Pé de Insulina (Cissus sicyoides): Cultivo e Sabedoria Popular 🌿

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Pé de Insulina ( Cissus sicyoides ): Cultivo e Sabedoria Popular 🌿 ​O interesse em torno do famoso "pé de insulina" ( Cissus sicyoides ou Cissus verticillata ) só cresce. Essa trepadeira rústica é presença garantida em quintais e hortas medicinais por todo o Brasil, sendo muito valorizada pela cultura popular e pelo conhecimento ancestral sobre as plantas do nosso cotidiano. ​Para compartilhar conteúdos sobre essa espécie de forma segura nas redes sociais, o segredo é manter o foco na botânica, no cultivo e na tradição do uso de ervas. ​ O que vale destacar sobre a planta: ​ Identificação e Espécie: Na botânica, o termo "pé de insulina" é um nome popular aplicado a diferentes trepadeiras. Identificar a folha correta antes de qualquer uso é o primeiro passo para o cultivo consciente. ​ Facilidade no Quintal: É uma planta extremamente forte, que se adapta muito bem a vasos grandes, cercas e treliças. Gosta de sol pleno ou meia-sombra e precisa de pouca manutenç...

Meu passeio a uma casa indiana

Oferecer o chai para visitantes



A ingestão do chá é comum para os indianos. A prática surgiu na China, em meados do ano 250 a.C., mas foi introduzida na cultura hindu somente por volta de 1280 d.C., 

O costume de adicionar leite e especiarias à infusão das ervas, ficou conhecida como chai. É essa a composição que os indianos oferecem para seus visitantes. Aceitá-lo sinaliza respeito e agradecimento à hospitalidade do anfitrião.

2. Comer somente com a mão direita

Comer com as mãos é prática comum em toda a Índia. Até em grandes cidades, com shoppings e hotéis para estrangeiros, o uso de talheres é opcional. Contudo, a prática é vista com bons olhos quando a alimentação é feita utilizando a mão direita.

O lado superior esquerdo está ligado à higiene íntima e limpeza, de forma geral. Na hora da refeição, essa mão é utilizada apenas para manusear pratos e vasilhas com comida. Devemos manter esse hábito ao visitar o país ou comer na casa de indianos.

3. Acionar a buzina para outra finalidade

Os turistas consideram o trânsito local um espetáculo digno de ser assistido. Nele, encontramos carros, riquixás, animais e pedestres transitando simultaneamente, sem faróis ou sinalização, mas, com uma harmonia admirável e sem grandes acidentes.

Por isso, é comum ouvir buzinas frequentes nas ruas. Se para o ocidente o sinal sonoro significa advertência e repreensão, nas capitais hindus servem apenas para indicar ao motorista que você está atrás ou ao lado dele, ajudando a se orientação no tráfego.

4. Cumprimentar com Namastê

Apesar de existirem dezenas de verbetes para cumprimentos na língua hindi, saudações como bom dia, boa tarde, por favor ou até logo são raramente utilizadas no cotidiano. As formas comuns para dizer todas essas expressões são o Namaskar ou Namastê, a última, bem conhecida entre os pratican

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A expressão tem origem na religião e traduz parte da espiritualidade indiana. Dentre inúmeras traduções e significados, a mais conhecida é “o deus que habita em mim, reverencia o mesmo deus que habita em você”. Para os hindus, somos uma centelha da divindade e merecemos respeito e reverência, assim como animais e outras formas de vida.

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