Benefícios de manter uma rotina de alongamentos diários

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Benefícios de manter uma rotina de alongamentos diários ​Dedicar alguns minutos do dia para alongar o corpo é um hábito simples, mas que traz reflexos profundos para a saúde física e mental. Com a rotina cada vez mais sedentária e as longas horas que passamos sentados na frente do computador ou mexendo no celular, a musculatura tende a acumular tensões e dores. ​O alongamento ajuda a aumentar a flexibilidade e melhora a circulação sanguínea, o que reduz aquela sensação de corpo rígido e pesado ao acordar ou no final do expediente. Movimentos leves nas articulações ajudam a alinhar a postura e evitam dores crônicas nas costas e no pescoço. ​Além dos ganhos para o corpo, esse momento funciona como uma pausa necessária para desacelerar a mente. Focar na respiração enquanto alonga ajuda a diminuir os níveis de estresse e traz uma sensação imediata de bem-estar e relaxamento para encarar as tarefas diárias. ​O melhor de tudo é que não é preciso ter equipamentos ou muito tempo livre. Mov...

vagem do jucá fruto amazônico contra a leishmaniose

fruto amazônico que pode baratear e simplificar o tratamento da leishmaniose

Emulsão é feita a partir da vagem do jucá, já usada por ribeirinhos da região em forma de chá para tratar diversas doenças; em testes com roedores, aumento de feridas caiu de 300% para 25%.

 


m fruto amazônico amplamente utilizado como remédio caseiro pelas populações ribeirinhas da região pode ser a chave para ajudar a baratear e simplificar o tratamento da leishmaniose, doença que provoca ulcerações na pele e que atinge cerca de 3 mil pessoas ao ano no Brasil.
Um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) testa um creme fitoterápico à base do jucá (Libidibia ferrea) como terapia alternativa às dolorosas injeções do tratamento contra a leishmaniose do tipo tegumentar (LT).
Os testes iniciais com o creme, em roedores, foram animadores. Segundo os pesquisadores, os animais tratados com o preparado à base do jucá tiveram 25% de crescimento de lesões relacionadas à doença, em comparação ao aumento de 300% dos animais que não receberam nenhum tratamento.
O estudo, que começou no Laboratório de Leishmaniose e Doenças de Chagas do Inpa, tem o objetivo de desenvolver um medicamento eficaz, de uso tópico e com uma logística de distribuição simplificada para auxiliar os pacientes que moram em áreas de difícil acesso.
A ideia é que o creme feito com a planta possa ser associado à medicação recomendada pelo Ministério da Saúde e usada há mais de 50 anos, o glucantime, para agir como coadjuvante no tratamento da leishmaniose tegumentar.
O jucá, também conhecido como pau-ferro, é um velho conhecido dos ribeirinhos da região amazônica, muito utilizado por eles em forma de chá como remédio caseiro para diversas enfermidades.
Árvore nativa do Brasil, ele está amplamente presente nas regiões Norte e Nordeste. Tem propriedades antissépticas, antienvelhecimento, antioxidantes e antipigmentação. Também é usado como adstringente, antidiarreico, cicatrizante, sedativo, tônico, anti-inflamatório, expectorante e até mesmo afrodisíaco leia mais aqui
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