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segunda-feira, 12 de junho de 2017

Limpeza Intestinal SECA BARRIGA

Limpeza Intestinal SECA BARRIGA


Você sabia que seu intestino acumula dejetos que si pregam as paredes dos intestinos ficando endurecidos e apodrecidas ?
pois e .
algumas pessoas sofre anos e anos com diversos males, intestino preso, gases, pele sem brilho , barriga grande dilatada e não sabe que uma simples limpeza intestinal poderia sim resolver bem o caso!
sem falar que chega a ser uma questão digamos de prevenção higiene e saúde .


A limpeza intestinal e muito utilizada em outros países por famosos que querem ter a barriga enxuta retinha
aqui no brasil a limpeza instetianal e vulgarmente conhecida por CHUCA muito usada por adeptos do sexo anal .
porem a limpeza trás outros benefícios a saudê .
 desintoxicação do organismo e te deixa com uma pele de porcelana alem de controlar problemas com gases regula o horário que a pessoa vai ao banheiro evacuar
tem coisa mais desagravei que sai ir a uma festa e chegando la da uma vontade imensa de fazer o numero 2? e uma situação bem chata NE .
existe alguns métodos para esta limpeza

o objetivo e expelir os dejetos limpar as paredes naõ deixar acumular fezes apodrecidas no instestino grosso
 podem ser feito em casa não existe nenhuma restrição para fazer a desintoxicação, de forma que seja feita com moderação. Qualquer um pode fazer a limpeza intestinal, mas não pode ser feita para sempre, pois o organismo necessita de outros alimentos. Os únicos a quem eu não recomendo são as pessoas com câncer de intestino.”  Após sentir que você está desintoxicado, não vá abusar nos mesmo

alimentos novamente. Tudo pode ser ingerido, desde que seja com bom senso.

vou colocar alguns vídeos abaixo veja e escolha o melhor método para você 






 







compatilhe esta noticia e ajude a salvar vidas 

quarta-feira, 17 de maio de 2017

parto vantagens e desvantagens



urante a gravidez, uma das preocupações das mulheres é a forma que o filho virá ao mundo. Especialistas são unânimes em afirmar que não existe um tipo ideal de parto, embora o normal seja o mais indicado, por oferecer um ambiente mais seguro para mãe e neném.
Para que a decisão seja adequada, a gestante deve acompanhar o desenvolvimento do bebê por meio de um pré-natal, dando ao obstetra as condições necessárias para avaliar a saúde do feto e indicar a melhor opção. Conheça, a seguir, as vantagens e desvantagens de cada tipo de parto. 
Parto normal
Como é feito : entre a 37ª e a 40ª semana de gestação, as contrações alertam a mãe sobre o começo do trabalho de parto. Quando ocorrem a cada cinco minutos, significa que o corpo está pronto para o nascimento. Para que o processo se inicie, é preciso que a dilatação esteja em, aproximadamente, dez centímetros. Após isso, o útero começa a empurrar o bebê e a mamãe deve ajudar fazendo força até a cabeça aparecer. Após o nascimento, novas contrações expulsam a placenta.
Indicação : grávidas que não apresentem complicações, pois o organismo já se prepara para o nascimento. Os hormônios produzidos durante o trabalho de parto ajudam a acelerar a produção do leite, inclusive.
Benefícios : não apresenta riscos ao bebê ou à mãe e beneficia o corpo para novas gestações. “Além do que, se não for necessário um corte cirúrgico no períneo, a recuperação da paciente é muito rápida e menos dolorosa”, salienta Jurandir Passos, ginecologista, obstetra e especialista em medicina fetal do Delboni Auriemo.
Desvantagens : mesmo que a gestação tenha sido saudável, não se tem controle total do parto, pois é preciso esperar o corpo reagir. Se o corte cirúrgico for necessário para facilitar a passagem, é preciso ter cuidado durante a cicatrização.
Parto cesárea
Como é feito : processo cirúrgico realizado por meio de uma incisão no abdômen e na parte inferior do útero para retirar o bebê, com auxílio de anestesia. Logo após o nascimento, o neném é avaliado por um pediatra e a mãe é levada para uma sala de recuperação, após os pontos.
Indicação : apenas quando há algum impedimento para o parto normal ou a mulher apresente riscos de hemorragia, descolamento da placenta, problemas de coluna ou quadril, cardiopatia, diabetes gestacional ou hipertensão. “Às vezes, mesmo induzindo o parto normal, se não houver dilatação, pode haver riscos à mãe e ao bebê, sendo necessária a cesárea”, diz o ginecologista.
Benefícios : método alternativo nos casos em que os riscos do parto normal são maiores do que os benefícios, e também uma opção para quem enfrenta uma gravidez complicada.
Desvantagens : riscos de infecção, hemorragia, complicações anestésicas ou até mesmo acidentes próprios da cirurgia. “A cicatrização pode ser problemática, pois se cria um sinal no útero, que é uma região frágil e a recuperação requer cuidados”, salienta Jurandir.
Variações

Natural : nesse parto, a dor é diminuída por meio de banhos quentes, massagens, caminhadas e exercícios com bola. Além do que, não há intervenções para romper artificialmente a bolsa e nenhuma incisão é feita. Ainda assim, é preciso acompanhamento para que o médico tenha um panorama da evolução da criança, se está adequado ou não, possibilitando qualquer procedimento de emergência.
Leboyer : procedimento no qual as luzes ficam apagadas e, assim que o bebê nasce, é colocado em cima da barriga da mãe, sem o corte imediato do cordão umbilical. “Esse parto nada mais é do que tirar o neném da barriga e colocá-lo num ambiente parecido com o útero, com baixa luminosidade e água quente”, completa.
Na água : numa banheira esterilizada e com água aquecida, a mãe dá à luz. Nos primeiros momentos, a criança ainda respira pelo cordão umbilical, por isso não há risco de afogamento. Nele, a mulher sente menos o cansaço do trabalho de parto, mas é contraindicado para gestantes com pré-eclâmpsia.
De cócoras : com a ajuda da gravidade, a tendência é que seja realizado mais rapidamente, porém só é indicado para mulheres que não apresentam problemas de pressão arterial e se o bebê estiver na posição certa para descer.
Domiciliar : precisa de suporte médico e estrutura, pois existem complicações que podem ocorrer até mesmo com uma gravidez considerada normal e saudável, como crises hipertensivas no momento do parto e hemorragia.
Com fórceps : equipamento de ferro que auxilia na descida do bebê. Serve apenas para auxiliar a passagem pela parte muscular. “Hoje, ele é chamado de parto de alívio e auxilia o bebê apenas na parte final, no último obstáculo para sua passagem”, esclarece.

PARTO -TOPICO

Parto Normal

Se o pré-natal é feito com regularidade e a gestante não apresenta nenhuma complicação durante os nove meses, este tipo de parto é uma opção válida. Nele, o bebê nasce no tempo correto e as contrações são aguardadas até o momento ideal para se dar à luz.
O parto normal acontece quando o bebê vem ao mundo pela vagina, podendo ocorrer uso de ocitocina (hormônio que estimula o trabalho de parto), anestesia e episiotomia (corte do períneo que facilita a saída do bebê).
A mamãe participa de todo os momentos do parto. A maioria dos hospitais também possuem técnicas para deixar a mãe mais tranquila e relaxada durante o parto.
A peridural e a ráqui são os dois anestésicos usados para esse tipo de parto, separadamente ou em uma combinação das duas, chamada de bloqueio duplo.
Uma das principais vantagens do parto normal é a recuperação imediata após efeito da anestesia.
Outra vantagem é o baixo risco de infecções e menor índice de complicações respiratórias para o bebê.
O risco presente nessa opção é a ruptura do útero, caso a mamãe tenha feito cirurgias anteriores.
No parto normal, a mamãe tem contato com o filho imediatamente após dar à luz!

Parto Natural

No parto natural, bastante confundido com o parto normal, não são realizadas intervenções com medicamentos e procedimentos, como corte do períneo ou anestesia de peridural ou ráqui. Nele, as necessidades da mulher são respeitadas e também deve ser acompanhado por um profissional da saúde.
Para realizar o parto natural são recomendados exercícios durante a gravidez para fortalecimento do períneo e musculatura da bacia.
Muitas mães que optam por esse tipo de parto preferem dar à luz em casa, na banheira, de cócoras ou mesmo na cama. Os mesmos métodos podem ser realizados em hospitais também.
Apesar de não sofrer intervenções, os riscos também estão presentes. Complicações na hora do parto podem acontecer exigindo outros métodos para o nascimento do bebê.
Se essa é uma de suas preferências, converse com seu médico para saber se é o indicado para sua gravidez.

Parto Humanizado

No Brasil há uma forte campanha pelo parto humanizado. Assim como no parto natural, as vontades da mãe são respeitadas.
Ela deve contar com o apoio de seu companheiro e, muitas vezes, conta com a doula, uma acompanhante profissional preparada para dar suporte (emocional, físico e informativo) à mulher durante a gestação e o parto .
O parto humanizado propõe a experiência total sobre o processo de dar à luz para a mãe, seu parceiro e o bebê que está chegando. A ideia é que a obstetrícia auxilie, mas não interfira no parto.

Cesárea

Segundo a Organização Mundial da Saúde, 15% dos partos acabarão na mesa de cirurgia, ou seja, sendo cesárea.
No parto cirúrgico, a gestante recebe anestesia geral ou da cintura para baixo, a chamada peridural. Um corte com cerca de 20 centímetros é feito abaixo do umbigo até acima da vagina para retirada do filho.
A mamãe vê o bebê rapidamente e é sedada para finalização da cirurgia, enquanto o bebê fica na sala de pediatria neonatal sob observação.
Ao contrário do parto normal, a recuperação não acontece no mesmo dia. Após a cesárea, a mamãe deve tomar cuidados com a cicatrização. Problemas na bexiga e prisão de ventre podem ser um dos efeitos colaterais após a cirurgia.
Esse tipo de parto pode trazer riscos ao bebê, como complicações respiratórias ou gerar uma infecção hospitalar.
A cesárea deve ser a opção em casos de complicação no parto normal, ou se a gestante possui algum problema de saúde, como pressão alta ou diabetes.

Parto a Fórceps ou Parto por Vácuo Extrator

Nesse tipo de parto, um instrumento é usado para retirada do bebê quando ele está em sofrimento fetal ou a mãe não consegue fazer forças para a descida no canal vaginal.
No caso do fórceps, são ajustadas duas pás na cabeça do bebê e ele é puxado. No vácuo extrator, uma ventosa de metal ou silicone ligado a uma pequena bomba a vácuo é ajustada na cabeça do bebê.
No Brasil, o uso do fórceps não está entre as principais opções dos médicos, sendo utilizado apenas quando necessário em momentos de complicação do parto para ajudar na saída do bebê.

Parto na Água

O parto na água também acontece pelo canal vaginal e pode ser realizado no hospital ou em casa.
A mamãe se mantém posicionada em uma banheiro com água em temperatura de 36º, que pode trazer conforto e alívio.
Esse tipo de parto é acompanhado por médicos e auxiliares e não impede uso de medicação caso necessário, mas não é recomendado para as mulheres com diabetes ou pressão alta.
Os riscos são os mesmos encontrados no parto normal: o de ruptura do útero. A vantagem de recuperação rápida também se assemelha com o parto normal.

Parto de Cócoras

A diferença entre o parto normal e o de cócoras é apenas a posição, que permite mais conforto e alívio das dores para algumas mulheres.
Para esse tipo de parto de cócoras existe uma cadeira especial disponível para o apoio da mamãe e que também auxilia o obstetra durante o processo.
Nesse caso, o bebê deve estar posicionado e encaixado para que o parto ocorra tranquilamente. Em situações de risco, não é um dos tipos recomendados.
A saída do bebê acontece de maneira rápida devido a posição. Assim como no parto normal, a recuperação é rápida.
As opções são muitas, mas o que irá determinar o tipo de parto para a chegada do seu bebê será o seu pré-natal e sua conversa com o médico.
Tire todas as dúvidas com seu obstetra e se informe para que você fique tranquila para o momento mais esperado de sua vida: a hora de dar à luz!

faça seu cartao SUS (Cadastramento Nacional de Usuários do SUS )


O Cartão Nacional de Saúde é um instrumento que possibilita a vinculação dos procedimentos executados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) ao usuário, ao profissional que os realizou e também à unidade de saúde onde foram realizados. Para tanto, é necessária a construção de cadastros de usuários, de profissionais de saúde e de unidades de saúde. A partir desses cadastros, os usuários do SUS e os profissionais de saúde recebem um número nacional de identificação.

Cadastramento de Usuários

O cadastramento de usuários para os 44 municípios do projeto-piloto do Cartão Nacional de Saúde foi iniciado em janeiro de 2000, com o objetivo de constituir um cadastro com informações individualizadas dos usuários nesses municípios, permitindo que cada cidadão tenha seu Cartão Nacional de Saúde.
O Ministério da Saúde assinou convênio com cada um dos 44 municípios, de forma a apoiar as tarefas envolvidas no cadastramento. O repasse foi feito na base de R$ 0,30 por habitante, devendo o município dispor, em contrapartida, de R$ 1,00 por habitante. Cada município estabeleceu sua própria estratégia de operacionalização do cadastramento.

Os cartões confeccionados pelas empresas contratadas pelo Ministério da Saúde são encaminhados às respectivas secretarias municipais de saúde. Cabe ao gestor, portanto, sua distribuição aos usuários. É nesse momento que deve ser aproveitado o contato para ressaltar a importância de seu uso e dos benefícios. A forma de distribuição também pode ser escolhida pelo município:
§ entrega domiciliar;

§ entrega na unidade de saúde;

§ entrega feita por agentes comunitários de saúde;

§ entrega feita pelos Correios.

Cadastramento de Profissionais

Os profissionais envolvidos nas unidades de saúde onde está sendo implantado o Cartão Nacional de Saúde também precisam ser cadastrados para que possam receber seus cartões de identificação, igualmente baseados no número PIS/Pasep.

O cadastramento dos profissionais dos 44 municípios teve início em novembro/2000 e integra o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde realizado pela Secretaria de Assistência à Saúde (SAS), do Ministério da Saúde.

Para o Projeto, são considerados profissionais todos aqueles que geram procedimentos para o SUS ou que trabalharão com a operação direta dos terminais de atendimento.

O cadastramento foi idealizado nos mesmos moldes do cadastramento de usuários, um formulário foi concebido pelo Ministério e o Departamento de Informática do SUS (Datasus) desenvolveu um aplicativo para entrada de dados.


Os cartões de profissionais também são encaminhados às secretarias municipais de saúde, juntamente com as correspondências lacradas que contêm as senhas de acesso ao sistema.


Essa senha é pessoal, sigilosa, intransferível, está gravada na tarja magnética do cartão e permite a identificação do profissional que faz atendimento, lança ou extrai dados do sistema.



Cadastramento Nacional de Usuários do SUS


Diante da necessidade de identificação individualizada de usuários do SUS e já visando à expansão do projeto Cartão Nacional de Saúde para toda a população brasileira, na Portaria MS/GM nº 17, de 13 de fevereiro de 2001, o Ministério da Saúde instituiu o Cadastro Nacional de Usuários do Sistema Único de Saúde e regulamentou sua implantação.

Esse cadastramento agrega novas características àquele anteriormente desenvolvido nos municípios do projeto piloto:

· todo o preenchimento dos formulários deve ser feito através da visita aos domicílios dos usuários;

· os municípios e estados aderem ao processo voluntariamente por meio da assinatura de termos de adesão;

· a ajuda financeira aos municípios para a operacionalização do processo é realizada a partir da validação de cada cadastro. Como forma de apoiar o início do processo de cadastramento, na adesão dos municípios o Ministério da Saúde libera 15% do total de recursos estimados para o repasse.

A Portaria SIS/SE n.º 39, publicada em 19 de abril de 2001, trata da operacionalização do processo de cadastramento nacional e traz os termos de adesão, municipal e estadual, bem como o manual de preenchimento do formulário.
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Campanha para Doação de Leite Humano "Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa"

Com o slogan "Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa", a campanha aborda a necessidade do leite humano ao desenvolvimento dos bebês, como única fonte de alimento até os seis meses de idade
Com o objetivo de conscientizar a sociedade para a importância da doação de leite humano e incentivar a prática entre mães que amamentam, o Ministério da Saúde, em parceria com a Rede Global de Bancos de Leite Humano, lançou, nesta terça-feira (16), a Campanha Doe Leite Materno. A amamentação é o principal fator de redução da mortalidade na infância e, por isso, a campanha prevê o aumento do número de novas doadoras voluntárias, bem como do volume de leite humano coletado e distribuído aos recém-nascidos prematuros e de baixo peso, internados no Brasil.

Durante o lançamento, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, destacou que o Brasil é referência mundial em doação de leite. “Este reconhecimento é mais uma conquista do SUS. O Ministério da Saúde continuará dando todo o apoio necessário para estimular cada vez mais a amamentação e a doação de leite entre as mães brasileiras, práticas que contribuíram para a redução da mortalidade infantil em todo o mundo. Espero que no próximo ano possamos comemorar um avanço no número de doações e bebês beneficiados. Doar leite humano é salvar vidas”, afirmou o ministro.
No evento, estiveram presentes, além do ministro da Saúde, Ricardo Barros, a atriz e embaixadora da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, Maria Paula, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, entre outras autoridades. Os ministros de Cabo Verde e Equador, países para quem o Brasil exporta técnicas de baixo custo para implantar bancos de leite, participaram dos seus países, por meio de conferência.
O governador Rodrigo Rollemberg destacou os resultados já alcançados no DF. “Tenho orgulho em dizer que o Distrito Federal é referência nacional em doações de leite materno. Conseguimos este resultado com o esforço de todos os profissionais, principalmente do Corpo de Bombeiros, que participa inteiramente do processo de coleta. Hoje, o DF possui 13 bancos de leite com o padrão ouro. Continuaremos com todo o empenho necessário para manter e ampliar este resultado”, destacou o governador.
A embaixadora Maria Paula reforçou a importância das mães doarem o leite materno. “A maternidade foi um divisor na minha vida. De artista, me transformei em ativista deste projeto tão maravilhoso que salva vidas. Doar leite materno possibilita que os bebês prematuros tenham sua vida preservada. Se todas as mães doarem um pouquinho do seu leite, a gente consegue mudar o mundo em apenas uma geração”, ressaltou Maria Paula.
Os Bancos de Leite Humano (BLH) são casas de apoio à amamentação que surgiram como uma estratégia de qualificação da assistência neonatal em termos de segurança alimentar e nutricional, com foco em ações que ajudam a reduzir a mortalidade infantil em instituições hospitalares. O trabalho é voltado a crianças que demandam cuidados especiais em unidades de terapia semi-intensiva e intensiva, ou seja, bebês que nasceram prematuros, com baixo peso. São crianças que, pelas mais variadas razões, precisam de uma atenção especializada.
A estratégia de Bancos de Leites Humano (BLHs) do Brasil, desenvolvida há 32 anos pelo Ministério da Saúde, já beneficiou, entre os anos de 2009 e 2016, mais de 1,8 milhão de recém-nascidos. Contou com o apoio de mais de 1,3 milhão de mulheres doadoras, com aproximadamente, 1,4 milhão de litros de leite coletados. Em 2016, os BLHs do país, registraram mais de 300 atendimentos em grupos, 1,7 milhão de atendimentos individuais e aproximadamente, mais de 270 mil atendimentos domiciliares.
Neste mesmo período, em todo o mundo, mais de17,8 milhões de mulheres foram assistidas por BLH. Foram mais de 1,5 milhão de litros de leite doados por 1,8 milhão de mulheres doadoras e mais de 1,5 recém-nascidos beneficiados.
Para Gisele Bortolini, mãe da pequena Helena, o trabalho do Banco de Leite foi fundamental para o desenvolvimento da sua filha, que nasceu prematura, com 30 semanas. “A doação de leite humano realmente salva vidas. Tive uma gravidez complicada com diagnóstico de pré-eclampsia. Minha filha passou quatro meses no hospital e o banco de leite foi fundamental para o desenvolvimento dela. A amamentação é um momento muito importante para o bebê e um período de solidariedade entre as mães”, reforçou Gisele.
MAIOR REDE - O Brasil possui a maior e mais complexa rede de banco de leite do mundo. Hoje, existem no país 221 BLH, em todos os estados e Distrito Federal, e 186 Postos de Coleta, além da coleta domiciliar. O modelo brasileiro de bancos de leite humano é focado na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, exclusivo, até os seis meses e continuidade da amamentação por dois anos ou mais. Além de coletar e distribuir leite humano de qualidade a bebês prematuros e de baixo peso, contribuindo para a diminuição da mortalidade infantil.
Todo leite coletado nos bancos passa por um rigoroso controle de qualidade, antes de ser distribuído, e é fornecido de acordo com as necessidades de cada criança. No Brasil, nascem aproximadamente 3 milhões de bebês por ano, sendo que 332 mil são prematuros ou vêm ao mundo com baixo peso (menor de 2,5kg). Muitas dessas crianças precisam permanecer internadas assim que nascem até terem condições de ir para a casa. Esses bebês têm melhores chances de sobrevivência e recuperação, se a alimentação com leite humano for ofertada.
Apesar das mobilizações já realizadas, o número de doações de leite humano ainda é baixo em relação à demanda. Hoje, a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano consegue suprir aproximadamente 60% da demanda para os recém-nascidos prematuros e de baixo peso internados nas UTI Neonatais do Brasil. Isso significa que cerca de 40% dos bebês internados que precisam não podem contar com o leite humano na sua alimentação. Por isso o Ministério da Saúde, em parceria com a rBLH, realiza todos os anos uma campanha, para estimular que amamentam a adotar a prática.
A doação de leite humano, além proporcionar o alimento mais completo que existe para bebês internados, também representa uma economia de R$ 180 milhões para o país com a diminuição da necessidade de compra de fórmulas artificiais para recém-nascidos prematuros nas maternidades do SUS.
A amamentação é a forma de proteção mais econômica e eficaz para redução da mortalidade infantil, pois permite grande impacto na saúde da criança, diminuindo a ocorrência de diarreias e infecções, principais causas de morte de recém-nascidos, ao mesmo tempo em que traz inúmeros benefícios à saúde da mulher, como a redução das chances de desenvolver câncer de mama e de útero. Estima-se que o aleitamento materno seja capaz de diminuir em até 13% a morte de crianças menores de 5 anos em todo o mundo por causas preveníveis. Nenhuma outra estratégia isolada alcança o impacto que a amamentação tem na redução das mortes de crianças nessa faixa etária.
COOPERAÇÃO INTERNACIONAL - O Brasil transfere os princípios utilizados na implantação do BLH, capaz de alinhar baixo custo com alta tecnologia, a 24 países ao redor do mundo: Angola, Argentina, Bolívia, Belize, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Moçambique, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.
São acordos firmados de cooperação técnica para a implantação do banco de leite humano no país. Em todos os casos, são realizadas visitas exploratórias de técnicos de ambos os países para receber orientação e capacitação em banco de leite humano.
A cooperação internacional começou nos anos 80, quando os bancos de leite humano passaram a constituir uma Política de Saúde Pública no Brasil – país que lidera o movimento internacional em prol da amamentação e da doação de leite humano, por meio da Agência de Brasileira de Cooperação (ABC) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Desde então, os resultados positivos para o aprimoramento da atenção à gestante e a recém-nascidos internados em unidades neonatais – e a redução da mortalidade infantil no país – chamaram atenção da comunidade internacional para a estratégia nutricional praticada pelo Brasil.
Em 2001, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a rBLH-BR como uma das ações que mais contribuíram para redução da mortalidade infantil no mundo, na década de 1990. De 1990 a 2012, a taxa de mortalidade infantil no Brasil reduziu 70,5%.
SERVIÇO - Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite humano, basta estar saudável e não tomar nenhum medicamento que interfira na amamentação. Por isso, quem estiver amamentado e quiser doar, basta procurar o banco de leite humano mais próximo ou ligar para o Disque Saúde, no número 136.
Não existe quantidade mínima para fazer a doação. Qualquer quantidade é importante. Um pote de 300 ml de leite humano, por exemplo, pode alimentar até 10 recém-nascidos internados. Por isso, a mulher não precisa se preocupar em encher o pote para fazer a doação. Todo leite doado é analisado, pasteurizado e submetido a rigoroso controle de qualidade pelos Bancos de Leite Humano antes de ser ofertado a uma criança.
Antes da coleta, é aconselhável que a doadora faça uma higiene pessoal, cobrindo os cabelos com lenço ou touca, usando pano ou máscara sobre o nariz e a boca, lavando bem as mãos e os braços, até o cotovelo, com bastante água e sabão. As mamas devem ser lavadas apenas com água e, em seguida, secadas com toalha limpa. O leite deve ser coletado em local limpo e tranquilo. O leite humano extraído para doação pode ficar no freezer ou no congelador da geladeira por até 10 dias. Nesse período, deverá ser transportado ao banco de leite humano mais próximo da sua casa.

Por Nicole Beraldo, da Agência Saúde
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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Vassourinha

De nome científico Scoparia dulcis, a vassourinha doce é uma planta medicinal nativa das Américas Central e do Sul, sendo também conhecida como coerana-branca, tupiçaba, corrente roxa, ganha-aqui-ganha-acolá, vassourinha-cheirosa, vassourinha-miúda, dentre outras denominações. Do gênero Scoparia L. e pertencente à família Plantaginaceae, a vassourinha doce é uma planta herbácea de sabor amargo e mucilaginosa, que alcança até 50 cm de altura, possui caule lenhoso e muitos ramos. As suas folhas são pequenas, ovadas ou lanceoladas, de cor verde-azulado e as suas flores são brancas e pequenas. Esta planta é historicamente utilizada pela população cabocla e na medicina popular, além de também fazer parte da farmacopeia homeopática.
Foto: Reprodução
Os principais componentes ativos da herbácea são os ácidos graxos (esteárico, mirístico e linoleico), adrenalina, amelina, mucilagem, glicose, azeite viscoso, taninos, alcaloides, dentre outros. Confira a seguir as propriedades medicinais, os benefícios e as indicações de uso da vassourinha doce.
Resultado de imagem para vassourinha

Propriedades medicinais

As propriedades medicinais da vassourinha doce incluem:
  • Ação adstringente;
  • Antiespasmódica;
  • Anticonceptiva;
  • Antidiabética;
  • Tônica;
  • Digestiva;
  • Febrífuga;
  • Depurativa;
  • Diurética;
  • Antisséptica;
  • Antiasmática;
  • Expectorante;
  • Antiblenorrágica;
  • Antiflatulenta;
  • Antigripal;
  • Emoliente;
  • Revitalizante;
  • Hepática, dentre outras.

Os benefícios e as indicações de uso

Devido às suas propriedades medicinais, a vassourinha doce serve para combater a asma, bronquite, gripe, catarros, afecções cutâneas, cólicas, tosse; auxilia em casos de hemorroidas; trata problemas de pele, como coceira e alergias; e problemas gastrointestinais. Além disso, esta planta também pode ser utilizada no tratamento de corrimento vaginal, infecções urinárias, vaginite, malária, dores de ouvido, varizes e pernas inchadas.

Como usar a vassourinha doce?

Todas as partes da planta podem ser utilizadas no preparo de chás e infusões e ela pode ser encontrada à venda em algumas farmácias de manipulação e lojas de produtos naturais. A vassourinha doce também é usada de modo externo, em banhos de assento. O emplastro de suas folhas verdes vaporizadas é utilizada nas picadas de inseto. Com a tintura, é preparado um xarope para tratar bronquite.

Chá para tosse

Adicione 10g de vassourinha doce a 500 ml de água e deixe ferver por 10 minutos. Após isso, deixe amornar, coe e beba três a quatro xícaras ao dia.

Contraindicações

O consumo da vassourinha doce é contraindicado para mulheres grávidas. É importante ressaltar a importância de consultar um médico antes de ingerir qualquer medicamento, inclusive o natural!

Erva daninha tem muitos benefícios


Erva daninha

 Resultado de imagem para erva daninha

 Uma planta é considerada erva daninha quando nasce espontaneamente em local e momento indesejado, podendo interferir negativamente na agricultura. 

 

 O surgimento das plantas daninhas ocorreu junto com o desenvolvimento da agricultura, há cerca de 12 mil anos. No início, havia maior equilíbrio entre as diversas espécies. Com o crescimento da população e, conseqüentemente, maior interferência humana nos cultivos, iniciou-se um processo gradual de seleção. As espécies sem interesse agrícola passaram a ser indejesadas e sua multiplicação e alta capacidade de adaptação permitiu-lhes sobreviver a diversos ambientes, tornando-se necessário a adoção de medidas de controle.

Atualmente, não há dúvidas de que a presença de plantas daninhas cause prejuízos aos agricultores. Em média, cerca de 20-30% do custo de produção de uma lavoura se deve ao custo do controle das plantas daninhas. Geralmente, apresentam crescimento rápido e facilidade de disseminação, produzem grande número de sementes e crescem em condições adversas.

Seus prejuízos estão diretamente relacionados às perdas na produtividade e na qualidade dos produtos. Um exempo típico é o que ocorre com sementes de picão-preto (Bidens pilosa) no cultivo do algodoeiro. Muitas espécies também são extremamente danosas em campos de sementes, pois podem impedir a sua certificação. Em áreas de pastagem, espécies como cafezinho (Palicourea marcgravii) e oficial-de-sala (Asclepias curassavica) intoxicam os animais levando-os à morte.

Outras espécies podem, também, parasitar plantas. Exemplo comum no Brasil ocorre com a erva-de-passarinho (Phoradendron rubrum) em citros, ocasionando perdas na produção e morte das plantas. Em outros países, ocorre o parasitismo em plantas de milho ocasionado pela erva-de-bruxa (Striga lutea), espécie daninha de difícil controle devido ao seu desenvolvimento abaixo da superfície do solo.

Indiretamente, as plantas daninhas também podem afetar as lavouras, sendo hospedeiras de pragas e doenças. No caso das guanxumas (Sida ssp.), a maioria é hospedeira do vírus do mosaico-dourado do feijoeiro, transmitido pela mosca-branca. O capim-massambará (Sorghum halepense), hospedeiro do vírus do mosaico da cana-de-açúcar, está geralmente presente em canaviais. Demais prejuízos indiretos ocorrem pela dificuldade de colheita na presença de plantas daninhas como corda de viola (Ipomoea sp), carrapicho (Cenchrus echinatus), unha de gato (Acassia plumosa) e mucuna (Mucuna pruriens) ou mesmo pela dificuldade de manejo após o cultivo, depreciando o valor da terra, a exemplo do que ocorre pela tiririca (Cyperus rotundus).

Além das áreas agrícolas, o manejo de plantas daninhas é importante, também, em áreas industriais, ferrovias, espaços públicos ou mesmo em represas para geração de energia elétrica. Nesses corpos d’água, espécies como taboa (Typha angustifolia) e aguapé (Eichornia crassipes) proliferam rapidamente. Durante o processo de passagem da água pelas turbinas, a massa densa dessas espécies interrompe o fluxo normal, danifica e onera a manutenção dos equipamentos. Outras plantas como salvínia (Salvinia molesta) e alface d’água (Pistia stratiotes) aumentam as perdas de água, pois reduzem o seu aproveitamento.

Entretanto, muitos benefícios também podem ser obtidos pelo conhecimento e uso correto de plantas daninhas. Devido a sua velocidade de crescimento, muitas são usadas no controle da erosão em áreas degradadas, como o que ocorre com as gramíneas (Brachiaria brizantha, B. decumbens, B. ruziziensis e Panicum maximum). Outras são utilizadas nos processos de fitorremediação, permitindo a retirada ou degradação de compostos residuais no solo, ou seja, além de absorver água e nutrientes que as fazem crescer, algumas espécies são capazes de absorver elementos poluentes, funcionando como filtros biológicos, como exemplo para Stizolobium aterrimum, Lupinus albus e Canavalia ensiformes, entre outras.

Muitas espécies consideradas daninhas podem ainda servir na medicina para tratamento fitoterápico a partir da infusão de folhas, a exemplo do uso popular de quebra-pedra (Phyllanthus niruri) ou da urtigueira (Urtica dioica), ou fornecendo inúmeros compostos para sua extração. Algumas plantas daninhas servem também de alimento para inimigos naturais ou mesmo para as abelhas melíferas, como o assapeixe (Vernonia polyanthes) e a vassourinha de botão (Borreria verticillata).

Desta forma, com tantas vantagens e desvantagens, devemos utilizar boas práticas de gestão das plantas daninhas, principalmente no ambiente agrícola. O manejo integrado é uma das práticas que se inicia com a escolha do local de semeadura e da variedade, a qual deve ser adequada à fertilidade e ao pH do solo. A densidade de semeadura e o espaçamento correto também facilitam o seu manejo durante o cultivo. O manejo químico, apesar de importantíssimo, deve levar em consideração a dinâmica das plantas, as práticas culturais e o sistema de semeadura utilizado, assim como, a tecnologia disponível.

O manejo após o cultivo é outra questão importantíssima na redução da infestação e que deve ser considerado na gestão de plantas daninhas.Todavia, o que se observa é o uso inadequado das tecnologias e perda de controle de muitas espécies daninhas. Um exemplo é o que ocorreu com a introdução da soja resistente ao glifosato. Com o uso contínuo e exagerado deste herbicida, biótipos resistentes das espécies buva (Conyza bonariensis), capim amargoso (Digitaria insularis), azevém (Lolium multiflorum) e leiteiro (Euphorbia heterophylla) já foram selecionados e outras espécies também apresentam tolerância como trapoeraba (Commelina benghalensis) e erva quente (Spermacoce latifolia), entre outras.

Recentemente, a Embrapa, em conjunto com a iniciativa privada, está trabalhando no lançamento de soja resistente ao grupo químico das imidazolinonas, como nova alternativa no manejo de plantas daninhas. Porém, a orientação de uso da tecnologia deverá ser repassada para os produtores, para não ocorrer novos casos de resistência.

A partir do proposto, o manejo integrado deve combinar métodos de controle preventivo e curativo, sem se esquecer do conhecimento prático das características de cada espécie de planta daninha. Novos programas de controle devem ser avaliados para garantir o avanço tecnológico, que deverá focar, principalmente, na determinação das características biológicas e nos mecanismos de competição entre as espécies. Por meio da gestão integrada de plantas daninhas é possível reduzir sua interferência nos cultivos agrícolas, sem comprometer as demais áreas.

Pesquisador da Embrapa Meio-Norte - Teresina/PI
rafael.vivian@cpamn.embrapa.br
Fonte: Embrapa Meio-Norte 

 .paginarural.

mastruz com leite

O mastruz serve para o tratamento de rouquidão, circulação, pé de atleta, fraturas, gripes, varizes, hemorroidas, tuberculose, angina, asma, parasitas intestinais, repelente de insetos, bronquite, cãibras, resfriados, contusões.

 
O mastruz é uma erva medicinal, herbácea e seu nome científico é Chenopodium ambrosioides, nativa da América Central do Sul, suas folhas possuem um tom de verde escuro e as flores têm um tom esbranquiçado. Seu cheiro é muito forte e desagradável e chega a crescer até 70 cm de altura. Conhecida também como erva de Santa Maria, lombrigueira, ou quenopódio. Essa planta pode ser encontrada em lojas naturais ou em farmácias de manipulação.
Mastruz
Foto: Reprodução

Propriedades

O mastruz carrega consigo várias vitaminas, como A e C e principalmente do complexo B. Além disso, possui cálcio, ferro, fósforo, zinco e potássio. Consequentemente suas propriedades são vastas, ela é um ótimo cicatrizante de machucados, isso porque, suas folhas carregam uma grande quantidade de óleos essenciais. A planta também é antibacteriana e antiviral.

Benefícios      

Podemos dizer que o uso dessa planta é versátil, auxilia tanto no tratamento da rouquidão, quanto câimbra e até problemas respiratórios. Gripes fortes podem ser amenizadas com uma xícara de chá de mastruz, a vitamina C presente na planta auxilia no seu combate. Quem tem crises de rinite, asma, sinusite, também podem se beneficiar de seu uso imediato, com apenas uma xícara de chá, essa planta limpa o muco e o catarro.
Problemas de indigestão são bastante comuns, 

Resultado de imagem para mastruz com leite planta
O chá dessa planta não é indicado para mulheres grávidas, pois é abortivo. Consumido por um período de tempo muito longo pode causar infertilidade. Além disso, a planta é para tratamentos imediatos e não é recomendado seu uso contínuo, ela causa náuseas. Não é recomendado para crianças. Antes de iniciar o tratamento com essa erva procure seu médico.

Como fazer chá de Mastruz?

Em uma chaleira com 500 ml de água fervente, coloque uma xícara de café de sementes de mastruz, deixe durante 10 minutos. Coe e adoce com mel ou açúcar a gosto.

terça-feira, 18 de abril de 2017

bebida é 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia!

Não há necessidade de tratamentos perigosos, esta bebida é 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia!


Esta bebida poupa vidas e tem sido demonstrado em vários estudos. Ainda assim, alguns indivíduos percebem que a bebida é tão surpreendente. Indivíduos, basicamente, não aceitá-los, o mais provável, à luz do fato de que ele é excepcionalmente disponíveis e modesto, mas ele realmente é assim. Você percebe que limão e bicarbonato de sódio pode ser mais fundamentada do que a quimioterapia?
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A mistura de limão e bicarbonato de sódio é acabou por ser um é provado ser um câncer mais forte “matador” do que a quimioterapia por cerca de uma incrível 10.000 vezes! Por que ninguém deixe-nos saber alguma coisa sobre isso? Tudo considerado, à luz do facto de que não há nenhum benefício de pessoas saudáveis.
Eles não gastam nada. Bilhões e bilhões de dólares que a indústria farmacêutica fica em seu plano financeiro que não existem mais. O limão é uma comprovada como um contra agente causador de câncer. Ele cria um ambiente firmemente antiácido na forma de vida humana onde as feridas e tumores que não posso ficar. Em particular, tumores e tumores comer substâncias que tornam ambiente ácido no corpo, e o comprimento do corpo é ácido, os tumores podem desenvolver-se. Quando você parar o fluxo de corrosividade no corpo, o tumor não tem sustento e chega a ser estagnada. Essa é a razão pop consolidada com limão é um candidato extraordinário contra o crescimento como resultado do seu impacto é inteiramente antiácido. Para ser mais específico, consolidando-o com expresso deve ser mantida uma distância de estratégica e, obviamente, os vários elementos do corpo que tornam uma situação ácida. Nesse ponto o resultado é certamente justificada. Esta certeza sublime foi encontrado em 1923 por um pesquisador alemão Otto Heinrich Warburg, que ainda tem o Prêmio Nobel por sua cura para o tumor, mas, ao mesmo tempo, as pessoas não têm a menor idéia sobre a realidade.
O que foi descoberto pelo Dr. Warburg?
Dr. Warburg descoberto que o cancro é o resultado do estilo de vida anti-fisiológica. dietas anti-Phuspt (com alimentos que é acidificantes) e inatividade física do corpo cria um ambiente ácido mal oxigenado. celular acidez desloca o oxigênio das células, ea falta de oxigênio nas células cria um ambiente ácido. “Se você tem muito alta acidez, automaticamente vai faltar oxigênio no corpo; se você não tiver oxigênio, você terá organismo acidificado. O ambiente ácido é um ambiente sem oxigênio, falou Dr. Warburg.
E se você subtrair 35% de oxigênio, as células cancerosas podem criar em apenas dois dias. Assim, a causa do cancro hoje é acidificada organismo e células sem oxigénio. Em sua obra “O metabolismo dos tumores”, Dr. Warburg mostrou que todas as formas cancerígenas cumprir duas condições básicas: a acidez do sangue e hipóxia (falta de oxigênio). Ele concluiu que as células tumorais são anaeróbias (não respire oxigénio) e não podem sobreviver na presença de concentrações elevadas de oxigénio. As células tumorais podem sobreviver apenas com a ajuda de glicose no ambiente sem oxigénio. Portanto, o câncer não é senão um mecanismo de defesa, que nossas células usam para sobreviver em um ambiente ácido sem oxigênio. O que afeta a acidificação do corpo e a ocorrência de câncer? A resposta é muito simples: comida. A maioria das pessoas hoje em dia, ao contrário de há vinte anos, estão comendo o alimento que é acidificação do corpo, por isso não é surpreendente que a ocorrência desta doença está no aumento sistemático.
O que comer em pequenas quantidades?
O açúcar refinado e todos os seus derivados: É o pior, porque não há nenhuma proteína, gordura, vitaminas, minerais não só carboidratos refinados, o que prejudica o pâncreas. O seu pH é de 2,1 (muito ácida).
Carne (todos os tipos), produtos de origem animal – leite e queijo, nata, iogurte etc.
sal refinado, farinha refinada e todos os seus derivados como massas, bolos, biscoitos e assim por diante.
Pão, manteiga, cafeína, álcool, todos os alimentos processados ​​industrialmente e enlatados, que contêm conservantes, corantes artificiais, aromatizantes, estabilizantes, etc.
Antibióticos e geralmente todas as drogas.
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O que comer mais?
Bicarbonato de sódio e limão
Fruta
Todos os vegetais crus: Alguns têm sabor azedo, mas no corpo a mudança e se tornar alcalino.
Amêndoas: Eles são muito alcalino.
Grãos integrais: o único grão alcalinizantes é painço. Todos os outros grãos estão ligeiramente ácido, mas a dieta ideal deve ser de uma certa percentagem de acidez e deve comer algumas culturas. Todos os grãos devem ser consumidos cozidos.
Mel: Ele tem uma muito elevada alcalinidade.
Clorofila: As plantas verdes contêm clorofila, que é muito alcalino.
Água: É importante para a produção de oxigénio. Sempre ficar bem hidratado, beber pequenos goles de água ao longo do dia.
Exercício : Exercício ajuda a manter a alcalinidade do seu corpo, porque dá oxigênio por todo o corpo. Estilo de vida sedentário está destruindo o organismo.
A quimioterapia é a morte!
Apesar do facto de que a solução tem uma informação extremamente exaustiva dos investigadores de exame, o crescimento é tratado com quimioterapia. Quimioterápico frequentemente implica desaparecimento. -Se acidificantes do corpo, a tal ponto, que o ponto de que o corpo vai após os últimos lojas antiácido no corpo para matar o causticidade de desistir de minerais, por exemplo, cálcio, magnésio e potássio, que são implantados nos ossos, dentes , unhas e cabelos, e como um efeito colateral da quimioterapia temos mudanças físicas em pacientes. A quimioterapia fermenta o corpo tanto que avança a propagação do tumor, em oposição a dizimação de células.
Assim, na chance que você está enfrentando esta infecção, começar alcalinizantes seu corpo! Preparando pop pode ser comprado em qualquer loja e é em grande medida de apoio. No reino de medicação opção é conhecido como um executor de doença decente e viável, fundamentalmente, à luz de suas propriedades básicas.
Fonte: forgreenlifestyle.com

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