Pé de Insulina (Cissus sicyoides): Cultivo e Sabedoria Popular 🌿

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Pé de Insulina ( Cissus sicyoides ): Cultivo e Sabedoria Popular 🌿 ​O interesse em torno do famoso "pé de insulina" ( Cissus sicyoides ou Cissus verticillata ) só cresce. Essa trepadeira rústica é presença garantida em quintais e hortas medicinais por todo o Brasil, sendo muito valorizada pela cultura popular e pelo conhecimento ancestral sobre as plantas do nosso cotidiano. ​Para compartilhar conteúdos sobre essa espécie de forma segura nas redes sociais, o segredo é manter o foco na botânica, no cultivo e na tradição do uso de ervas. ​ O que vale destacar sobre a planta: ​ Identificação e Espécie: Na botânica, o termo "pé de insulina" é um nome popular aplicado a diferentes trepadeiras. Identificar a folha correta antes de qualquer uso é o primeiro passo para o cultivo consciente. ​ Facilidade no Quintal: É uma planta extremamente forte, que se adapta muito bem a vasos grandes, cercas e treliças. Gosta de sol pleno ou meia-sombra e precisa de pouca manutenç...

Como saber se uma pessoa próxima está usando crack


O usuário de crack apresenta mudanças evidentes de hábitos, comportamentos e aparência física. Um dos sintomas físicos mais comuns que ajudam a identificar o uso da droga é a redução drástica do apetite, que leva à perda de peso rápida e acentuada – em um mês de uso contínuo, o usuário pode emagrecer até 10 quilos. Fraqueza, desnutrição e aparência de cansaço físico também são sintomas relacionados à perda de apetite.




É comum ainda que o usuário tenha insônia enquanto está sob o efeito do crack, assim como sonolência nos períodos sem a droga. “Os períodos utilizando a droga prolongam-se e os usuários começam a ficar períodos maiores fora de casa, gastando, em média, três dias e noites inteiros destinados ao consumo do crack. Neste contexto, atividades como alimentação, higiene pessoal e sono são completamente abandonadas, comprometendo gravemente o estado físico do usuário”, afirma o psiquiatra Felix Kessler.



Sinais físicos como queimaduras e bolhas no rosto, lábios, dedos e mãos podem ser sinais do uso da droga, em função da alta temperatura que a queima da pedra requer. “Também se notam em alguns casos sintomas como flatulência, diarréia, vômitos, olhos vermelhos, pupilas dilatadas, além de contrações musculares involuntárias e problemas na gengiva e nos dentes”, aponta Fátima Sudbrack, coordenadora do Programa de Estudos e Atenção às Dependências Químicas (Prodequi) da Universidade de Brasília (UnB).



Comportamento Falta de atenção e concentração são sintomas comuns, que levam o usuário de crack a deixar de cumprir atividades rotineiras, como freqüentar trabalho e escola ou conviver com a família e amigos. “O dependente apresenta algumas atitudes características, como mentir e ter dificuldades de estabelecer e manter relações afetivas. Muitas vezes apresenta comportamentos atípicos e repetitivos, como abrir e fechar portas e janelas ou apagar e acender luzes”, afirma Laura Fracasso, psicóloga da Instituição Padre Haroldo.



O usuário de crack também pode experimentar alucinações, sensações de perseguição (paranóia) e episódios de ansiedade que podem culminar em ataques de pânico, por exemplo. Isolamento e conflitos familiares são comuns. O dependente pode, ainda, passar a furtar objetos de valor de sua própria casa ou trabalho para comprar e consumir a droga. “O humor pode ficar desequilibrado em função do uso ou falta da droga. O usuário alterna entre estados de apatia e agitação”, diz Fátima Sudbrack.

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