vacinação 2017
Além dos portadores de doenças crônicas, todas as pessoas que se enquadram nestes requisitos formam o público-alvo da campanha: pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas – e os funcionários do sistema prisional.
A vacina contra gripe é contra-indicada  para pessoas com alergia a ovo.
A vacina contra gripe usada na campanha do Ministério da Saúde é a trivalente e é produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo.

serralha cura vitiligo

O vitiligo é uma doença caracterizada por manchas brancas e de causa desconhecida, trazendo como consequência problemas relacionados à autoestima e ao convívio social.
O tratamento pela medicina comum em geral é feito à base de corticoides, psoralênicos, luz do sol, raios ultravioleta e até cirurgia para transplantar células saudáveis à área despigmentada, o que traz efeitos colaterais e não garante que a mancha não volte mais, pois o tratamento é local, ou seja, não se leva em conta o reequilíbrio do corpo como um todo.
A medicina natural, em contrapartida, oferece poderosas opções de tratamento e sem os desagradáveis efeitos colaterais.
E neste post você vai aprender uma dessas poderosas opções.
Esta é uma velha receita, que já curou muita gente.
Ela é bem simples e o resultado chega muito rápido.
Só tem, além da água, um ingrediente: a serralha.
O que é serralha?
A serralha (Sochus oleraceus) é uma planta que é encontrada facilmente em várias regiões do Brasil.
A foto abaixo vai ajudar você a identificá-la com mais facilidade.Resultado de imagem para serralha cura  vitiligo
Resultado de imagem para serralha cura  vitiligo


A serralha é consumida como verdura e, por isso, pode ser encontrada em algumas feiras livres e até mesmo no Ceasa.
Ela é ótima para desintoxicar o fígado, aumentar a produção da bílis, aumentar o apetite e combater problemas digestivos.
E tem uma qualidade que ainda é desconhecida da maioria: ela é poderosíssima para curar o vitiligo.
O tratamento é bem simples.
Se você tem vitiligo, vale a pena se esforçar para fazer este tratamento.
Temos certeza que depois dele você será mais um a divulgar os incríveis resultados deste tratamento.
Duvida?
Então, experimente:
O TRATAMENTO
Todos os dias em jejum, tome um copo de suco da raiz da serralha.

No almoço e no jantar, coma as folhas em salada ou refogadas.
E como se faz o suco da raiz de serralha?
Anote:
INGREDIENTES
A raiz de 1 pé de serralha
1 copo de água
MODO DE PREPARO
Bata os ingredientes no liquidificador.
Coe e tome em seguida.
Consuma em jejum.
Logo nos primeiros dias, as manchas começarão a desaparecer.
E em pouco tempo você estará totalmente livre delas.
Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

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