Pé de Insulina (Cissus sicyoides): Cultivo e Sabedoria Popular 🌿

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Pé de Insulina ( Cissus sicyoides ): Cultivo e Sabedoria Popular 🌿 ​O interesse em torno do famoso "pé de insulina" ( Cissus sicyoides ou Cissus verticillata ) só cresce. Essa trepadeira rústica é presença garantida em quintais e hortas medicinais por todo o Brasil, sendo muito valorizada pela cultura popular e pelo conhecimento ancestral sobre as plantas do nosso cotidiano. ​Para compartilhar conteúdos sobre essa espécie de forma segura nas redes sociais, o segredo é manter o foco na botânica, no cultivo e na tradição do uso de ervas. ​ O que vale destacar sobre a planta: ​ Identificação e Espécie: Na botânica, o termo "pé de insulina" é um nome popular aplicado a diferentes trepadeiras. Identificar a folha correta antes de qualquer uso é o primeiro passo para o cultivo consciente. ​ Facilidade no Quintal: É uma planta extremamente forte, que se adapta muito bem a vasos grandes, cercas e treliças. Gosta de sol pleno ou meia-sombra e precisa de pouca manutenç...

Sabonete de cinzas ou carvao

Sabonete de cinzas ou carvao e muito antigo era usado pra quase tudo . Sabe aquelas roupas branquinhas de época q vemos nos filmes ? Pois era tudo lavado com este sabão 



Além disto ele era usado .. pra tira mancha da pele 

Areear panelas 

tira caspa da cabeca 

crescer cabelo

ajudar cicatrizar feridas e muitas outras coisas

a forma tradição  de fazer lo esta ai a baixo 

mas há uma forma mais mordena de fazer este sabão ou sabonete 

E só vc derrete um sabonete do seu gosto e pegar a cinzas já fervida com água e adicionar espera esfriar denovo 

Tambem da um bom efeito 

Conta a história que, alguém há muito muito tempo observou que a gordura animal que derrete sobre a cinza da madeira usada para fazer fogo forma uma pasta com propriedades desengordurantes. Assim nasceu o sabão. Milênios se passaram, esse conhecimento se difundiu e, viajando pelo interior de Minas Gerais, ainda é possível encontrar pequenas propriedades que preservam a tradição: elas aproveitam a gordura animal que sobra para, combinado com cinzas da combustão da lenha, fazer sabão.

É fácil fazer, mas demora. O primeiro passo é preparar a dicoada, ou seja, misturar as cinzas da madeira com água. Ferve-se a gordura no tacho e vai-se acrescentando a dicoada até chegar no ponto, ou seja, até que a pasta obtida comece a produzir espuma quando colocada na esponja molhada. Isso demora cerca de dois dias, apurando devagar, acrescentando mais dicoada, apurando mais um pouco e assim vai, num exercício de paciência e tradição. O resultado final é uma pasta densa e escura, que é moldada no formato de uma bola e cuidadosamente embalada em palha seca de bananeira.

Pronto, o seu Sabão de Cinzas ou Sabão de Dicoada está na mão para ser usado no banho, como ele não leva soda cáustica, não irrita a pele e diz o conhecimento popular que ele pode ser usado para cuidar de queimaduras e tratar dermatites. Também se usa o Sabão de Cinzas para lavar roupas, louças e para limpar a casa.

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