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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Plastica com silicone de graça pelo SUS

Cirurgia de gigantomastia gratuita pelo SUS. É o nome dado para o caso de mulheres que têm os seios muito grandes, também conhecida como cirurgia de redução da mama. A cirurgia de redução evita problemas na coluna por causa do excesso de peso dos seios

Quais cirurgias plásticas são feitas pelo SUS?

As cirurgias plásticas reparadoras cobertas pelo SUS (Sistema Único de Saúde) são feitas em: hospitais-escola, hospitais públicos e hospitais universitários de forma gratuita. Os casos mais frequentes são:
  • Reconstrução mamária após remoção do seio com câncer, que é obrigatório ao SUS pela lei federal nº 10.223 (15/05/2001);
  • Fenda palatina. Este é um problema genético que causa uma deformação na região da boca e no nariz da pessoa;
  • Crianças com lábio leporino. Essa condição parece com o da fenda palatina e pode atingir até os dentes e a gengiva;
  • Queimaduras que levaram a deformações;
  • Redução de estômago (bariátrica);
  • Abdominoplastia para remoção de excesso de pele após cirurgia do estômago;
  • Mudança de sexo. Essa é feita em mulheres que não se identificam com o corpo que têm, modificando os órgãos genitais e os seios;
  • Laqueadura e vasectomia;
  • Orelhas de abano;
  • Catarata;
  • Hiperhidrose (suor excessivo)
  • Gigantomastia. Também conhecida como cirurgia de redução da mama, para o caso de mulheres que têm os seios muito grandes
  • Deficiência ou deformidades no rosto.
É importante verificar se o Estado ou município que você mora tem uma legislação específica que fale sobre esse assunto, para saber que tipo de cirurgia plástica os hospitais cobrem ou não. No Rio de Janeiro e em São Paulo, por exemplo, mulheres que ficaram com sequelas físicas decorrentes de ataques sexuais também podem fazer cirurgias plásticas reparadoras pelo SUS.

Posso fazer uma cirurgia plástica estética pelo SUS?

Sim. Apesar de a lei só falar de cirurgias plásticas reparadoras e funcionais, cada instituição é responsável por analisar cada caso e aprovar ou não. Então, se os profissionais de um hospital avaliarem um pedido de cirurgia plástica estética e acreditarem que seja algo necessário para que a vida do paciente retome a normalidade, e não apenas por vaidade, a cirurgia plástica estética pode ser aprovada sim.

Como conseguir fazer uma cirurgia plástica pelo SUS?

Se você tem algum problema que citamos anteriormente e precisa fazer uma das cirurgias plásticas para ter mais qualidade de vida, aumentar a sua autoestima e a sua vida voltar ao normal, precisa procurar um posto de saúde perto da sua casa e marcar uma consulta para pedir uma avaliação do seu caso. O médico vai te examinar e pode até te encaminhar para um psicólogo ou assistente social antes de tomar uma decisão. Caso você se encaixe nos requisitos, ele te encaminhará para a fila de espera do SUS.
Se o hospital da sua cidade ou município não fizer o tipo de cirurgia que você precisa, mas você tiver o direito de fazer, você deve pedir um encaminhamento para o hospital público da cidade mais próxima que faça esse procedimento.

Quem pode fazer uma cirurgia plástica pelo SUS?

O Sistema Único de Saúde (SUS) prioriza:
  • os casos de nascença
  • casos que a pessoa corre risco de morte
  • casos de doença mais grave
  • e mulheres que passaram pelo câncer de mama.
A preferência é de pessoas que não tenham condições financeiras para fazer esse procedimento em clínicas particulares.

Que documentos preciso apresentar?

A documentação exigida para fazer uma cirurgia plástica pelo SUS pode variar de acordo com o local. Geralmente é exigido o documento de identidade, o cartão do SUS e o encaminhamento médico.

Quanto custa uma cirurgia plástica pelo SUS?

Para fazer uma cirurgia plástica pelo SUS você não precisa pagar nada. A cirurgia é sem custo nenhum pro paciente. Por conta disso, a fila de espera costuma ser grande e dependendo do seu caso, pode demorar bastante para agendar a cirurgia, mas vale a pena.
Talvez você também se interesse por nossos textos sobre:
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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Mebendazol

Mebendazol suspensão oral ou comprimidos 500 mg é indicado para verminoses e parasitoses, no tratamento de infestações simples ou mistas causadas por Enterobius vermicularis,Trichuris trichiura, Ascaris lumbricoides, Ancylostoma duodenale, Necator americanus, Taenia solium e Taenia saginata, em crianças com mais de 1 ...O mebendazol serve para tratar infestações simples ou mistas por Enterobius vermicularis, Trichuris trichiura, Ascaris lumbricoides, Ancylostoma duodenale e Necator americanus.
Mebendazol suspensão oral ou comprimidos 500 mg é indicado para verminoses e parasitoses, no tratamento de infestações simples ou mistas causadas por Enterobius vermicularis,Trichuris trichiura, Ascaris lumbricoides, Ancylostoma duodenale, Necator americanus, Taenia solium ----------------------------------------------- google.com, pub-0465069744057450, DIRECT, f08c47fec0942fa0 -----------------------------------------------------------------------------------------

Emagrecer com orlistat ( minha experiência)







Emagrecer com orlistat ( minha experiência)




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sábado, 6 de janeiro de 2018

Como Fazer Jejum Intermitente Para Emagrecer?

Como praticar o jejum intermitente no dia a dia para queimar gordura e
atingir seu peso ideal naturalmente?

Jejum intermitente, chamado erroneamente de "dieta do jejum
intermitente" por muita gente, tem ganhado muita atenção na mídia,
porém, muito pouca gente realmente entende como praticá-lo corretamente,
quais protocolos de jejum intermitente fazer, etc.

Neste vídeo eu mostro como você pode fazer jejum intermitente para um
emagrecimento saudável.

Tudo isso faz parte do estilo de vida alimentar da Alimentação Forte!

Siga esta canal para as verdades sobre emagrecimento, semanalmente :)











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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

COMO FAZER O JEJUM INTERMITENTE | 4 PROTOCOLOS DO JEJUM INTERMITENTE







Afinal, o que é o jejum intermitente? Quer saber como fazer o jejum
intermitente? Quais são os protocolos, resultados, meu relato? Neste
vídeo explico como funciona o jejum intermitente, como ele pode ajudar a
emagrecer e manter a massa muscular, quais são seus benefícios e quais
suas modalidades. Este vídeo é destinado tanto aos iniciantes no jejum
intermitente quanto aos que já conhecem e querem saber mais sobre o
assunto.




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como fazer jejum intermitente de 12h


De 8 a 12 horas sem comer. Conheça o “jejum intermitente”

Você conhece a regra de comer a cada três horas, certo? Uma “nova” dieta, chamada jejum intermitente, questiona essa prática e diz que o ideal é ficar de 8 a 12 horas sem comer
----------------------------------------------- -----------------------------------------------------------------------------------------É cíclico. Volta e meia aparecem dietas que prometem fazer a diferença para quem quer perder uns quilinhos. Na onda do momento, está o “jejum intermitente”, que questiona o hábito já consolidado pelos nutricionistas de que é preciso comer alimentos saudáveis em um intervalo de três em três horas. A dieta que vem fazendo sucesso no momento, adotada inclusive por celebridades como Deborah Secco e Gabriela Pugliese, indica ficar de oito a 12 horas sem ingerir alimentos. Mas quais os riscos e vantagens dessa prática?
O que é o jejum intermitente?
O jejum intermitente é uma manobra nutricional de desistência/privação calórica que preconiza a realização de refeições com grande intervalo de duração. Algumas pessoas conhecem como “dias alternados de jejum” ou “jejum periódico de rotina”. Existem basicamente 3 modelos de jejum intermitente que já foram estudados pela literatura: Alternate Day Fasting (ADF): jejum a cada dois dias e consumo alimentar à vontade  entre os dias de jejum; jejum duas vezes por semana em dias não consecutivos e ingestão alimentar a cada 12 horas.
Como o jejum atua no organismo de uma pessoa?
O jejum é um estado catabólico. Ou seja, uma condição de baixa disponibilidade de energia. Consequentemente, é inevitável que ocorra perda de massa muscular, o que não é benéfico.
A cultura ocidental recomenda a alimentação a cada 3 horas. O que você acha disso?Alimentar-se de 3 em 3 horas não é uma regra. É uma das formas que conhecemos de organizarmos nossa rotina alimentar. Dieta eficaz é aquela que a pessoa consegue realizar, que está próxima da realidade dela e que atende sua rotina de atividades. Para a maioria das pessoas, alimentar-se de 3 em 3 horas é


De 8 a 12 horas sem comer. Conheça o “jejum intermitente”

Você conhece a regra de comer a cada três horas, certo? Uma “nova” dieta, chamada jejum intermitente, questiona essa prática e diz que o ideal é ficar de 8 a 12 horas sem comer
Comer à vontade, em dias alternados, ou ficar longos períodos sem comer é a indicação do "jejum intermitente", mas há riscos. Foto: Bigstock
É cíclico. Volta e meia aparecem dietas que prometem fazer a diferença para quem quer perder uns quilinhos. Na onda do momento, está o “jejum intermitente”, que questiona o hábito já consolidado pelos nutricionistas de que é preciso comer alimentos saudáveis em um intervalo de três em três horas. A dieta que vem fazendo sucesso no momento, adotada inclusive por celebridades como Deborah Secco e Gabriela Pugliese, indica ficar de oito a 12 horas sem ingerir alimentos. Mas quais os riscos e vantagens dessa prática?
Assine a Gazeta do povo e tenha acesso ilimitado aos nossos conteúdos exclusivos Viver Bem. O Viver Bem conversou com o nutricionista esportivo Humberto Nicastro, que explicou como funciona essa dieta. Especialista em Nutrição Ortomolecular com ênfase em Nutrigenômica, o médico é autor de diversos artigos científicos internacionais e nacionais na área de nutrição esportiva com foco em alimentação e suplementação aplicadas ao exercício e respectivos efeitos terapêuticos. Confira a entrevista:
O que é o jejum intermitente?
O jejum intermitente é uma manobra nutricional de desistência/privação calórica que preconiza a realização de refeições com grande intervalo de duração. Algumas pessoas conhecem como “dias alternados de jejum” ou “jejum periódico de rotina”. Existem basicamente 3 modelos de jejum intermitente que já foram estudados pela literatura: Alternate Day Fasting (ADF): jejum a cada dois dias e consumo alimentar à vontade  entre os dias de jejum; jejum duas vezes por semana em dias não consecutivos e ingestão alimentar a cada 12 horas.


Como o jejum atua no organismo de uma pessoa?
O jejum é um estado catabólico. Ou seja, uma condição de baixa disponibilidade de energia. Consequentemente, é inevitável que ocorra perda de massa muscular, o que não é benéfico.
A cultura ocidental recomenda a alimentação a cada 3 horas. O que você acha disso?Alimentar-se de 3 em 3 horas não é uma regra. É uma das formas que conhecemos de organizarmos nossa rotina alimentar. Dieta eficaz é aquela que a pessoa consegue realizar, que está próxima da realidade dela e que atende sua rotina de atividades. Para a maioria das pessoas, alimentar-se de 3 em 3 horas é confortável e executável. Mas, novamente, não é uma regra.
A atriz Deborah Secco emagreceu sete quilos depois de se submeter ao jejum. Foto: Isabel Garcia/Glamour

Como substituir essa cultura por um jejum de 8 a 12 horas, como recomenda o jejum intermitente?
Primeiramente é necessário ter uma justificativa clínica e biológica para se recomendar o jejum intermitente. Este padrão alimentar foi estudado em pessoas que possuem síndrome metabólica (hipertensão, diabetes, dislipidemias, obesidade). Não há estudos bem controlados demonstrando se é ou não eficaz para, por exemplo, atletas ou pessoas fisicamente ativas. Para recomendar tal conduta, é preciso avaliar a real necessidade de cada paciente e se o mesmo consegue realizar. Ou seja, se é praticável dentro da sua rotina de atividades diárias.
Há benefícios desse tipo de dieta?
Existem benefícios terapêuticos de curto prazo para diabéticos tipo 2, dislipidêmicos, hipertensos e obesos. Os estudos duram de 10 dias a 5 semanas em média. Os resultados mostram uma adequação metabólica para as patologias descritas. Não há estudos realizados em população saudável uma vez que não há justificativa para o mesmo.
E riscos?
O principal risco é a perda de massa muscular e, consequentemente, de força. Além disso, o paciente pode cair em monotonia alimentar e ter problemas sociais. Afinal, comer e beber é um hábito social.
Não há perigo de déficit nutricional durante o jejum?
Se o paciente fizer por conta, sim. Com acompanhamento nutricional, é possível garantir a ingestão de macro e micronutrientes.
Depois de tantas horas em jejum o que é recomendado comer e quantas calorias?
A necessidade calórica é individualizada. O profissional nutricionista estabelece com base na avaliação nutricional e nos cálculos de necessidades individualizadas.
Como a pessoa pode se preparar para esse tipo de dieta?
É necessário se organizar para que, quando for realizar as refeições, que sejam feitas com alimentos e não com snacks. Também é importante estar ciente que a sensação de fome poderá ocorrer de modo intenso. O acompanhamento psicológico pode auxiliar na relação alimento-paciente.
Por quanto tempo é possível manter essa dieta?
Com base nos estudos realizados, o tempo de dieta varia entre 10 dias e 5 semanas. Não é possível afirmar se mais ou menos tempo seria eficaz, pois não temos evidências.
Todas as pessoas podem fazer?
Não. É necessário que haja uma justificativa clínica que justifique a finalidade terapêutica da dieta. Os estudos realizados até o momento comprovam eficácia em pacientes com síndrome metabólica.
É preciso acompanhamento médico durante esse tipo de dieta?
Qualquer conduta nutricional deve ser acompanhada pelo profissional nutricionista. O acompanhamento médico paralelo é necessário para avaliação de outros fatores além da alimentação.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

vagem do jucá fruto amazônico contra a leishmaniose

fruto amazônico que pode baratear e simplificar o tratamento da leishmaniose

Emulsão é feita a partir da vagem do jucá, já usada por ribeirinhos da região em forma de chá para tratar diversas doenças; em testes com roedores, aumento de feridas caiu de 300% para 25%.

 


m fruto amazônico amplamente utilizado como remédio caseiro pelas populações ribeirinhas da região pode ser a chave para ajudar a baratear e simplificar o tratamento da leishmaniose, doença que provoca ulcerações na pele e que atinge cerca de 3 mil pessoas ao ano no Brasil.
Um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) testa um creme fitoterápico à base do jucá (Libidibia ferrea) como terapia alternativa às dolorosas injeções do tratamento contra a leishmaniose do tipo tegumentar (LT).
Os testes iniciais com o creme, em roedores, foram animadores. Segundo os pesquisadores, os animais tratados com o preparado à base do jucá tiveram 25% de crescimento de lesões relacionadas à doença, em comparação ao aumento de 300% dos animais que não receberam nenhum tratamento.
O estudo, que começou no Laboratório de Leishmaniose e Doenças de Chagas do Inpa, tem o objetivo de desenvolver um medicamento eficaz, de uso tópico e com uma logística de distribuição simplificada para auxiliar os pacientes que moram em áreas de difícil acesso.
A ideia é que o creme feito com a planta possa ser associado à medicação recomendada pelo Ministério da Saúde e usada há mais de 50 anos, o glucantime, para agir como coadjuvante no tratamento da leishmaniose tegumentar.
O jucá, também conhecido como pau-ferro, é um velho conhecido dos ribeirinhos da região amazônica, muito utilizado por eles em forma de chá como remédio caseiro para diversas enfermidades.
Árvore nativa do Brasil, ele está amplamente presente nas regiões Norte e Nordeste. Tem propriedades antissépticas, antienvelhecimento, antioxidantes e antipigmentação. Também é usado como adstringente, antidiarreico, cicatrizante, sedativo, tônico, anti-inflamatório, expectorante e até mesmo afrodisíaco leia mais aqui
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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Saúde é Vital - Medicina, Nutrição, Alimentação, Coração, Diabetes .


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reabilitação,quimica,engravida,criança,emagrecer,obsidade

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