Cuidados com tatuagem infectada

Imagem
 Cuidados com tatuagem infectada  A coisa mais importante antes de tratar a tatuagem infectada é reconhecer uma. Normalmente, a pele em torno de uma tatuagem recentemente feito será pruriginosa e vermelha com um inchaço, que é absolutamente normal, até pelo menos 24 horas. Se o inchaço não diminuiu depois de um dia e as dores também tem acentuado, então ele poderia ser o início de uma infecção, e você deve começar o conselho de seu médico. No entanto, em certos casos, a infecção é profundamente enraizada na pele, e os sintomas superficiais não são reconhecíveis até depois de alguns dias de começar a tatuagem. Os sinais de uma infecção pode variar, mas você pode atente para alguns deles:   descarga esverdeado / amarelado da tatuagem pode indicar a formação de pus e profunda infecção. Se você notar isso, você deve imediatamente visitar uma organização de saúde nas proximidades.   Um outro sinal de infecção na tatuagem pode ser a tempera...

difteria, uma doença ‘extinta’, volta a ser ameaça global

Como a difteria, uma doença ‘extinta’, volta a ser ameaça global

A doença é um problema que já existe e é documentada há anos. Atualmente, o tratamento é feito com antibióticos e existe também uma vacina disponível. No entanto, tudo isto esta incerto agora, de acordo com o estudo.

EVOLUIÇÃO DA BACTÉRIA

A doença tem ganhado força devido a evolução da bactéria. Sabe-se que a doença é provocada por algumas determinadas cepas da Corynebacterium diphtheriae, que vem evoluindo.


De acordo com o estudo publicado, acredita-se que a vacina disponível atualmente já não é capaz de gerar imunidade contra bacteria, que também já da sinais de resistência aos antibióticos disponíveis.


A doença sofreu uma primeira derrota ainda no fim dos anos 90, quando a vacina foi criada. No entanto, agora a doença tem potencial para voltar a ameaçar. A bactéria esta presente em vários países e foi documentada inclusive no Brasil.

PUBLICIDADE

Para se ter ideia do quanto a doença já era considerada “vencida”, cerca de 85% da população mundial é vacinada contra a difteria. Em vários países, a doença era considerada extinta, inclusive Brasil.

O RISCO DE UMA NOVA PANDEMIA

Existem países do mundo que não possuem programas eficazes de vacinação, além disso, existem pessoas que deliberadamente se recusam a tomar vacinas. Na prática, isso significa que a bactéria continua circulando.

Agora, um estudo publicado na Nature Communications aponta os riscos de um novo surto global da doença, que é altamente transmissível e gera sintomas que podem variar de leves a graves.


A difteria se transmite por gotículas respiratórias e também pode ser transmitida por contato com a pele ferida, no entanto, em menor frequência. A bactéria começa a liberar uma toxina no organismo do paciente.

Nos primeiros dias, a infecção gera dor de garganta e pode causar febre leve. A toxina consegue matar células com as quais entra em contato e se aloja na garganta por um tempo, o que pode causar acúmulo de detritos mortos, causando falta de ar na vítima.


As toxinas também podem gerar um inchaço no pescoço, causado pelo aumento dos gânglios linfáticos. O maior risco para as vítimas da doença é a toxina atingir a corrente sanguínea. Se isso acontece, a doença se torna faltam em metade dos casos.

ESFORÇOS INTERNACIONAIS

O estudo publicado na Nature Communications é resultado de um esforço coletivo entre cientistas do Reino Unido, OMS e Índia, onde o número de casos de Difteria aumentam progressivamente.

O que preocupa os cientistas é exatamente a evolução da bactéria, cujas cepas se tornam cada vez mais resistentes. Se a situação se agravar, os riscos podem gerar uma nova ameaça global e os esforços da ciência são justamente no sentido de evitar isso.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

lentes de contato aumenta chance de pega virus

10 Pimentas Mais Ardidas do Mundo (Escala Scoville)

JACURUTU próstata, gastrite e infecção