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sábado, 3 de junho de 2017

Autoexame da Tireoide COMO FAZER


Autoexame da Tireoide

Enquete realizada pelo site da SBEM Nacional mostra que a grande maioria das pessoas não conhece ou não faz o autoexame da tireoide. De acordo com a pesquisa online, 40,8% dos internautas afirmaram que não fazem o exame, 35,6% disseram nunca ter ouvido falar dele e apenas 23,6% o fazem.

A tireoide é uma glândula em forma de borboleta que está localizada logo abaixo do pomo de Adão, o popular gogó. Embora pequena, ela é importante para o bom funcionamento de vários órgãos, como coração, fígado, rins, ovários, entre outros, além de produzir os hormônios denominados T3 e T4, combustíveis das células do nosso organismo. Problemas na tireoide podem fazer com que ela produza esses hormônios em excesso ou em quantidade insuficiente, causando o hipertireoidismo ou hipotireoidismo, respectivamente.

Outro problema relacionado à tireoide são os nódulos tireoidianos, caroços que aparecem na glândula, mais comumente nas mulheres e mais frequentemente com o envelhecimento. Eles podem ser únicos ou múltiplos, de tamanhos variados, e estão presentes em 5% a 10% da população adulta. Cerca de 5% dos casos podem representar algum tipo de câncer.

Além da estética, os nódulos podem causar incômodo no pescoço, dificuldade para engolir e até desconforto respiratório, dependendo do seu tamanho. Eles podem ser detectados apalpando a região do pescoço. Embora fácil de ser diagnosticado, ele deve ser confirmado pelo médico endocrinologista através de exame clínico e complementar.

Autoexame da Tireoide
Para realizar o autoexame, você vai precisar de um espelho com cabo e um copo d'água.

1. Segure o espelho procurando em seu pescoço a região abaixo do pomo de Adão (gogó). Sua tireoide está localizada nesta área.

2. Focalize esta área com o espelho estendendo a cabeça para trás para facilitar a visualização.

3. Beba um gole d'água.

4. Ao engolir, observe em seu pescoço se existe alguma saliência ou elevação localizada. Repita este teste várias vezes, se necessário.

5. Observe se existe algum nódulo ou saliência. Ao notar alguma alteração, procure um endocrinologista para obter orientações.

Tratamento

O tratamento varia de acordo com o tamanho do nódulo e se ele está produzindo muito hormônio, ou não. Quando indicada pelo endocrinologista, é feita uma pequena retirada de células do nódulo, através de uma punção. Tal medida ajuda os médicos a orientar seus pacientes sobre o tratamento correto.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Pílula do câncer (Fosfoetanolamina Sintética) DOCUMENTARIO








 

Segundo a legislação, para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária reconheça uma droga como um medicamento legal, permitindo assim sua fabricação e comercialização, é preciso que o produto, através de comprovação científica e de análise, “seja reconhecido como seguro e eficaz para o uso a que se propõe, e possua a identidade, atividade, qualidade, pureza e inocuidade necessárias”.
Tratando-se de um medicamento novo, é exigido que sejam oferecidas “amplas informações sobre a sua composição e o seu uso, para avaliação de sua natureza e determinação do grau de segurança e eficácia necessários”. Essa aprovação só pode ser alcançada após a realização de testes em seres humanos, que servirão como base para a comprovação de que os benefícios do medicamento superam seus eventuais riscos.
A complexidade de formas, variações, reações e transformações através das quais uma doença como o câncer se manifesta torna improvável a ideia uma cura definitiva para essa doença. Ainda assim, a fosfoetanolamina, composto químico sintetizada por um brasileiro, que supostamente possui função antitumoral, apresentando resultados relevantes no combate ao câncer, tem colocado a comunidade médica e os pacientes em natural polvorosa.
Um tratamento menos invasivo e debilitador, levando quem sabe à cura dessa doença, pode estar na esquina da história, aguardando somente o cumprimento desses testes e burocracias para poder ser enfim colocado no mercado e na corrente sanguínea dos que mais precisam.
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Foto © Cecília Bastos
A fosfoetanolamina é um composto orgânico, presente no organismo de diversos mamíferos, que ajuda a formar as membranas celulares e possui ainda função sinalizadora, informando ao organismo processos e situações atravessadas pelas células.
No final da década de 1980, uma versão artificial desse composto foi sintetizada pelo químico Gilberto Orivaldo Chierice, então professor do Instituto de Química de São Carlos (IQSC), hoje aposentado. Por sua alegada eficiência em combater, reduzir e até curar tumores, naturalmente que a procura pela droga por pacientes foi desde então intensa.
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O químico Gilberto Chierice. Foto © Rogério Cassimiro/ Revista Época
Por mais de 20 anos, o químico distribuiu gratuitamente e por iniciativa própria a fosfoetanolamina para diversos pacientes que, em sua maioria, relataram melhoras significativas e até a cura da doença. Uma portaria da USP, universidade a qual o IQSC é ligado, no entanto, proibiu em 2014 a distribuição do medicamento, justamente pela falta de testes, pesquisas, registro e autorização da Anvisa.
A universidade afirmou não possuir meios para a realização dos testes nem para a produção em larga escala. Desde então, diversas liminares foram concedidas pela justiça para permitir a pacientes o acesso ao medicamento. Contudo, a fosfoetanolamina não possui registro na Anvisa e, por isso, ainda não pode ser comercializada no Brasil.
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Fórmula. Arte © Patrick Rodrigues
Trata-se de um dilema labiríntico e angustiante para os que têm pressa de cura. Para conseguir o registro e, assim, sua autorização, o medicamento precisa ter sido testado tanto em não humanos quanto em humanos, e cumprir uma série de exigências e procedimentos documentais. É claro que tais processos possuem fundos sanitários e de segurança importantíssimos, mas sua realização pode ser demorada e caríssima. Sem tais testes, no entanto, é impossível afirmar com segurança que um medicamento seria realmente eficiente, e que não seria uma ameaça para pacientes em estado terminal, por exemplo.
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Fonte: Revista Época. Arte © Vitor Paiva
Segundo entrevista do próprio Chierice a EPTV, filiada da Rede Globo, a substância não teria ainda chegado ao mercado por má vontade das autoridades. O químico afirma que procurou por diversas vezes a Anvisa, que alegou que faltavam dados clínicos em sua pesquisa, já publicada em diversas das principais revistas científicas do mundo.
A ausência de dados clínicos, segundo ele, não impediu que outros medicamento fossem aprovados no Brasil. “Essa é a alegação de todo mundo, mas está cheio de remédios nesse país que não tem dados clínicos”, afirma o cientista. A agência nega qualquer contato por parte de Chierice.
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Gilberto Chierice. Foto: reprodução EPTV
Uma das consequências apontadas por Chierice dessa demora será o interesse de outros países pelo desenvolvimento do remédio. “Nós poderemos ter que comprar esse medicamento a custo de mercado internacional”, diz Chierice. “Mas, se não for possível aqui, a melhor coisa é outro país fazer, porque beneficiar pessoas não é por bandeira”, afirma, para em seguida categoricamente enunciar que a fosfoetanolamina é sim uma possível cura para o câncer.
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Fonte/Arte © Jornal de Santa Catarina
É inevitável cogitar sobre interesse escusos de grandes laboratórios em impedir o surgimento de um medicamento que torne obsoletos os caríssimos tratamentos contra o câncer já aprovados e utilizados não só no Brasil, como em todo mundo, ameaçando as gigantescas cifras da chamada “indústria do desespero”. Mexer com tais valores, especialmente em um mercado tão urgente e, ao mesmo tempo, de fiscalização tão técnica e especializada (deixando qualquer aval, proibição, ou até mesmo entendimento real nas mãos das agências e especialistas), é necessariamente adentrar um processo caudaloso.
Negar o poder de fogo do lobby da indústria farmacêutica seria ingenuidade leviana em questão tão sensível para a população – o que pode natural e intuitivamente nos levar a questionar inclusive os métodos da Agência para a aprovação de um novo medicamento.
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Em cima: o Instituto de Química de São Carlos (IQSC); Embaixo: Fila de interessados no remédio. Divulgação.
Segundo o testemunho de uma pessoa que preferiu não se identificar (parente de uma paciente de câncer, que chegou a utilizar o medicamento, também apresentando melhoras significativas), o acesso à fosfoetanolamina hoje enfrenta problemas similares a qualquer produto vendido pelo mercado negro. “O custo é alto e sem controle, e os riscos envolvem não só a ameaça pela qualidade do produto, como pela ilegalidade e o perigo do roubo e da violência, visto que o interesse pelo remédio por parte da população é imenso”. A incidência de roubos seria proporcional ao interesse e ao alto custo da medicação.
Na internet são diversos os relatos de pessoas que, mesmo com liminares para o recebimento do medicamento, tiveram dificuldades em retirar o produto nos correios ou mesmo em encontrar a encomenda.
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Manifestações na internet e nas ruas pela liberação da Fosfo. Divulgação.
Em nota técnica emitida em 2015, a Anvisa esclarece que não há qualquer registro concedido ou pedido de registro sequer para medicamentos com o princípio ativo fosfoetanolamina, nem mesmo para fins de pesquisa envolvendo seres humanos. Assim, a agência não poderia reconhecer, “por absoluta falta de dados científicos”, segundo a nota, a eficácia da fosfoetanolamina para o tratamento do câncer, e por isso não recomenda o uso ou muito menos a substituição de tratamentos já prescritos e estudados por um medicamento ainda não avaliado.
São diversas as academias de medicina, profissionais e entidades especializadas que se posicionam de forma semelhante, não recomendando o uso de uma substância sem que ela tenha sido devidamente testada e aprovada pela Anvisa.
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Protestos via youtube pela liberação do remédio. Reprodução YouTube.
Alguns relatos sobre o efeito da droga, no entanto, podem ser lidos até mesmo pelo Facebook. Uma usuária, moradora da Alemanha, conta através de um post que recebeu a doação da USP e, “para total espanto dos médicos, o tumor regrediu 3 cm e eu senti melhor do que nunca”.
Segundo a postagem, seu ânimo e apetite melhoraram sensivelmente, e seu médico alemão teria recomendado que ela continuasse o tratamento. Ela, entretanto, afirma que não pôde mais receber o medicamento e, com isso, o tumor teria voltado a crescer. “Minha única chance atualmente é a Fosfo”, ela escreve. “Minha vida está nas mãos de quem pode ou não liberar as liminares e aumentar a produção”.
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Posts retirados do Facebook sobre o uso do medicamento.
Diante do impasse, os governos dos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul informaram que realizarão os testes que faltam para a conclusão da pesquisa.
Enquanto isso, alguns deputados mineiros estão se mobilizando para transformar Belo Horizonte no primeiro polo produtor do medicamento. A movimentação pela agilização do processo vem também do próprio Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, que liberou R$ 10 milhões para que pesquisas possam ser concluídas em um período de dois anos, a fim de determinar a eficácia e a segurança do uso da substância. A empreitada mineira será uma parceria entre a USP e a Fundação Ezequiel Dias, a Funed, que, se tudo der certo, segundo a própria fundação em reportagem para O Globo, começará a produção do medicamento em março, com distribuição para todos os estados do Brasil.
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O medicamento. Reprodução EPTV.
Em São Paulo, os testes serão realizados em cinco hospitais da rede estadual, com participação de até 1000 pacientes. Segundo David Uip, secretario estadual de saúde do estado, em paralelo à elaboração dos padrões para a realização dessas pesquisas, será enviada uma solicitação à USP e a Gilberto Chierice, pois a fosfoetanolamina é uma droga patenteada por Chierice. Os critérios para a seleção de pacientes envolvidos na pesquisa ainda não foram divulgados, mas a ideia é contemplar diversos tipos da doença, para justamente medir a atuação do medicamento sobre as variações de atuação do câncer no corpo humano.
O fato é que, para além de nossas esperanças e nossos desejos, até que se realizem tais testes, a fosfoetanolamina é somente uma promessa aparentemente boa mas ainda muito arriscada e perigosa. Se essa é uma falsa promessa ou se o medicamento se tornará de fato um marco ou até mesmo o ponto de chegada na busca pela cura do câncer, isso só os resultados desses testes poderão responder. Mas é fundamental que os motivos, os processos e as decisões ao redor da avaliação do medicamento sejam objetivos e transparentes.
Da mesma forma, é de suma importância que as razões de ser de qualquer que seja cada decisão tomada pela Anvisa e pelos laboratórios e instâncias governamentais envolvidas daqui pra frente se deem não em nome do dinheiro ou do poder, mas sim, das conquistas científicas e do bem estar da população como um todo – independentemente da aprovação ou não do medicamento.
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Fosfoetanolamina. Divulgação USP.
Veja abaixo a reportagem do Domingo Espetacular, da Rede Record, sobre o medicamento, e outros vídeos sobre o tema:
Fosfoetanolamina: a droga brasileira que promete curar o câncer

 

 

 

 

 

 

 

 

 

depoimentos de pessoas que foram curadas com a fosfoetanolamina





Relato de caso número 1

Relato de caso número 2

Relato de caso número 3

Relato de caso número 4

Relato de caso número 5

Relato de caso número 6

Relato de caso número 7

Relato de caso número 8

Relato de caso número 9

Relato de caso número 10

Relato de caso número 11

Relato de caso número 12

Relato de caso número 13

Relato de caso número 14

Relato de caso número 15

Relato de caso número 16

Relato de caso número 17

Relato de caso número 18

Relato de caso número 19

Relato de caso número 20

Relato de caso número 21

Relato de caso número 22



Relato de caso número 23
Relato de caso número 24

Relato de caso número 25

Relato de caso número 26

Relato de caso número 27

Relato de caso número 28

Relato de caso número 29


Relato de caso número 30


ara ler a nota de esclarecimento do ISQC, clique aqui. Para ler o portal da Anvisa sobre a Fosfoetanolamina, clique aqui.
O Hypeness já falou em reportagem recente sobre outros avanços no combate ao câncer. Relembre aqui.

Os Herdeiros da Pílula do Câncer

Campanha para Doação de Leite Humano "Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa"

Com o slogan "Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa", a campanha aborda a necessidade do leite humano ao desenvolvimento dos bebês, como única fonte de alimento até os seis meses de idade
Com o objetivo de conscientizar a sociedade para a importância da doação de leite humano e incentivar a prática entre mães que amamentam, o Ministério da Saúde, em parceria com a Rede Global de Bancos de Leite Humano, lançou, nesta terça-feira (16), a Campanha Doe Leite Materno. A amamentação é o principal fator de redução da mortalidade na infância e, por isso, a campanha prevê o aumento do número de novas doadoras voluntárias, bem como do volume de leite humano coletado e distribuído aos recém-nascidos prematuros e de baixo peso, internados no Brasil.

Durante o lançamento, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, destacou que o Brasil é referência mundial em doação de leite. “Este reconhecimento é mais uma conquista do SUS. O Ministério da Saúde continuará dando todo o apoio necessário para estimular cada vez mais a amamentação e a doação de leite entre as mães brasileiras, práticas que contribuíram para a redução da mortalidade infantil em todo o mundo. Espero que no próximo ano possamos comemorar um avanço no número de doações e bebês beneficiados. Doar leite humano é salvar vidas”, afirmou o ministro.
No evento, estiveram presentes, além do ministro da Saúde, Ricardo Barros, a atriz e embaixadora da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, Maria Paula, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, entre outras autoridades. Os ministros de Cabo Verde e Equador, países para quem o Brasil exporta técnicas de baixo custo para implantar bancos de leite, participaram dos seus países, por meio de conferência.
O governador Rodrigo Rollemberg destacou os resultados já alcançados no DF. “Tenho orgulho em dizer que o Distrito Federal é referência nacional em doações de leite materno. Conseguimos este resultado com o esforço de todos os profissionais, principalmente do Corpo de Bombeiros, que participa inteiramente do processo de coleta. Hoje, o DF possui 13 bancos de leite com o padrão ouro. Continuaremos com todo o empenho necessário para manter e ampliar este resultado”, destacou o governador.
A embaixadora Maria Paula reforçou a importância das mães doarem o leite materno. “A maternidade foi um divisor na minha vida. De artista, me transformei em ativista deste projeto tão maravilhoso que salva vidas. Doar leite materno possibilita que os bebês prematuros tenham sua vida preservada. Se todas as mães doarem um pouquinho do seu leite, a gente consegue mudar o mundo em apenas uma geração”, ressaltou Maria Paula.
Os Bancos de Leite Humano (BLH) são casas de apoio à amamentação que surgiram como uma estratégia de qualificação da assistência neonatal em termos de segurança alimentar e nutricional, com foco em ações que ajudam a reduzir a mortalidade infantil em instituições hospitalares. O trabalho é voltado a crianças que demandam cuidados especiais em unidades de terapia semi-intensiva e intensiva, ou seja, bebês que nasceram prematuros, com baixo peso. São crianças que, pelas mais variadas razões, precisam de uma atenção especializada.
A estratégia de Bancos de Leites Humano (BLHs) do Brasil, desenvolvida há 32 anos pelo Ministério da Saúde, já beneficiou, entre os anos de 2009 e 2016, mais de 1,8 milhão de recém-nascidos. Contou com o apoio de mais de 1,3 milhão de mulheres doadoras, com aproximadamente, 1,4 milhão de litros de leite coletados. Em 2016, os BLHs do país, registraram mais de 300 atendimentos em grupos, 1,7 milhão de atendimentos individuais e aproximadamente, mais de 270 mil atendimentos domiciliares.
Neste mesmo período, em todo o mundo, mais de17,8 milhões de mulheres foram assistidas por BLH. Foram mais de 1,5 milhão de litros de leite doados por 1,8 milhão de mulheres doadoras e mais de 1,5 recém-nascidos beneficiados.
Para Gisele Bortolini, mãe da pequena Helena, o trabalho do Banco de Leite foi fundamental para o desenvolvimento da sua filha, que nasceu prematura, com 30 semanas. “A doação de leite humano realmente salva vidas. Tive uma gravidez complicada com diagnóstico de pré-eclampsia. Minha filha passou quatro meses no hospital e o banco de leite foi fundamental para o desenvolvimento dela. A amamentação é um momento muito importante para o bebê e um período de solidariedade entre as mães”, reforçou Gisele.
MAIOR REDE - O Brasil possui a maior e mais complexa rede de banco de leite do mundo. Hoje, existem no país 221 BLH, em todos os estados e Distrito Federal, e 186 Postos de Coleta, além da coleta domiciliar. O modelo brasileiro de bancos de leite humano é focado na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, exclusivo, até os seis meses e continuidade da amamentação por dois anos ou mais. Além de coletar e distribuir leite humano de qualidade a bebês prematuros e de baixo peso, contribuindo para a diminuição da mortalidade infantil.
Todo leite coletado nos bancos passa por um rigoroso controle de qualidade, antes de ser distribuído, e é fornecido de acordo com as necessidades de cada criança. No Brasil, nascem aproximadamente 3 milhões de bebês por ano, sendo que 332 mil são prematuros ou vêm ao mundo com baixo peso (menor de 2,5kg). Muitas dessas crianças precisam permanecer internadas assim que nascem até terem condições de ir para a casa. Esses bebês têm melhores chances de sobrevivência e recuperação, se a alimentação com leite humano for ofertada.
Apesar das mobilizações já realizadas, o número de doações de leite humano ainda é baixo em relação à demanda. Hoje, a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano consegue suprir aproximadamente 60% da demanda para os recém-nascidos prematuros e de baixo peso internados nas UTI Neonatais do Brasil. Isso significa que cerca de 40% dos bebês internados que precisam não podem contar com o leite humano na sua alimentação. Por isso o Ministério da Saúde, em parceria com a rBLH, realiza todos os anos uma campanha, para estimular que amamentam a adotar a prática.
A doação de leite humano, além proporcionar o alimento mais completo que existe para bebês internados, também representa uma economia de R$ 180 milhões para o país com a diminuição da necessidade de compra de fórmulas artificiais para recém-nascidos prematuros nas maternidades do SUS.
A amamentação é a forma de proteção mais econômica e eficaz para redução da mortalidade infantil, pois permite grande impacto na saúde da criança, diminuindo a ocorrência de diarreias e infecções, principais causas de morte de recém-nascidos, ao mesmo tempo em que traz inúmeros benefícios à saúde da mulher, como a redução das chances de desenvolver câncer de mama e de útero. Estima-se que o aleitamento materno seja capaz de diminuir em até 13% a morte de crianças menores de 5 anos em todo o mundo por causas preveníveis. Nenhuma outra estratégia isolada alcança o impacto que a amamentação tem na redução das mortes de crianças nessa faixa etária.
COOPERAÇÃO INTERNACIONAL - O Brasil transfere os princípios utilizados na implantação do BLH, capaz de alinhar baixo custo com alta tecnologia, a 24 países ao redor do mundo: Angola, Argentina, Bolívia, Belize, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Moçambique, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.
São acordos firmados de cooperação técnica para a implantação do banco de leite humano no país. Em todos os casos, são realizadas visitas exploratórias de técnicos de ambos os países para receber orientação e capacitação em banco de leite humano.
A cooperação internacional começou nos anos 80, quando os bancos de leite humano passaram a constituir uma Política de Saúde Pública no Brasil – país que lidera o movimento internacional em prol da amamentação e da doação de leite humano, por meio da Agência de Brasileira de Cooperação (ABC) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Desde então, os resultados positivos para o aprimoramento da atenção à gestante e a recém-nascidos internados em unidades neonatais – e a redução da mortalidade infantil no país – chamaram atenção da comunidade internacional para a estratégia nutricional praticada pelo Brasil.
Em 2001, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a rBLH-BR como uma das ações que mais contribuíram para redução da mortalidade infantil no mundo, na década de 1990. De 1990 a 2012, a taxa de mortalidade infantil no Brasil reduziu 70,5%.
SERVIÇO - Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite humano, basta estar saudável e não tomar nenhum medicamento que interfira na amamentação. Por isso, quem estiver amamentado e quiser doar, basta procurar o banco de leite humano mais próximo ou ligar para o Disque Saúde, no número 136.
Não existe quantidade mínima para fazer a doação. Qualquer quantidade é importante. Um pote de 300 ml de leite humano, por exemplo, pode alimentar até 10 recém-nascidos internados. Por isso, a mulher não precisa se preocupar em encher o pote para fazer a doação. Todo leite doado é analisado, pasteurizado e submetido a rigoroso controle de qualidade pelos Bancos de Leite Humano antes de ser ofertado a uma criança.
Antes da coleta, é aconselhável que a doadora faça uma higiene pessoal, cobrindo os cabelos com lenço ou touca, usando pano ou máscara sobre o nariz e a boca, lavando bem as mãos e os braços, até o cotovelo, com bastante água e sabão. As mamas devem ser lavadas apenas com água e, em seguida, secadas com toalha limpa. O leite deve ser coletado em local limpo e tranquilo. O leite humano extraído para doação pode ficar no freezer ou no congelador da geladeira por até 10 dias. Nesse período, deverá ser transportado ao banco de leite humano mais próximo da sua casa.

Por Nicole Beraldo, da Agência Saúde
Atendimento à Imprensa
(61) 3315-3880/3580

terça-feira, 16 de maio de 2017

tabela chinesa para saber o sexo do bebê

tabela chinesa verdadeira para saber o sexo do bebê

 

Faça o teste com a tabela chinesa verdadeira para saber o sexo do bebê e diminua a ansiedade para descobrir o sexo do bebê!
Ao descobrir a gravidez, toda mulher nutre uma imensa curiosidade para saber qual é o sexo do bebê: será menino ou menina? Às vezes a curiosidade é tanta que não dá para esperar pelo resultado via ultrassonografia. Nestes casos, as gestantes recorrem a métodos populares antigos que prometem revelar qual é o sexo do bebê. Um destes métodos é a tabela chinesa. Você já ouviu falar nela? Então veja mais a seguir:

Tabela chinesa verdadeira para saber o sexo do bebê 

A tabela chinesa, oriunda do país asiático, tem mais de 700 anos de história e tradição. Segundo especialistas no assunto, ela é capaz de acertar a maioria dos casos.

Como funciona?

De um lado da tabela está a idade lunar da gestante, ou seja, a idade em que engravidou. Do outro, está o mês de concepção do bebê.
Para descobrir sua idade lunar, a gestante precisa apenas considerar sua idade quando engravidou e acrescentar mais “um”. Caso a mulher tenha nascido nos meses de janeiro ou fevereiro não é necessário somar mais “um”.
Tendo em mãos a idade lunar e o mês da concepção, basta cruzar as informações na tabela: se der quadradinho azul o bebê será menino, se der rosa será uma menina.

Como calcular a idade?

Segundo estudos, na China a criança já nasce com um ano de idade e completa dois anos no dia do ano novo chinês, que não tem data fixa anual.
Portanto, para utiliza-la é necessário que se saiba a idade da mãe segundo o calendário chinês. De um modo geral, menos para quem nasceu em janeiro ou fevereiro, a idade é de um ano a mais do que sua idade no ocidente. Caso você tenha nascido entre janeiro e fevereiro, sua idade é a mesma.


O método é mesmo eficiente? 

Apesar de os chineses dizerem que o método é 99% eficiente, não há qualquer comprovação científica de que a tabela chinesa verdadeira para saber o sexo do bebê  e pode não funcionar, principalmente quando a gestação é múltipla. Sendo assim, se a mulher deseja realmente ter certeza do sexo de seu bebê, deve esperar para fazer o exame de ultrassom ou o exame de sangue denominado sexagem fetal, que considera a presença de hormônios na corrente sanguínea materna para determinar se o bebê é menino ou menina.

Origem da tabela

Há diferentes histórias sobre a origem da famosa tabela chinesa, porém todas concordam que ela se baseia na idade chinesa da mãe e no mês em que a criança foi concebida, sempre de acordo com o calendário lunar chinês.

Tabela chinesa funciona mesmo? É confiável? 

Há alguns problemas com a tabela chinesa, quando analisadas à luz do que se sabe atualmente, com o advento da ciência. Esses problemas são de origem teórica e racional, uma vez que cientistas não comprovaram a eficácia da tabela até os dias atuais.
Muitos cientistas, pelas previsões contrariarem as probabilidades, acreditam que a tabela é somente superstição. Por exemplo, nenhum fato científico explica o porque das mães com 30 anos que foram fecundadas no mês de junho terem sempre filhos homens e as de 21 somente os terem caso a concepção ocorra em janeiro.
Outras dúvidas também surgem, como por exemplo a impossibilidade de se saber exatamente o dia em que o bebê foi concebido, e o fato de ser o homem quem tem papel determinante no sexo do bebê, e não a mulher.
Resumindo: 
Afinal, esse teste dá certo mesmo? É mito ou verdade? A conclusão é que os especialistas não estraram em um acordo sobre a veracidade ou não da tabela em pleno ano de 2017 . Alguns acreditam que a tabela tem baixa credibilidade por não ser cientificamente comprovada e apresentar uma baixa taxa de acerto. Um estudo na Suécia tirou os dados de cerca de 3,4 milhões de mulheres que tiveram filhos entre 73 e 2006. A taxa de acerto com esse grupo foi de cerca de 50%, ou seja, igual a probabilidade do filho ser do sexo masculino ou feminino. Há ainda outros estudos que comprovam isso.

MISSAO TRANSPLANTE doação transplante de órgãos e tecidos no Brasil


 
Header - Segundo Vídeo
 
 
 
 
 
 
 
Órgãos vinculados à divulgação e à gestão da estrutura responsável por viabilizar os transplantes de órgãos e tecidos no País
Na campanha deste ano, estão envolvidos os seguintes órgãos federais:
 Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
 Ministério da Saúde
 Ministério da Defesa
 Força Aérea Brasileira
 
 
 
 
 
Websérie Missão Transplante mostra como funciona a engrenagem que move a doação e o transplante de órgãos e tecidos no Brasil; 95% dos transplantes no País são financiados pelo Sistema Único de Saúde
No primeiro semestre de 2016, foram realizados 12.091 transplantes no Brasil. No mesmo período, o País bateu recorde, com 1.438 doadores, 7,4% a mais que no mesmo período em 2015. Atualmente, 95% dos transplantes de órgãos são realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Para otimizar os bons resultados, em junho deste ano o presidente Michel Temer determinou, por meio do Decreto nº 8.783, que a Força Aérea Brasileira (FAB) mantenha, permanentemente, um avião no solo pronto para responder a qualquer momento uma solicitação de transporte de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para transplante. 
Menos de quatro meses após a sanção do decreto, a atuação da FAB já viabilizou o transporte de 72 órgãos até agora, sendo 30 corações, 28 fígados, 3 pulmões, 5 pâncreas e 6 rins. Foram 67 missões, e a região centro-sul do País recebeu cerca de 70% desses voos.
Para entender mais sobre como é a participação de todos os órgãos envolvidos nas operações de retirada e transplante de órgãos e tecidos no País, convidamos você a acompanhar a websérie Missão Transplante.
Organizada em capítulos em vídeos, explicamos como foi a experiência do transplante de quem recebeu um órgão doado, a atuação da FAB após a definição do decreto presidencial, o papel das companhias aéreas no transporte de órgãos, a abordagem feita por equipe especializada em doação junto à família que acabou de ter um parente constatado com morte encefálica, mostrar a relevância do Sistema Nacional de Transplantes, entre outras informações sobre a ação que tem salvado vidas pelo País.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Saiba Como Comer Carboidratos Sem Absorver - Dr. Lair Ribeiro



Posologia de Glucobay



O médico deve ajustar a dose ao
paciente, uma vez que a eficácia e a tolerabilidade do produto variam de
indivíduo para indivíduo.

- Terapia adicional em associação com dieta alimentar em pacientes com diabetes melito

Salvo prescrição médica contrária, recomendam-se as seguintes doses:

- Dose:

inicial: 3 x 1 comprimido de 50 mg acarbose/dia

até : 3 x 2 comprimidos de 50 mg acarbose/dia ou 3 x 1 comprimido de 100 mg acarbose/dia

Ocasionalmente poderá ser necessário aumentar a dose para 3 x 200 mg de acarbose/dia.

A dose poderá ser aumentada após 4 a 8 semanas de tratamento e se o
paciente não apresentar resposta clínica adequada. Se ocorrerem reações
desagradáveis a despeito da obediência rigorosa à dieta, a dose não
deverá ser aumentada e, se necessário, deverá ser reduzida. A dose média
é de 300 mg de acarbose/dia (correspondendo a 3 x 2 comprimidos de Glucobay® 50 mg/dia, ou 3 x 1 comprimido de Glucobay® 100 mg/dia).



- Posologia e método de administração para a prevenção de diabetes tipo 2
em pacientes com intolerância à glicose A dose recomendada é a
seguinte:

- Dose

inicial: 1 x 1 comprimido de 50 mg acarbose/dia

aumento p/ 3 x 2 comprimidos de 50 mg acarbose/dia ou 3 x 1 comprimido de 100 mg acarbose/dia

A dose recomendada é 3 x 100 mg de acarbose/dia. O tratamento deve ser
iniciado com a dose de 50 mg de acarbose/dia e aumentada
progressivamente até 3 x 100 mg acarbose/dia dentro de 3 meses.

- Idosos (acima de 65 anos) - Não se recomendam alterações de dose ou de
frequência de administração em razão da idade dos pacientes.

- Crianças - Vide “Advertências e Precauções”

- Insuficiência hepática - Não há necessidade de ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática preexistente.

- Insuficiência renal - Vide Contra-Indicações.



segunda-feira, 8 de maio de 2017

serralha cura vitiligo

O vitiligo é uma doença caracterizada por manchas brancas e de causa desconhecida, trazendo como consequência problemas relacionados à autoestima e ao convívio social.
O tratamento pela medicina comum em geral é feito à base de corticoides, psoralênicos, luz do sol, raios ultravioleta e até cirurgia para transplantar células saudáveis à área despigmentada, o que traz efeitos colaterais e não garante que a mancha não volte mais, pois o tratamento é local, ou seja, não se leva em conta o reequilíbrio do corpo como um todo.
A medicina natural, em contrapartida, oferece poderosas opções de tratamento e sem os desagradáveis efeitos colaterais.
E neste post você vai aprender uma dessas poderosas opções.
Esta é uma velha receita, que já curou muita gente.
Ela é bem simples e o resultado chega muito rápido.
Só tem, além da água, um ingrediente: a serralha.
O que é serralha?
A serralha (Sochus oleraceus) é uma planta que é encontrada facilmente em várias regiões do Brasil.
A foto abaixo vai ajudar você a identificá-la com mais facilidade.Resultado de imagem para serralha cura  vitiligo
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A serralha é consumida como verdura e, por isso, pode ser encontrada em algumas feiras livres e até mesmo no Ceasa.
Ela é ótima para desintoxicar o fígado, aumentar a produção da bílis, aumentar o apetite e combater problemas digestivos.
E tem uma qualidade que ainda é desconhecida da maioria: ela é poderosíssima para curar o vitiligo.
O tratamento é bem simples.
Se você tem vitiligo, vale a pena se esforçar para fazer este tratamento.
Temos certeza que depois dele você será mais um a divulgar os incríveis resultados deste tratamento.
Duvida?
Então, experimente:
O TRATAMENTO
Todos os dias em jejum, tome um copo de suco da raiz da serralha.

No almoço e no jantar, coma as folhas em salada ou refogadas.
E como se faz o suco da raiz de serralha?
Anote:
INGREDIENTES
A raiz de 1 pé de serralha
1 copo de água
MODO DE PREPARO
Bata os ingredientes no liquidificador.
Coe e tome em seguida.
Consuma em jejum.
Logo nos primeiros dias, as manchas começarão a desaparecer.
E em pouco tempo você estará totalmente livre delas.
Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

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