Pé de Insulina (Cissus sicyoides): Cultivo e Sabedoria Popular 🌿

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Pé de Insulina ( Cissus sicyoides ): Cultivo e Sabedoria Popular 🌿 ​O interesse em torno do famoso "pé de insulina" ( Cissus sicyoides ou Cissus verticillata ) só cresce. Essa trepadeira rústica é presença garantida em quintais e hortas medicinais por todo o Brasil, sendo muito valorizada pela cultura popular e pelo conhecimento ancestral sobre as plantas do nosso cotidiano. ​Para compartilhar conteúdos sobre essa espécie de forma segura nas redes sociais, o segredo é manter o foco na botânica, no cultivo e na tradição do uso de ervas. ​ O que vale destacar sobre a planta: ​ Identificação e Espécie: Na botânica, o termo "pé de insulina" é um nome popular aplicado a diferentes trepadeiras. Identificar a folha correta antes de qualquer uso é o primeiro passo para o cultivo consciente. ​ Facilidade no Quintal: É uma planta extremamente forte, que se adapta muito bem a vasos grandes, cercas e treliças. Gosta de sol pleno ou meia-sombra e precisa de pouca manutenç...

óleo de chaulmoogra

Pesquisadores da Fiocruz fizeram um estudo históricosobre o
óleo de chaulmoogra
– produto que, até adécada de 40 do século 20, representou a grandeesperança nas tentativas de cura da



hanseníase
,doença que, naquela época, ainda era chamada delepra. As
chaulmoogras
são plantas tropicais cujas sementesfornecem um óleo usado há séculos, na Ásia, para o tratamento dedoenças de pele. O trabalho, publicado no periódico História,Ciências, Saúde – Manguinhos, analisa como o



óleo dechaulmoogra
foi incorporado ao conhecimento científico ocidental,destacando a participação do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) nesseprocesso, sobretudo a partir da década de 20.“O primeiro relato do uso desse óleo advém da tradição oral dospovos hindus que contam a lenda de um rei de Burma. Ao ficar leproso, o rei abandonou o trono e escondeu-se na floresta, onde securou comendo as sementes do fruto de kalaw – nome dado pelosbirmanenses e siameses para a
chaulmoogra Taraktogenos kurzii
”,dizem no artigo os historiadores Fernando Dumas e Letícia Pumar eo químico Antonio Siani. Desde o século 6, as chaulmoogras jáeram citadas em importantes compêndios, como a farmacopéiachinesa Pê-ts’ao-kang-mu (1552-1578) e o dicionário médico árabeMakhzan-al-Aswiya (1771). Contudo, foram a quarta edição daBritish pharmacopoeia e a primeira edição da Farmacopeavenezolana (1898) que marcaram a inclusão das chaulmoogras nasfarmacopéias de países ocidentais
Quando o uso do



óleo de chaulmoogra
para o tratamento dedoenças de pele se tornou conhecido entre os cientistas e médicosocidentais, a ação terapêutica desse óleo passou a ser verificadanos laboratórios e clínicas, dando início ao processo que culminouna sua integração às normas impostas pela terapêutica de estiloocidental”, explicam os pesquisadores no artigo. “Isto ocorreu por volta da metade do século 19, época em que o Império Britânicoexplorava, por meio do estabelecimento das instituições médicas naÍndia, o potencial das tradições locais de uso de plantas medicinais,buscando consolidar esses conhecimentos em farmacopéias e

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