Do Plantio à Mesa: O Resgate dos Saberes da Terra em 2026

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Do Plantio à Mesa: O Resgate dos Saberes da Terra em 2026 Olá! O blog está de cara nova e com energia renovada. Se você chegou aqui pelo nosso antigo endereço, seja bem-vindo ao Saberes da Terra. ​Muitas coisas mudaram, mas o prazer de colocar a mão na terra e colher o próprio alimento continua sendo a maior tecnologia que existe. Em 2026, o foco não é apenas ter uma horta, mas sim criar um ecossistema funcional na sua casa — seja em um quintal grande ou num pequeno vaso na laje. ​O que vamos explorar juntos a partir de agora: ​Cultivo Inteligente: Como otimizar o espaço para ter alimentos frescos o ano todo. ​Uso das Plantas: O conhecimento que vem da roça aplicado ao nosso dia a dia moderno. ​Solo Vivo: Aprender a alimentar a terra para que ela nos alimente com força total. ​A natureza é generosa para quem sabe observar. Vamos juntos redescobrir esses segredos?

óleo de chaulmoogra

Pesquisadores da Fiocruz fizeram um estudo históricosobre o
óleo de chaulmoogra
– produto que, até adécada de 40 do século 20, representou a grandeesperança nas tentativas de cura da



hanseníase
,doença que, naquela época, ainda era chamada delepra. As
chaulmoogras
são plantas tropicais cujas sementesfornecem um óleo usado há séculos, na Ásia, para o tratamento dedoenças de pele. O trabalho, publicado no periódico História,Ciências, Saúde – Manguinhos, analisa como o



óleo dechaulmoogra
foi incorporado ao conhecimento científico ocidental,destacando a participação do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) nesseprocesso, sobretudo a partir da década de 20.“O primeiro relato do uso desse óleo advém da tradição oral dospovos hindus que contam a lenda de um rei de Burma. Ao ficar leproso, o rei abandonou o trono e escondeu-se na floresta, onde securou comendo as sementes do fruto de kalaw – nome dado pelosbirmanenses e siameses para a
chaulmoogra Taraktogenos kurzii
”,dizem no artigo os historiadores Fernando Dumas e Letícia Pumar eo químico Antonio Siani. Desde o século 6, as chaulmoogras jáeram citadas em importantes compêndios, como a farmacopéiachinesa Pê-ts’ao-kang-mu (1552-1578) e o dicionário médico árabeMakhzan-al-Aswiya (1771). Contudo, foram a quarta edição daBritish pharmacopoeia e a primeira edição da Farmacopeavenezolana (1898) que marcaram a inclusão das chaulmoogras nasfarmacopéias de países ocidentais
Quando o uso do



óleo de chaulmoogra
para o tratamento dedoenças de pele se tornou conhecido entre os cientistas e médicosocidentais, a ação terapêutica desse óleo passou a ser verificadanos laboratórios e clínicas, dando início ao processo que culminouna sua integração às normas impostas pela terapêutica de estiloocidental”, explicam os pesquisadores no artigo. “Isto ocorreu por volta da metade do século 19, época em que o Império Britânicoexplorava, por meio do estabelecimento das instituições médicas naÍndia, o potencial das tradições locais de uso de plantas medicinais,buscando consolidar esses conhecimentos em farmacopéias e

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