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quarta-feira, 17 de maio de 2017

parto vantagens e desvantagens



urante a gravidez, uma das preocupações das mulheres é a forma que o filho virá ao mundo. Especialistas são unânimes em afirmar que não existe um tipo ideal de parto, embora o normal seja o mais indicado, por oferecer um ambiente mais seguro para mãe e neném.
Para que a decisão seja adequada, a gestante deve acompanhar o desenvolvimento do bebê por meio de um pré-natal, dando ao obstetra as condições necessárias para avaliar a saúde do feto e indicar a melhor opção. Conheça, a seguir, as vantagens e desvantagens de cada tipo de parto. 
Parto normal
Como é feito : entre a 37ª e a 40ª semana de gestação, as contrações alertam a mãe sobre o começo do trabalho de parto. Quando ocorrem a cada cinco minutos, significa que o corpo está pronto para o nascimento. Para que o processo se inicie, é preciso que a dilatação esteja em, aproximadamente, dez centímetros. Após isso, o útero começa a empurrar o bebê e a mamãe deve ajudar fazendo força até a cabeça aparecer. Após o nascimento, novas contrações expulsam a placenta.
Indicação : grávidas que não apresentem complicações, pois o organismo já se prepara para o nascimento. Os hormônios produzidos durante o trabalho de parto ajudam a acelerar a produção do leite, inclusive.
Benefícios : não apresenta riscos ao bebê ou à mãe e beneficia o corpo para novas gestações. “Além do que, se não for necessário um corte cirúrgico no períneo, a recuperação da paciente é muito rápida e menos dolorosa”, salienta Jurandir Passos, ginecologista, obstetra e especialista em medicina fetal do Delboni Auriemo.
Desvantagens : mesmo que a gestação tenha sido saudável, não se tem controle total do parto, pois é preciso esperar o corpo reagir. Se o corte cirúrgico for necessário para facilitar a passagem, é preciso ter cuidado durante a cicatrização.
Parto cesárea
Como é feito : processo cirúrgico realizado por meio de uma incisão no abdômen e na parte inferior do útero para retirar o bebê, com auxílio de anestesia. Logo após o nascimento, o neném é avaliado por um pediatra e a mãe é levada para uma sala de recuperação, após os pontos.
Indicação : apenas quando há algum impedimento para o parto normal ou a mulher apresente riscos de hemorragia, descolamento da placenta, problemas de coluna ou quadril, cardiopatia, diabetes gestacional ou hipertensão. “Às vezes, mesmo induzindo o parto normal, se não houver dilatação, pode haver riscos à mãe e ao bebê, sendo necessária a cesárea”, diz o ginecologista.
Benefícios : método alternativo nos casos em que os riscos do parto normal são maiores do que os benefícios, e também uma opção para quem enfrenta uma gravidez complicada.
Desvantagens : riscos de infecção, hemorragia, complicações anestésicas ou até mesmo acidentes próprios da cirurgia. “A cicatrização pode ser problemática, pois se cria um sinal no útero, que é uma região frágil e a recuperação requer cuidados”, salienta Jurandir.
Variações

Natural : nesse parto, a dor é diminuída por meio de banhos quentes, massagens, caminhadas e exercícios com bola. Além do que, não há intervenções para romper artificialmente a bolsa e nenhuma incisão é feita. Ainda assim, é preciso acompanhamento para que o médico tenha um panorama da evolução da criança, se está adequado ou não, possibilitando qualquer procedimento de emergência.
Leboyer : procedimento no qual as luzes ficam apagadas e, assim que o bebê nasce, é colocado em cima da barriga da mãe, sem o corte imediato do cordão umbilical. “Esse parto nada mais é do que tirar o neném da barriga e colocá-lo num ambiente parecido com o útero, com baixa luminosidade e água quente”, completa.
Na água : numa banheira esterilizada e com água aquecida, a mãe dá à luz. Nos primeiros momentos, a criança ainda respira pelo cordão umbilical, por isso não há risco de afogamento. Nele, a mulher sente menos o cansaço do trabalho de parto, mas é contraindicado para gestantes com pré-eclâmpsia.
De cócoras : com a ajuda da gravidade, a tendência é que seja realizado mais rapidamente, porém só é indicado para mulheres que não apresentam problemas de pressão arterial e se o bebê estiver na posição certa para descer.
Domiciliar : precisa de suporte médico e estrutura, pois existem complicações que podem ocorrer até mesmo com uma gravidez considerada normal e saudável, como crises hipertensivas no momento do parto e hemorragia.
Com fórceps : equipamento de ferro que auxilia na descida do bebê. Serve apenas para auxiliar a passagem pela parte muscular. “Hoje, ele é chamado de parto de alívio e auxilia o bebê apenas na parte final, no último obstáculo para sua passagem”, esclarece.

Campanha para Doação de Leite Humano "Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa"

Com o slogan "Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa", a campanha aborda a necessidade do leite humano ao desenvolvimento dos bebês, como única fonte de alimento até os seis meses de idade
Com o objetivo de conscientizar a sociedade para a importância da doação de leite humano e incentivar a prática entre mães que amamentam, o Ministério da Saúde, em parceria com a Rede Global de Bancos de Leite Humano, lançou, nesta terça-feira (16), a Campanha Doe Leite Materno. A amamentação é o principal fator de redução da mortalidade na infância e, por isso, a campanha prevê o aumento do número de novas doadoras voluntárias, bem como do volume de leite humano coletado e distribuído aos recém-nascidos prematuros e de baixo peso, internados no Brasil.

Durante o lançamento, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, destacou que o Brasil é referência mundial em doação de leite. “Este reconhecimento é mais uma conquista do SUS. O Ministério da Saúde continuará dando todo o apoio necessário para estimular cada vez mais a amamentação e a doação de leite entre as mães brasileiras, práticas que contribuíram para a redução da mortalidade infantil em todo o mundo. Espero que no próximo ano possamos comemorar um avanço no número de doações e bebês beneficiados. Doar leite humano é salvar vidas”, afirmou o ministro.
No evento, estiveram presentes, além do ministro da Saúde, Ricardo Barros, a atriz e embaixadora da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, Maria Paula, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, entre outras autoridades. Os ministros de Cabo Verde e Equador, países para quem o Brasil exporta técnicas de baixo custo para implantar bancos de leite, participaram dos seus países, por meio de conferência.
O governador Rodrigo Rollemberg destacou os resultados já alcançados no DF. “Tenho orgulho em dizer que o Distrito Federal é referência nacional em doações de leite materno. Conseguimos este resultado com o esforço de todos os profissionais, principalmente do Corpo de Bombeiros, que participa inteiramente do processo de coleta. Hoje, o DF possui 13 bancos de leite com o padrão ouro. Continuaremos com todo o empenho necessário para manter e ampliar este resultado”, destacou o governador.
A embaixadora Maria Paula reforçou a importância das mães doarem o leite materno. “A maternidade foi um divisor na minha vida. De artista, me transformei em ativista deste projeto tão maravilhoso que salva vidas. Doar leite materno possibilita que os bebês prematuros tenham sua vida preservada. Se todas as mães doarem um pouquinho do seu leite, a gente consegue mudar o mundo em apenas uma geração”, ressaltou Maria Paula.
Os Bancos de Leite Humano (BLH) são casas de apoio à amamentação que surgiram como uma estratégia de qualificação da assistência neonatal em termos de segurança alimentar e nutricional, com foco em ações que ajudam a reduzir a mortalidade infantil em instituições hospitalares. O trabalho é voltado a crianças que demandam cuidados especiais em unidades de terapia semi-intensiva e intensiva, ou seja, bebês que nasceram prematuros, com baixo peso. São crianças que, pelas mais variadas razões, precisam de uma atenção especializada.
A estratégia de Bancos de Leites Humano (BLHs) do Brasil, desenvolvida há 32 anos pelo Ministério da Saúde, já beneficiou, entre os anos de 2009 e 2016, mais de 1,8 milhão de recém-nascidos. Contou com o apoio de mais de 1,3 milhão de mulheres doadoras, com aproximadamente, 1,4 milhão de litros de leite coletados. Em 2016, os BLHs do país, registraram mais de 300 atendimentos em grupos, 1,7 milhão de atendimentos individuais e aproximadamente, mais de 270 mil atendimentos domiciliares.
Neste mesmo período, em todo o mundo, mais de17,8 milhões de mulheres foram assistidas por BLH. Foram mais de 1,5 milhão de litros de leite doados por 1,8 milhão de mulheres doadoras e mais de 1,5 recém-nascidos beneficiados.
Para Gisele Bortolini, mãe da pequena Helena, o trabalho do Banco de Leite foi fundamental para o desenvolvimento da sua filha, que nasceu prematura, com 30 semanas. “A doação de leite humano realmente salva vidas. Tive uma gravidez complicada com diagnóstico de pré-eclampsia. Minha filha passou quatro meses no hospital e o banco de leite foi fundamental para o desenvolvimento dela. A amamentação é um momento muito importante para o bebê e um período de solidariedade entre as mães”, reforçou Gisele.
MAIOR REDE - O Brasil possui a maior e mais complexa rede de banco de leite do mundo. Hoje, existem no país 221 BLH, em todos os estados e Distrito Federal, e 186 Postos de Coleta, além da coleta domiciliar. O modelo brasileiro de bancos de leite humano é focado na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, exclusivo, até os seis meses e continuidade da amamentação por dois anos ou mais. Além de coletar e distribuir leite humano de qualidade a bebês prematuros e de baixo peso, contribuindo para a diminuição da mortalidade infantil.
Todo leite coletado nos bancos passa por um rigoroso controle de qualidade, antes de ser distribuído, e é fornecido de acordo com as necessidades de cada criança. No Brasil, nascem aproximadamente 3 milhões de bebês por ano, sendo que 332 mil são prematuros ou vêm ao mundo com baixo peso (menor de 2,5kg). Muitas dessas crianças precisam permanecer internadas assim que nascem até terem condições de ir para a casa. Esses bebês têm melhores chances de sobrevivência e recuperação, se a alimentação com leite humano for ofertada.
Apesar das mobilizações já realizadas, o número de doações de leite humano ainda é baixo em relação à demanda. Hoje, a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano consegue suprir aproximadamente 60% da demanda para os recém-nascidos prematuros e de baixo peso internados nas UTI Neonatais do Brasil. Isso significa que cerca de 40% dos bebês internados que precisam não podem contar com o leite humano na sua alimentação. Por isso o Ministério da Saúde, em parceria com a rBLH, realiza todos os anos uma campanha, para estimular que amamentam a adotar a prática.
A doação de leite humano, além proporcionar o alimento mais completo que existe para bebês internados, também representa uma economia de R$ 180 milhões para o país com a diminuição da necessidade de compra de fórmulas artificiais para recém-nascidos prematuros nas maternidades do SUS.
A amamentação é a forma de proteção mais econômica e eficaz para redução da mortalidade infantil, pois permite grande impacto na saúde da criança, diminuindo a ocorrência de diarreias e infecções, principais causas de morte de recém-nascidos, ao mesmo tempo em que traz inúmeros benefícios à saúde da mulher, como a redução das chances de desenvolver câncer de mama e de útero. Estima-se que o aleitamento materno seja capaz de diminuir em até 13% a morte de crianças menores de 5 anos em todo o mundo por causas preveníveis. Nenhuma outra estratégia isolada alcança o impacto que a amamentação tem na redução das mortes de crianças nessa faixa etária.
COOPERAÇÃO INTERNACIONAL - O Brasil transfere os princípios utilizados na implantação do BLH, capaz de alinhar baixo custo com alta tecnologia, a 24 países ao redor do mundo: Angola, Argentina, Bolívia, Belize, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Moçambique, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.
São acordos firmados de cooperação técnica para a implantação do banco de leite humano no país. Em todos os casos, são realizadas visitas exploratórias de técnicos de ambos os países para receber orientação e capacitação em banco de leite humano.
A cooperação internacional começou nos anos 80, quando os bancos de leite humano passaram a constituir uma Política de Saúde Pública no Brasil – país que lidera o movimento internacional em prol da amamentação e da doação de leite humano, por meio da Agência de Brasileira de Cooperação (ABC) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Desde então, os resultados positivos para o aprimoramento da atenção à gestante e a recém-nascidos internados em unidades neonatais – e a redução da mortalidade infantil no país – chamaram atenção da comunidade internacional para a estratégia nutricional praticada pelo Brasil.
Em 2001, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a rBLH-BR como uma das ações que mais contribuíram para redução da mortalidade infantil no mundo, na década de 1990. De 1990 a 2012, a taxa de mortalidade infantil no Brasil reduziu 70,5%.
SERVIÇO - Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite humano, basta estar saudável e não tomar nenhum medicamento que interfira na amamentação. Por isso, quem estiver amamentado e quiser doar, basta procurar o banco de leite humano mais próximo ou ligar para o Disque Saúde, no número 136.
Não existe quantidade mínima para fazer a doação. Qualquer quantidade é importante. Um pote de 300 ml de leite humano, por exemplo, pode alimentar até 10 recém-nascidos internados. Por isso, a mulher não precisa se preocupar em encher o pote para fazer a doação. Todo leite doado é analisado, pasteurizado e submetido a rigoroso controle de qualidade pelos Bancos de Leite Humano antes de ser ofertado a uma criança.
Antes da coleta, é aconselhável que a doadora faça uma higiene pessoal, cobrindo os cabelos com lenço ou touca, usando pano ou máscara sobre o nariz e a boca, lavando bem as mãos e os braços, até o cotovelo, com bastante água e sabão. As mamas devem ser lavadas apenas com água e, em seguida, secadas com toalha limpa. O leite deve ser coletado em local limpo e tranquilo. O leite humano extraído para doação pode ficar no freezer ou no congelador da geladeira por até 10 dias. Nesse período, deverá ser transportado ao banco de leite humano mais próximo da sua casa.

Por Nicole Beraldo, da Agência Saúde
Atendimento à Imprensa
(61) 3315-3880/3580

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Doc Bot um robo capaz de realizar cirurgias cerebrais complexas

máquina pode reduzir o tempo de cirurgias reduzindo o tempo que leva para cortar o crânio de duas horas a dois minutos e meio.
Resultado de imagem para cirurgia na cabeça com robo

A cirurgia do cérebro exigi precisão
 o robô é capaz de realizar cirurgias complexas. O robô é guiado em torno de áreas vulneráveis ​​do crânio por dados recolhidos de tomografias computadorizadas e entrou na programação do robô. Os exames de TC mostram ao programador a localização de nervos ou veias que o bot deve evitar.

 Mesmo em um dos empregos mais qualificados do mundo, o erro humano ainda pode ser um fator. Pesquisadores da Universidade de Utah estão procurando fornecer menos oportunidades para que esses erros ocorram. Um robô que a equipe está desenvolvendo é capaz de reduzir o tempo que leva para completar um procedimento complicado por 50 vezes. Segundo a CNN , o robô pode reduzir o tempo que leva para perfurar o crânio de duas horas para dois minutos e meio.

 Além da óbvia capacidade de salvar vidas que uma máquina assim teria, também poderia potencialmente economizar dinheiro no longo prazo. Os tempos mais curtos da cirurgia permitirão custos mais baixos por a cirurgia também. Há também o benefício adicional de diminuir o tempo que um paciente está sob anestesia, o que pode causar suas próprias complicações.

 Referências: CNNMoney , Science Daily ,/futurism

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Oftalmologia métodos que melhoram sua visão de modo natural.

Como todos sabem, meu principal objetivo é sempre encontrar métodos que melhoram sua visão de modo natural. E sabendo disso, sempre me perguntam sobre: Existem alimentos, ervas e suplementos que melhoram a visão? E a resposta é sim.
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Como usar as compressas para os olhos energizadas

É bom lembrar que as plantas e ervas têm energias que afetam nossas questões tanto emocionais, quanto físicas. Eu, por exemplo, deixei de ter uma “farmacinha” alopática e hoje consigo resolver 99% dos pequenos problemas do dia-a-dia com ervas.
Dores de cabeça, no corpo, alergias, inflamações, de tudo um pouco, eu consigo resolver com ervas. Inclusive a saúde dos olhos com as compressas.
Logicamente que isso não substitui o tratamento convencional e você, em momento nenhum, deve suspender nenhum medicamento. Por isso, é sempre imprescindível que você esteja em dia com seu médico oftalmologista.
Um outro detalhe é que é bom lembrar que em nenhum momento vamos usar essas plantas para pingar no olho e nem ingerir. Todas dicas e técnicas se resumem a compressas para os olhos. Tudo de forma externa, sem qualquer contraindicação.
Compressas energizadas
E um dos segredos aqui é a fitoenergia, que é a técnica que ativa a energia das plantas. Algo muito simples e que você pode fazer em casa.

As ervas para compressa no olho

E se você está preocupado com algum tipo de alergia, lembre que aqui só usaremos quantidades bem pequenas das ervas. Até porque só precisamos de um pouca quantidade, já que trabalharemos principalmente a energia delas.
Antes de falarmos sobre as ervas, uma outra dica é tentar não alterar nada nas receitas e compostos. Use essas mesmas ervas e as quantidades que eu estou passando, assim não há perigo algum.
Vamos às ervas?
Compressas Camomila

Camomila

Talvez uma das mais famosas, tem propriedades bem conhecidas e todos a usam para fins calmantes, o que se estende para os olhos. Já em termos de energia a camomila ainda gera bem estar e otimismo. Uma erva muito boa para você trabalhar sua paz interior.
Compressas Erva-Doce

Erva-doce

Além de ser muito cheirosa e ter também propriedades calmantes, a erva-doce ainda é uma erva conhecida por criar uma certa sonolência, o que é ótimo para relaxar a área da visão. Além de que, assim como o camomila, entrega essa paz interior e otimismo.
Compressas Açoita-Cavalo

Açoita-cavalo

Não é tão comum e um pouco mais difícil de encontrar, pode ser usada a partir de qualquer pedaço da planta. E por isso mesmo, você irá encontrá-la tanto em estado fresco, quanto desidratado, e suas propriedades podem ser aproveitadas do mesmo jeito, desde que as folhas não estejam velhas e amareladas.
Boa para o astigmatismo. Em termos fitoenergéticos, vai ajudar você a enxergar nas entrelinhas, o que combina com o astigmatismo. Boa então para desvendar os mistérios e entender melhor tudo ao seu redor.
Compressas Calêndula

Calêndula

Nesse caso eu uso a parte da flor, que é linda e ainda tem propriedades calmantes e anti-inflamatórias. Já em termos de energia, é conhecida não à toa como a “planta da alegria”.
Compressas Eufrásia

Eufrásia

Também não é tão fácil de ser encontrada, pode ser usadas à partir de qualquer parte dela. E aqui uma curiosidade que diz muito sobre essa erva, já que ela também é conhecida como “Eye Bright”, e é sempre muito relacionada a questões visuais, com propriedade cicatrizantes e anti-inflamatórias. Sendo ótimas para conjuntivites.

Como fazer as compressas ficarem energizadas

Primeiro de tudo, para você fazer suas compressas com ervas é preciso alguns cuidados. Eu prefiro usar uma água alcalina, mas o mais importante é nem esquentar a água no micro-ondas e muito menos deixar que ela ferva.
Eu ainda prefiro usar um caldeirãozinho de cerâmica ou de vidro, fugindo sempre do alumínio ou ferro que soltam propriedades prejudiciais à saúde.
E outra coisa importante é, se você não estiver a vontade com os princípios de fitoenergia e como combinar as ervas, ative uma de cada vez. Não é preciso montar um composto logo de cara.
Primeiro de tudo, pegue uma pitadinha da erva e coloque em outro recipiente. Você vai então ativar essa energia, e vai fazer isso com sua própria energia, quase como um Reiki.
Você pode então aquecer suas mãos uma na outra, respirar fundo e aproximá-las da erva. Dê uma energia de gratidão para essa planta que ela vai te devolver. Imagine saindo uma luz verde de seu coração, uma luz prata do topo de sua cabeça e elas vibrando na sua mão e passando essa vibração para as ervas. Quando você conseguir mentalizar essas luzes claramente, a erva está energizada.
Após a energização, é importante misturar a erva com a água, deixar descansar durante três minutos. Umideça um pano ou toalha limpa com o chá e aplique sobre seus olhos fechados.
Compressas quentes relaxam a musculatura e trazem maior circulação sanguínea, mas se você tiver alguma inflamação é melhor fugir da opção quente ou ela irá piorar seu problema. Nesse caso é só deixar ela um pouco na geladeira.
Depois disso, é só relaxar e curtir as melhoras de modo saudável e natural. Seus olhos agradecem.

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terça-feira, 18 de abril de 2017

Transtorno de Ansiedade Social (ou Fobia Social)


Transtorno de Ansiedade Social (ou Fobia Social)

O contato ou, simplesmente, a expectativa de contatoAnonymous Mind com essas situações desencadeia sintomas físicos visíveis, como rubor facial (vermelhidão no rosto), suor intenso (principalmente na parte superior do corpo), tremores, tensão muscular, fala tremida, taquicardia e boca seca. O paciente acredita que todos à sua volta percebem o seu nervosismo e com isso ele fica ainda mais tenso.
Tal qual a tristeza é uma reação normal dos seres humanos e a depressão sua correspondente adoecida, a timidez também é uma reação humana normal – às vezes até útil – e a fobia social, ou transtorno de ansiedade social (TAS), sua equivalente patológica.
A fobia social é muito mais do que simples timidez. Ela ocorre quando a ansiedade é excessiva e persistente ou constante. Há um medo enorme de se sentir o centro das atenções, de ser permanentemente observado ou julgado negativamente.
A ansiedade excessiva na presença de outras pessoas é o principal sintoma do transtorno de ansiedade social. Essa ansiedade está diretamente relacionada com o medo de ser avaliado negativamente pelos outros e pode se apresentar de forma circunscrita ou generalizada. Na circunscrita, a ansiedade excessiva encontra-se restrita a uma ou poucas situações, como comer, escrever ou falar em público. Já no tipo generalizado, a ansiedade exacerbada ocorre em grande número de situações sociais, tais como falar com estranhos, ir a banheiros públicos, falar om pessoas hierarquicamente superiores ou em quaisquer situações em que a pessoa possa ser observada, avaliada ou julgada.
Os sintomas de ansiedade em pacientes com fobia social, eventualmente, podem se manifestar como um verdadeiro ataque de pânico. A pessoa é dominada por uma intensa sensação de medo de que algo terrível possa ocorrer com ela, inclusive morrer, além de apresentar todos os sintomas físicos relativos a uma crise de pânico. Nestes casos, o fóbico social tenta fugir da situação o mais rápido possível, o que acaba por lhe causar sentimentos profundos de humilhação e vergonha.
O TAS costuma causar grandes prejuízos na vida profissional, acadêmia, social e afetiva das pessoas. Algumas até conseguem ir a uma festa ou mesmo fazer novos amigos, mas apresentam ansiedade extrema ao falar, escrever ou comer na frente de alguém. Outras chegam a evitar praticamente qualquer situação social tamanho o sofrimento. O importante a destacar não é em qual situação o indivíduo fica ansioso demais, mas, sim, a forma, a intensidade e a quantidade com que o medo afeta sua vida.
Na medicina do comportamento humano, infelizmente, um transtorno costuma vir acompanhado de outros transtornos, denominados comorbidades. No caso da fobia social, a depressão e o abuso de álcool ou outras drogas são parceiros bastante constantes e representam doses a mais de sofrimento para os portadores.
No caso da depressão, o paciente com TAS passa a apresentar um sentimento de tristeza persistente, perda do interesse e do prazer, redução geral da energia física e mental, dificuldades do sono, da atenção, da concentração, do raciocínio e do apetite. A presença da depressão em um paciente com TAS torna o caso mais sério e mais urgente de ser tratado de forma eficaz.
A fobia social é totalmente passível de ser superada. É importante que o paciente, aos poucos, tente fazer novos amigos, participe de festas e reuniões, convide alguém especial para um encontro romântico, exponha suas opiniões diante dos colegas de trabalho, entre outras situações nas quais a capacidade de socialização faz toda a diferença.
Fonte: livro Mentes Ansiosas, de Ana Beatriz Barbosa Silva.
Leia ainda:
Neurocientista Sergio Machado fala sobre a fobia social

Agorafobia

Agorafobia

Multidão
Agorafobia é um transtorno de ansiedade muito comum nos quadros de Transtorno de Pânico, e refere-se ao medo de andar na rua, de sair sozinho de casa, de ir a certos lugares, como mercados, bancos ou cinemas, provocado por forte e incontrolável apreensão. Muitas vezes existe a necessidade da presença de alguém de confiança ao lado do paciente para lhe dar segurança.
O agorafóbico sente enorme ansiedade ao estar em locais ou situações em que a saída seja difícil, onde haja multidões, como por exemplo grandes eventos (shows, estádios de futebol). Um supermercado muito grande ou um local onde uma necessidade de auxilio possa não estar disponível também provocam muito medo.
Os medos da Agorafobia mais comuns são:
engarrafamento
  • estar longe de casa ou de pessoas que deem segurança;
  • andar de carro, ônibus, trem, metrô ou avião (muitas vezes o paciente sente uma necessidade incontrolável de abandonar o local imediatamente);
  • locais fechados, com muitas pessoas;
  • situações nas quais a saída seja difícil, como congestionamentos ou o banco de trás de um automóvel;
  • estádios;
  • fila de banco;
  • túneis, passarelas, pontes;
  • elevadores;
  • viajar (se distanciar de casa);
  • ruas cheias;
  • feiras etc.
Medo de ter medo
Na agorafobia e no Transtorno de Pânico, a pessoa sente medo de ter medo, sensação conhecida como “medo do medo”. A ansiedade angustiante de sair e sofrer uma crise inesperadamente, passa a impedi-la de se expor a situações fora de casa.
Durante a crise, a pessoa pode achar que está enlouquecendo. Ela passa a evitar certos lugares, por exemplo, locais onde tenha passado mal anteriormente. Não vai mais ao cinema porque tem medo de passar mal e ser observada (e ridicularizada) pelas pessoas; não sai de carro, e com isso suas opções vão sendo reduzidas. Consequentemente, o comportamento mais comum na agorafobia é a evitação, a esquiva, a fuga de situações fora de sua zona de conforto, que normalmente é sua casa.
Alguns pacientes precisam ter alguém por perto, não conseguem mais sair sozinhos, ou sequer saem de casa.
Outros precisam saber que terão atendimento médico por perto, que há um hospital próximo. Esta preocupação quanto à rapidez do socorro também faz com que alguns pacientes tenham mais ansiedade ao anoitecer – talvez pela menor circulação de pessoas nas ruas, menor movimento, inclusive nos hospitais.
* Em 2013, com a publicação do DSM V, a Agorafobia foi desassociada do Transtorno de Pânico e passou a ser tratada como um diagnóstico independente, reconhecendo-se a existência de casos nos quais a Agorafobia ocorre sem a presença de sintomas de Pânico. (O DSM é o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais elaborado pela Associação Americana de Psiquiatria e usado como referência por profissionais de saúde mental em todo o mundo.)

Dicas para combater a ansiedade



Ontem fui almoçar com três colegas do trabalho e fizemos uma triste constatação: numa mesa com quatro pessoas, três estão se tratando da Síndrome do Pânico. Curiosamente, três mulheres. E pelo visto isso vai ser bastante comum daqui pra frente. De acordo com um texto que eu li no site Terra, o pânico e a depressão (que aliás costumam caminhar juntos) vão ser os males do século XXI. Não sei se chega a isso tudo, mas certamente vai vir uma avalanche de novos casos por aí.
As dicas a seguir foram retiradas de um texto enviado pelo Fernando Mineiro do GruPan, de Belo Horizonte (MG). Vale a pena ler.
Saúde, coragem e paz!
Bjo.


DICAS PARA COMBATER A ANSIEDADE
Introdução:
Ansiedade e medo são emoções tão corriqueiras que o dicionário está repleto de sinônimos para elas. A principal diferença entre medo e ansiedade é que o primeiro ocorre como uma resposta a um perigo real, enquanto a segunda ocorre sem que qualquer tipo de perigo objetivo esteja presente. A ansiedade é um estado emocional parecido com o medo, porém dirigido para o futuro, desproporcional (a uma ameaça reconhecível) e que traz intenso desconforto físico. A ansiedade pode manifestar-se de várias maneiras: em forma de ataques de pânico, de fobias (medos específicos de altura, avião, situações sociais, etc), como consequência de uma experiência traumática (assaltos, acidentes, etc) e de maneira generalizada (quando os sintomas persistem constantes ao longo do tempo). Em todos estes casos é possível lidar com a ansiedade utilizando técnicas psicológicas e/ou tratamentos farmacológicos adequados. Além desses recursos, alguns procedimentos simples têm-se mostrado eficazes e serão descritos a seguir.
1) Aprenda a relaxar. As técnicas de relaxamento são úteis em relação a todos os sintomas ansiosos. Uma maneira prática de fazer isso: feche os olhos e percorra toda musculatura do corpo, contraindo-a e relaxando-a em seguida. Comece pelo pé e vá passando gradativamente para as outras partes até chegar à cabeça. Isso pode ser feito na posição sentada ou deitada. Fique atento à sua respiração.
2) Respirar é algo tão automático na nossa existência que poucos imaginam o quanto este ato tão simples está relacionado à ansiedade. A respiração ansiosa é curta, concentra-se no peito. Por isso, mesmo no decorrer de uma crise de ansiedade, é necessário que se procure uma respiração completa e profunda. Para isso, inspire o ar até que a barriga fique cheia como um balão de ar. Depois, expire lentamente até sentir se totalmente “vazio”. Repita o procedimento quantas vezes forem necessárias.
3) Praticar esportes ou simplesmente caminhar são recursos úteis na diminuição da ansiedade e do estresse. Tente praticar algum esporte pela manhã. Faça isso sempre que possível mas não exagere. O exercício compulsivo pode ter o efeito inverso.
4) Evite café, cigarro, bebidas do tipo cola e outros estimulantes. Estas substâncias aumentam a ansiedade e desencadeiam ataques de pânico. Entretanto, o momento em que se inicia um tratamento para ansiedade não é o melhor momento para parar de fumar. A parada brusca do cigarro leva aos sintomas de abstinência que piorarão a sua ansiedade.
5) Se você tiver interesse em técnicas de meditação, saiba que lhe serão extremamente úteis no controle da ansiedade. A meditação, seja ela Zen-Budista, Yoga ou religiosa, orienta a experiência do momento presente, trabalha a respiração e facilita o contato consigo mesmo.
6) As pessoas ansiosas costumam ter pensamentos catastróficos a respeito de toda e qualquer situação. Observe seus pensamentos e, se lhe parecerem excessivamente catastróficos, anote-os e procure uma interpretação mais realista da situação.
7) Se sua ansiedade tiver começado após a vivência de uma situação traumática como assalto, estupro, etc., você deve procurar ajuda para enfrentá-la. Neste caso, evitar as situações relacionadas à experiência traumáticas também só piorará sua ansiedade e limitará sua vida.
8) Se a ansiedade é fóbica, ou seja, medo de um objeto ou situação que o obriga a evitá-la e acaba por limitar sua vida, é importante lembrar que o único meio de lidar com o problema é enfrentando-o. Evitar uma situação temida só colabora para que a ansiedade em relação a ela seja cada vez maior. Se, aos poucos, enfrentamos estes “fantasmas” e nos reconhecemos capazes de lidar com eles (respirando fundo, por exemplo), o medo diminui e nos sentimos mais seguros. O que tecnicamente é conhecido como “terapia de exposição” consiste no planejamento desta aproximação à situação temida e à ansiedade associada a ela.
9) Se a ansiedade é imensa e desencadeia ataques de pânico, não se apavore. O ataque de pânico é uma reação fisiológica que, por mais terrível que seja, vai embora num tempo determinado. Se você enfrentar o ataque de pânico, ou seja, apenas esperar que ele acabe, verá que seu tempo de duração não é tão longo quanto se imaginava. Respirar e relaxar são recursos que ajudam a suportar estes minutos tão difíceis. Não acredite que evitando as situações onde você imagina que terá um ataque de pânico vai ajudá-lo a livrar-se dele. O melhor a fazer é dar-lhe a devida proporção: é “apenas” uma descarga de adrenalina que não mata, nem deixa sequelas e dura poucos minutos.
10) Quando a ansiedade aumenta em situações sociais, a melhor maneira de lidar com ela também é enfrentá-la. Não deixe de estar com pessoas por medo de uma crise de ansiedade. Nestas situações, é possível utilizar outros recursos apropriados:
  • procure prestar atenção nas pessoas à sua volta. Tire o foco de si mesmo e pare de criticar-se. As demais pessoas podem ser interessantes e certamente também estão vulneráveis a críticas.
  • se perceber que está ruborizado, suando ou tremendo, lembre-se de que estes sinais são mais perceptíveis para você do que para os demais. Além disso, ficar ansioso não é sinal de fraqueza e não precisa se envergonhar disso. Assim como ataques de pânico, em poucos minutos estas sensações mais intensas cedem e desaparecem.
  • aprenda a colocar sua opinião sempre que tiver algo a dizer. Participe. Falar em público e expor suas idéias é uma questão de treino.
Quando a ansiedade for demasiadamente intensa e as orientações descritas forem insuficientes para ajudá-lo, é indicado o tratamento farmacológico e/ou psicoterápico. Muitas vezes, é necessário iniciar o tratamento de sua ansiedade com medicações que diminuam as crises mais intensas e lhe permitam maior estabilidade para realização de uma psicoterapia ou para utilização das orientações apresentadas aqui.

Transtorno de Pânico (ou Síndrome do Pânico)

O Transtorno de Pânico – como os médicos chamam hoje a Síndrome do Pânico – é caracterizado por ataques de pânico recorrentes e inesperados, acompanhados do medo de ter uma nova crise. A pessoa passa a evitar exercícios físicos, situações desconhecidas ou locais onde tenha sofrido uma crise de pânico.
O ataque de pânico é um período inconfundível de medo intenso ou desconforto intenso, onde ocorrem quatro ou mais dos seguintes sintomas:
Primeira crise 
O primeiro acesso (crise, ataque) panicode pânico costuma levar as pessoas direto para o pronto-socorro. Sem saber que estão sofrendo de um problema psíquico e emocional, tudo o que elas conseguem pensar é que estão tendo um ataque do coração, que vão desmaiar, morrer ou que estão enlouquecendo.
O ataque costuma atingir seu ápice em 10 a 15 minutos, começa a melhorar em meia hora e, geralmente, se dissipa por completo em uma hora e meia.
Depois de dispensadas no pronto-socorro, não é raro que façam uma peregrinação em consultórios de cardiologistas, pneumologistas, otorrinolaringologistas e neurologistas, e se submetam a uma bateria de exames que as viram do avesso, sem encontrar nada de anormal.
Os sintomas físicos vivenciados na crise de pânico são tão semelhantes aos de um ataque cardíaco que o protocolo de atendimento no serviço de urgência dos hospitais é idêntico para pacientes com sinais dos dois problemas. Ambos têm prioridade na fila de espera e são submetidos a eletrocardiograma e exames de enzima cardíacas. Só depois que o resultado dos testes descarta a hipótese de problemas no coração, levanta-se a possibilidade da crise de ansiedade (apesar das semelhanças nos sintomas, é bom esclarecer que ninguém morre ou tem sequelas físicas em função de um ataque de pânico).
Como essas crises vêm “do nada” – na maioria das vezes elas não acontecem no meio de uma briga ou num momento de tensão explícita -, é difícil para as pessoas se convencerem de que estão padecendo de um problema de ordem emocional, e não de um mal físico. Graças a essa imprevisibilidade, elas também desenvolvem o chamado “medo do medo”, que é uma angústia constante provocada pelo receio de ter uma nova crise, sem que se possa prever.
As pessoas que sofrem de TP não costumam relacionar algum fato ou motivo óbvio que justifique a ocorrência dos primeiros ataques. No entanto, pela prática clínica é possível constatar que, na grande maioria dos casos, existe uma ligação com os eventos da vida dessas pessoas, responsáveis pelo desencadeamento das primeiras crises. Em uma investigação mais profunda, pode-se observar que esses eventos ocorreram entre seis e 18 meses antes.
Em geral, as pessoas com pânico ignoram totalmente essa ligação retrógrada, mas a conexão existe. Os pacientes, em sua maioria, respondem “não” quando questionados sobre a existência de algum acontecimento significativo em suas vidas na ocasião da primeira crise. No entanto, conforme vão descrevendo os meses anteriores ao primeiro ataque, acabam revelando os mais diversos tipos de eventos: ruptura de casamento, cirurgia de emergência, um grave acidente, a morte de um ente querido.
Acontecimentos traumáticos são suportados pelo organismo por um determinado período de tempo, e esse tempo varia de pessoa para pessoa. Porém, existe um momento em que esse frágil equilíbrio é quebrado, e a “reação do medo”, acionada pelo organismo, passa a ser disparada sem qualquer motivo imediato – são os ataques de pânico.
Diagnóstico do “nada”
Infelizmente, o portador de Transtorno do Pânico (TP) pode levar muito tempo até receber o diagnóstico correto e o tratamento adequado. A grande maioria, ao correrem para um pronto-socorro, recebem o diagnóstico do “nada”, que costuma ser acompanhado de comentários do tipo: “Você está ótimo, precisa apenas relaxar um pouco“.
Quem tem pânico, sabe que o tal “nada” pode ser responsável por muito sofrimento, tirando do indivíduo toda a sua capacidade de sonhar, de fazer planos e viver plenamente.
A medicina não conta ainda com métodos que possam diagnosticar alguém com pânico, mas isso não significa que não haja “nada”. Na verdade, isso demonstra a grande dificuldade que muitos profissionais de saúde têm de exercer a empatia (capacidade de se colocar no lugar do outro) na relação médico-paciente.
anxious-1-1431663_freeimagesMonitoração constante
As primeiras crises de pânico deixam a pessoa tão assustada que, dali em diante, ela tende a ficar vigiando qualquer sensação diferente que surge em seu próprio corpo. “Se ela sente o coração fazer ‘tumtum’, quando ele geralmente faz ‘tum tum tum’, já pensa: ‘O que será que está acontecendo?’. O próprio estado de alerta em que ela se coloca nesse momento faz o organismo mudar. O coração começa a acelerar, por conta disso ela sua mais, por conta disso ela fica tonta e a vista escurece. Um sintoma vai desencadeando o outro e vem a crise, que acaba sendo uma reação orgânica a uma interpretação que a pessoa fez”, explica a psicóloga Claudia Gracindo, presidente da Associação dos Portadores de Transtornos de Ansiedade (Aporta).
É bastante comum observar pessoas com transtorno do pânico monitorando a frequência cardíaca, com os dedos nos pulsos ou no pescoço. Muitos pacientes contam que sentem o coração acelerar, bater descompassadamente, e até parar por alguns segundos.
É uma característica da personalidade dessas pessoas a necessidade de controlar tudo – inclusive o corpo.
Pensamentos mais comuns de uma pessoa com Transtorno de Pânico:
  • Vou ter um ataque cardíaco.
  • Vou ficar louco.
  • Vou morrer.
  • Vou ter um derrame.
  • Vão me achar um fraco.
  • Vou desmaiar e vão rir de mim.
  • Não posso ficar sozinho, preciso de alguém para me socorrer.
  • Não consigo controlar minha vida.
  • Preciso ser capaz de controlar tudo.
  • Não posso dirigir, vou perder o controle do carro e bater (ou passar mal). 
  • Não posso fazer sexo, senão posso enfartar.
  • Se eu não dormir, posso enlouquecer ou ter uma síncope (colapso nervoso).
  • Não posso me emocionar nem chorar, senão perco totalmente o controle das minhas emoções.
Alguns pensamentos ocorrem com tanta frequência entre as pessoas com pânico que praticamente são unânimes ou universais. Entre eles, três merecem destaque, por responderem por grande parte do sofrimento desses pacientes: o medo da morte, de enlouquecer e de perder o controle sobre seus atos, coisas e pessoas.
Cura/Tratamento
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As causas de cada transtorno mental ainda não foram descobertas, assim como a cura.
Os tratamentos disponíveis, embora efetivos, nem sempre são capazes de reverter o problema ou impedir seu desenvolvimento, mas, na maior parte das vezes, aliviam os sintomas (o sofrimento) e permitem que as pessoas levem suas vidas com qualidade.
A combinação de remédios e psicoterapia, em especial a abordagem TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental), que tem apresentado os melhores resultados no tratamento dos transtornos de ansiedade. O uso da medicação pode ser essencial, e esta avaliação deve ser feita somente por um profissional especializado – no caso, um psiquiatra ou um psicólogo.
Quem sofre de transtorno mental só vai se beneficiar dessa ajuda se aceitar e seguir um tratamento apropriado. Para isso, ele talvez precise superar qualquer receio de falar sobre seu problema. O tratamento pode incluir conversas com profissionais de saúde mental que poderão ajudá-lo a entender melhor sua doença, a resolver problemas do dia a dia e a reforçar a necessidade de não interromper o tratamento. Nessas consultas, um membro da família ou um amigo pode ter um papel vital em dar o apoio necessário.
É bom lembrar que muitos pacientes não conseguem sair de casa sozinhos.
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Felizmente, nos últimos anos tivemos boas e animadoras notícias em relação ao tratamento dos transtornos de ansiedade, e hoje dispomos de um leque de possibilidades medicamentosas, que prometem causar bem menos efeitos colaterais. De mais a mais, o progresso ocorrido no campo das terapias psicológicas de apoio foi significativo.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) provou ser capaz de mudar os esquemas de pensamento que aprisionam os pacientes aos seus próprios medos, além de alterar o seu comportamento (atitudes) diante dos fatores de ansiedade que desencadeiam.
Em relação às novas medicações, algo curioso aconteceu: a constatação da frequente associação entre ansiedade e depressão fez com que os pesquisadores estudassem o uso de substâncias originalmente utilizadas como antidepressivos também para os casos de transtornos de ansiedade. A boa surpresa foi que algumas dessas substâncias se mostraram realmente eficazes em determinadas formas de ansiedade patológica.
Atualmente podemos afirmar que em 80% dos casos de transtornos de ansiedade é possível melhorar muito a qualidade de vida dos pacientes. Após a conquista desse bem-estar, é muito importante que o paciente prossiga em sua terapia de manutenção, pois essa prática é bastante eficaz na prevenção de recaídas, que podem vir a ocorrer.
time-1425553Duração do tratamento
As doenças da mente, depois que surgem, tendem a se cronificar. Algumas melhoram com a idade, outras vivem altos e baixos, e há aquelas que evoluem progressivamente, limitando, pouco a pouco, a vida do indivíduo. Por isso, não há como um médico prever ou mesmo definir a duração de um tratamento.
Tanto os médicos quanto os psicólogos precisam de empenho e persistência, pois, em alguns casos, ocorre uma grande dificuldade em se estabelecer o tratamento mais adequado para cada paciente e sua forma de ansiedade. Todo “bom” ansioso tem pressa, e quer sentir os benefícios do tratamento rapidamente. No entanto, os remédios não são pílulas milagrosas, e precisam de algum tempo (cerca de 6 a 8 semanas) para que atuem da maneira esperada. Muitos pacientes não suportam alguns efeitos colaterais – como dores de cabeça, de estômago, enjoo, ganho de peso – e desistem do tratamento antes de sentirem qualquer benefício – e é comum fazerem essa descontinuação sem a orientação do médico.
Interromper o uso da medicação repentinamente pode causar sintomas de abstinência (síndrome de descontinuação) e ainda aumenta o risco de recaídas da depressão. Da mesma forma que não se deve tomar remédios por conta própria, a retirada dos antidepressivos deve ser feita sempre com acompanhamento de um especialista.
Informações importantes
  • sofrer um ataque de pânico não significa sofrer com TP, afinal, várias condições diárias, como estresse familiar, no trabalho e uso de substâncias como álcool, anfetaminas, cigarro, cafeína, cocaína e maconha podem, esporadicamente, desencadear crises de pânico; no entanto, se os ataques forem frequentes e a pessoa passar a se preocupar permanentemente com a possibilidade de uma nova crise, ou mesmo com as possíveis consequências catastróficas (enfarte cardíaco, derrame cerebral, enlouquecimento etc.), o diagnóstico de TP deverá ser feito;
  • apesar de apresentar uma frequência relativamente baixa, o TP é campeão entre as pessoas que procuram ajuda e tratamento médico; o motivo seria o grande sofrimento e desespero vivenciados durante um ataque de pânico;
  • o TP frequentemente é acompanhado da agorafobia, que é um medo intenso e injustificável de estar em lugares amplos ou com muitas pessoas. Nesses casos, o receio deve-se à dificuldade de terem acesso a qualquer tipo de socorro, caso haja necessidade de um atendimento médico ou qualquer outro tipo de ajuda. A agorafobia leva as pessoas a evitar situações cotidianas diversas, como ficar sozinhas em casa, sair de casa, andar de ônibus, carro, elevador, avião, trem, metrô, ou ainda atravessar pontes, viadutos ou passarelas. Quase sempre as pessoas que sofrem de agorafobia necessitam da presença de pessoas de confiança para enfrentar essas situações;
  • grupos de apoio (mútua ajuda) podem ser uma ótima ajuda no tratamento;
  • com tratamento adequado e o apoio da família e das pessoas próximas, o paciente pode recuperar a autoconfiança e voltar a viver de maneira plena, ser produtivo, e feliz! :)
Fonte: livros Mentes Ansiosas, de Ana Beatriz Barbosa Silva, e Não é Coisa da Sua Cabeça, de Naiara Magalhães e José Alberto de Camargo; experiência pessoal (Karen Terahata).
Imagens: Freeimages.com

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Medicamentos e Indicacoes cura tudo

Medicamentos e Indicacoes

Abacateiro:
abacate
  • Parte usada: Folha, fruto e semente. Usar de preferência as folhas mais velhas e dos abacateiros que tem os frutos em formato de pescoço e casca lisa.
  • Indicações: Retenção de líquidos no organismo, afecções das vias geniturinárias, cistites, uterites, perturbações hepáticas e deficiência de secreção biliar, nutritiva (fruto), creme de beleza (fruto).
  • Posologia:
  1. Coloque 3 g. (duas folhas) cortadas em pedaços bem pequenos em uma caneca de louça. Ferva uma xícara de chá de água e coloque sob as folhas. Abafe, coe e tome uma a duas xícaras ao dia.
  2. Decocto: Coloque uma folha de abacateiro, uma folha de goiabeira, uma folha de pitangueira, tudo cortado em pedaços bem pequenos em uma xícara e ½ de chá de água. Ferva por 3 minutos. Abafe, coe e tome uma xícara após cada evacuação.
  3. Extrato: A semente ralada é colocada em 100 ml de álcool. Deixe descansar por uns três dias. Coe e faça fricções suaves nas partes doloridas.
Acácia-Bastarda
acácia
  • Partes usadas: Flores e folhas.
  • Indicações: Anemia, cefaléia, estômago, fígado, indigestão.
  • Posologia: Maceração: 15 a 20 g. de flores em 1 L. de vinho tinto, para preparar xaropes, e uma agradável água para toalete. As sementes e a casca não devem ser ingeridas. A raiz é tóxica, não obstante ter um sabor doce, pelo que deve ser proibido às crianças.
Açafrão
açafrão
  • Partes usadas: As estigmas, folhas e flores.
  • Indicação: Falta de apetite, bronquite, Má digestão, frigidez, problemas na gengiva, impotência, problemas de menstruação e tosse.
  • Posologia:
  1. Infusão: 20 g. para 1 L. de água, tomam-se três xícaras diárias;
  2. Banhos: 30 g. para 1 L. de água.
Alcachofra
alcachofra
  • Parte usada: Flor e folha.
  • Indicações: Arteriosclerose, celulite, colesterol alto, diabetes, esterilidade, males do fígado, gota, obesidade, ureia, vesícula biliar, Insuficiência hepatobiliar, constipação e uricemia.
  • Posologia: Concentração do extrato seco – equivalente ao extrato fluido.
Acelga
acelga
  • Parte usada: Folhas.
  • Indicações: Abscessos, anemia, cistite, auxilia no crescimento, obstipação, pele, rins.
  • Posologia:
  1. Cataplasmas: Feito com folhas cozidas e trituradas, tem efeito emoliente.
  2. Infusão: 20 g. em 1 L. de água, tomar de três a quatro xícaras diariamente.
Agrião
agrião
  • Parte usada: Caule e folhas.
  • Indicações: Acne, hepatite, boca, bronquite, cabelo, convalescência, dermatose, escorbuto, fígado, pele, sardas, tireoide, revitalizador do sangue.
  • Posologia:
  1. Suco: ½ xícara de seu suco fresco três vezes ao dia, para catarros pulmonares, afecções gastrointestinais, cálculos biliares e renais, icterícia, hidropisia e fígado.
  2. Infusão: 20 grs. Para 1 L. de água. Tomar três xícaras por dia.
Aipo
aipo
  • Parte Usada: Raiz, folhas e frutos.
  • Indicações: Albuminúria, artrite, contusão, lactação, litíase, meteorismo, tez, tosse, rins, dores de dentes e para o aparelho urinário.
Alcaçuz
alcaçuz
  • Parte Usada: Raiz, Rizoma (outono, 3º ano, secagem ao sol).
  • Indicações: Asma, oca, bronquite, cistite, conjuntivite, espasmos, estômago, úlceras, obstipação, tosse.
  • Obs.: Não abusar do consumo. Se ingerido em dose elevada pode causar hipertensão arterial devido a ação do ácido glicirrítico. Se ingerido em doses moderadas, o alcaçuz não oferece qualquer perigo. Para os grandes consumidores, geralmente os doentes de úlceras ou fumantes e alcoólicos que desejam mitigar as suas carecias, existem comprimidos preparados em laboratório isentos da substância que provoca a hipertensão.
Alecrim
alecrim
  • Parte usada: Folha e sumidade florida – Colher os ramos jovens na primavera e refutar os ramos mais velhos.
  • Indicação: Astenia, debilidade de qualquer tipo, hepatismo, colecistite, icterícia, congestão hepática, hepatomegalia, hepatite crônica, litíase biliar, menstruação insuficiente, dispepsia atônica, hemicrania digestiva, gota e reumatismo.
  • Posologia:
  1. Infuso ou decocto: Coloque três grs. Em uma xícara de chá de água fervente (100 ml). Abafar por 10 minutos. Coe e tome uma xícara por dose, duas a três vezes ao dia antes ou após as refeições.
  2. Tintura: 20% – Coloque 20 grs. Em 100 ml de álcool de cereal a 70 °C. Macerar por uma semana. Coe e tome uma colher de café em um pouco de água, duas a três vezes ao dia, antes ou após as principais refeições.
  3. Vinho: Coloque 30 grs. Em 1 L. de vinho branco. Deixar em maceração por 15 dias. Coe e beba em copos de licor (cálice) entes ou após as refeições.
  4. Geleia de flores: Derreter 750 grs. De açúcar em panela e cozinhar por 10 minutos. Deixar esfriar e juntar 75 grs. De flores de alecrim. Cozinhar por mais 10 minutos. Depois colocar nos potes, e quando ficar frio, tampar.
Alface
  • Indicações: Transtornos nervosos, afecções renais, dispepsia, constipação, insônia, palpitações, hipocondria, neuralgia, reumatismo, inflamações dos olhos e conjuntivite, blenorragias e inflamações da bexiga.
  • Posologia:
  1. Chá: 20 grs. Das folhas para 1 L. de água, cozinhar por 11 minutos. Tomar três xícaras diárias.
  2. Suco: Obtém-se liquidificando as folhas frescas com uma pequena quantidade de água, misturando com um pouco de suco de limão.
Alfafa
alfafa
  • Parte usada: Brotos, folhas.
  • Indicações: Anemia, atonia muscular, cansaço cerebral, debilidade geral, escorbuto, hemofilia e raquitismo, purifica o sangue, cura os rins e as enfermidades da bexiga e intestinos.
  • Posologia: Os brotos ternos da alfafa são considerados um alimento de grande valor nutritivo. Rico em vitamina K.
  1. Suco: Só ou com outros vegetais, é indicado como poderoso reconstituinte, pode ser acrescentado mel de abelhas e algumas gotas de limão.
  2. Infusão: 30 grs. De folhas frescas ou secas para 1 L. de água. Tomam-se três xícaras diárias.
Alfavaca
alfavaca
  • Parte usada: folhas ou flores.
  • Indicações: Aerofagia, afta, astenia, cefaleia, constipação, espasmo, estômago, picada de insetos, lactação, meteorismo, nervosismo, sonolência, treçolho, tosse, tosse convulsa, vômito, melancolia.
  • Posologia:
  1. Cataplasmas das folhas frescas em caso de tumores e furúnculos.
  2. Infusão: Empregam-se 10 a 15 grs. Das folhas ou flores para 1 L. de água. Deixa-se repousar e tomam-se duas xícaras diárias. Para uso externo emprega-se 30grs. Para 1 L. de água.
Algas Marinhas
  • Parte usada: Planta inteira.
  • Indicações: Hipertireoidismo, disfunções renais, raquitismo, anemia, dispepsias, obesidade, celulite, flacidez, tireoide, disfunções glandulares, revitalizante, hidratante, tônico, depurativo, nutritivo.
  • Posologia: Concentração do Extrato seco: Equivalente ao extrato fluido ou 10% sólidos extraídos.
Aloé Vera
aloe vera
  • Parte usada: Folhas.
  • Indicações: Constipações crônicas, inflamações, queimaduras, eczemas, erisipelas.
  • Posologia:
  1. Chá: 10 grs. Das folhas para 1 L. de água. Tomam-se três xícaras diárias.
  2. Cataplasmas das folhas para feridas, tumores, inclusive câncer.
  3. Suco da planta: Para afecções da pele, eczemas, erisipela, queimaduras e inflamações dos olhos.
  4. Xarope: ½ kg de mel, duas folhas de aloé (aprox. ½ metro) três colheres de sopa de conhaque de alcatrão. Tirar os espinhos do aloé e cortar em pedacinhos, colocar o liquidificador com os demais ingredientes, bater, bater, guardar na geladeira e tomar três colheres de sopa por dia longe das refeições.
Alteia
alteia
  • Parte usada: Raízes, flores, folhas frescas ou secas, secagem à sombra ou em estufa.
  • Indicações: Bronquites, tosse, garganta irritada, inflamação bucal, afta, acne rosácea, angina, cistite, dentes, gengivas, obstipação, olhos, pele, insônia, indigestão, diarreia.
  • Posologia: Concentração do Extrato seco: Equivalente ao extrato fluido ou 10% sólidos extraídos.
Anis
anis
  • Parte usada: Folhas e sementes.
  • Indicações: Alterações do metabolismo, astenia psíquica, cólicas menstruais, gastrite, intoxicação intestinal, neuralgias e facilita o parto, inflamações dos olhos e abscessos.
  • Posologia: 20grs. Das folhas frescas ou secas ou sementes para 1 L. de água. Toma-se três xícaras diárias do chá.
Arnica
arnica
  • Parte usada: Folhas e flores.
  • Indicações: Contusões, torceduras, reumatismo, neuralgias, flebite.
  • Posologia:
  1. Infusão: Para uso interno se emprega 10 grs. De folhas para 1 L. de água. Toma-se três xícaras diárias.
  2. Para uso externo: Prepara-se um chá empregando 25 grs. De folhas ou flores em 1 L. de água, banhar o local da dor.
Aveia
  • Parte usada: Grãos.
  • Indicações: Indigestão, diarreia, desordens hepáticas e vesiculares, eczemas, astenia, banho, convalescência, auxiliar do crescimento, diabetes, envelhecimento precoce, esterilidade, impotência, pele, insônia, surmenage.
  • Posologia: Concentração do extrato seco: Equivalente ao extrato fluido ou 10% sólido extraído.
Azedinha
azedinha
  • Parte usada: Folhas, flores e raízes frescas (perde suas propriedades na secagem).
  • Indicações: Afecções catarrais e das vias urinárias, febres, enfermidades da boca e aftas (mastigando as folhas), inflamação dos olhos (pingando duas a três gotas), Cataplasmas aliviam tumores, combatem feridas, problemas de pele, sarna e para sede.
  • Posologia: 20grs. Para 1 L. de água. Toma-se três xícaras diárias.
Bananeira
  • Parte usada: Frutas, tronco e coração.
  • Indicações: estado de convalescência, astenia, fatiga muscular e nervosa, pulmões e bronquite.
  • Posologia:
  1. Fruto: Comer por 15 dias nas três refeições, bananas bem amassadinhas, a quantidade de um copo (200 ml), e nos intervalos das refeições tomar muita água.
  2. Tronco: O líquido extraído do tronco alivia hemorroidas, aplicando-se compressas. E tomando ½ copo do suco pela manhã em jejum limpa o pulmão.
  3. Xarope: Para bronquite: Cortar bem fininho dois corações do cacho da bananeira, colocar num pote de barro, despejar por cima ½ kg de mel e deixar repousar por 48 horas. Tomar três colheres por dia, longe das refeições. Tomar por 15 dias, descansar 15 e tomar novamente. Repetir o tratamento quatro vezes.
Bardana
bardana
  • Parte usada: A raiz, coletar no primeiro ano de cultivo, no outono. Consumir fresca ou seca. As folhas colhe-se antes da floração.
  • Indicação: Diabetes, furunculose, dermatose úmida e purulenta, acne, eczema, chagas, reumatismo, gota, litíase urinária.
  • Posologia:
  1. Decocto: Coloque cinco grs. Da raiz, cortada em pedaços bem pequenos, em 100 ml de água (uma xícara de chá). Ferver por 10 minutos. Manter em repouso por 15 minutos. Coe e tome uma xícara, três vezes ao dia, fora das refeições. Acrescentando um pouco de mel, pode também ser usada em compressas.
  2. Tintura: Coloque 20 grs. De raiz em 100 ml de álcool de cereal a 70°. Macere por 10 dias. Coe e esprema o resíduo num pano. Tome uma colher (café) duas a três vezes ao dia com um pouco de água.
  3. Vinho: Coloque 20 grs. De raiz, cortada em pedaços bem, pequenos em ½ litro de vinho licoroso. Macerar por uma semana. Filtre e tome em cálice duas vezes ao dia.
Boldo
boldo
  • Parte usada: Folhas.
  • Indicações: Dispepsias, insuficiência hepato-biliar, estimula a secreção da bílis pela célula hepática e facilita o funcionamento da vesícula biliar, fígado e estômago.
  • Posologia:
  1. Infusão: 20grs. Para 1 L. de água. Tomam-se três xícaras diárias.
  2. Suco: aplica-se em manchas da pele provenientes de afecções hepáticas.
  3. Banhos: 40 grs. De folhas para 1 L. de água em casos de afecções da pele, sífilis e blenorragia.
  4. Vapores: em casos de infecções e dores de ouvido.
Calêndula
calendula
  • Parte usada: Flores.
  • Indicações: Dores de cálculos biliares, indigestão, dismenorreias, queimaduras, feridas, úlceras, contusões, frieira, furúnculo, menopausa, menstruação problemática, pele, queimaduras, úlcera cutânea, verrugas.
  • Posologia:
  1. Infusão: 10 grs. De suas flores ou folhas para 1 L. de água. Toma duas xícaras diárias.
  2. Suco: Em casos de queimaduras, chagas, sifilíticas e cancerosas, herpes e picaduras.
  3. Cataplasmas: Trituram-se as folhas frescas e aplicam-se em casos de calos, verrugas, tumores e abscessos.
  4. Fomentações: Em casos de golpes, quedas e torceduras.
Camomila
camomila
  • Parte usada: Flores: Os capítulos florais são colhidos antes de sua abertura completa. Secar à sombra em ambiente arejado, calor de 40 °C. As melhores são aquelas que não vêm acompanhadas de folhas ou pedúnculo floral.
  • Indicações: Nevralgias, indigestão, dismenorreia, feridas, afecções cutâneas, insônias, distúrbios da menopausa, espasmo doloroso do tubo gastrointestinal, gastrite, úlcera gástrica duodenal e enxaquecas.
  • Posologia:
  1. Infuso: 30ª cinco grs. De flores em uma caneca de louça. Ferva uma xícara de chá de água e coloque nas flores.  Abafe por 10 minutos. Coe e tome uma xícara três vezes ao dia, podendo adicionar o suco de 1/2limão por dose.
  2. Tintura: 20%: Coloque 20 grs. De flores em 100 ml de álcool de cereais a 70°. Deixe em repouso por uma semana, em lugar escuro. Coe num pano e esprema o resíduo. Tome uma colher (café) três a quatro vezes ao dia com um pouco de água.
  3. Óleo medicamentoso: Coloque 30 grs. De flores em 100 ml de óleo de cozinha. Deixe em banho-maria durante 3 horas. Coe e esprema o resíduo. Use ainda morno para fazer massagens delicadas, para dores de ouvido, nevralgias, limpeza de crosta dos recém-nascidos.
  4. No caso de reumatismo, podem ser adicionadas 10 grs. De cânfora e fazer massagens suaves nas juntas doloridas e cobrir com uma flanela.
Capsicum – Pimentão-cornicabra, pimento comum
capsicum
  • Partes usadas: Frutos.
  • Indicações: Indigestão, dores reumáticas, artrite, hemorroidas, enjoos, alcoolismo, arteriosclerose, astenia, bronquite, cabelo, congestão, diarreia, pulmão, reumatismo, combate a alopecia.
  • Posologia:
  1. Decocto: 10 grs. em 1 L. de água. Ferve-se por 2 minutos, deixa repousar durante a noite e toma três xícaras diárias longe das refeições, para alcoolismo.
  2. Cataplasma quente do pó ou do fruto se aplicam sobre nevralgias, congestões, bronquite e dores pulmonares.
  3. Suco fresco: Para falta de apetite, astenias, vômitos e diarreias.
Carqueja
carqueja
  • Parte usada: Folhas e raízes.
  • Indicações: Fígado, bílis, cólicas hepáticas, cálculos renais, estômago, bexiga, diabete, impotência sexual, frigidez e infecundidade.
  • Posologia: Infusão de 20 grs. Da folha seca ou fresca para 1 L. de água. Tomar três xícaras diárias.
  • O pó da raiz em infusão. Uma colher para uma xícara de água fervendo.
Cascara Sagrada
cáscara
  • Parte usada: Cascas.
  • Indicações: Constipações crônicas, intestinos, enfermidades do fígado.
  • Posologia:
  1. Cozimento: 20 grs. Para 1 L. de água. Tomam-se três xícaras diárias.
  2. Pó – Em Infusão: uma colherzinha de café para uma xícara de água fervendo.
Castanha Da Índia
castanha india
  • Parte usada: Cascas e sementes.
  • Indicações: afecções do sistema venoso (varizes, hemorroidas, flebites varicosas), acne rosácea, banho, circulação, febre, frieira, menopausa, obesidade, combate a couperose.
Cavalinha – Rabo de cavalo
cavalhinha
  • Parte usada: Toda a planta.
  • Indicações: albuminaria, cistite, enfermidades dos rins, cálculos biliares e renais, reumatismo, gota, ciática, hemofilia, hemorragias e pólipos nasais, vômitos de sangue, apoplexia, arteriosclerose, combate obesidade, sudação, panarício, unha.
Cenoura
  • Parte usada: Tubérculo- raiz.
  • Indicação: Carênci9a de vitamina A, anemia, constipação, desordens hepáticas, abscessos, astenia, bronquite, bronzeamento, convalescença, crescimento, diarréia, envelhecimento precoce, epidemias, estômago, ferida, fígado, frieira, intestino, lactação, obstipação, olhos, parasitose, pele, prurido, queimadura, seios, tosse, úlcera cutânea.
  • Posologia:
  1. Usada crua, ralada ou ingerida em forma de saladas.
  2. Suco: Ralando-a o centrifugando-a, tomar o suco em seguida.
Cipreste
cipreste
  • Parte usada: Folhas e frutos.
  • Indicações: Varizes, hemorragias, menopausa, tuberculose, tosse comprida, próstata, circulação, diarréia, enurese, hemorróidas e bexiga.
  • Posologia: Para preparar o chá usam-se as folhas e os frutos da planta, 20 grs. Para 1 L. de água. Tomar três xícaras por dia. Para banhos usam-se 50 grs. Para 1 L. de água.
Cissus Cissioydes – insulina vegetal
cissus
Obs. Há na América do Sul 53 espécies diferentes conhecidas.
  • Parte da planta: Folhas.
  • Indicação: Diabetes, cálculo biliar e problemas hepáticos.
  • Posologia:
  1. Chá;
  2. Tintura álcool de 70°. Adultos: 10 gotas três vezes ao dia em um pouco de água antes das refeições. Crianças: cinco gotas três vezes ao dia em meio copo de água antes das refeições.
Confrei
confrei
  • Parte usada: O rizoma de cor escura. Escolher as plantas que apresentam um ano e meio de vida e colhê-las no outono ou no início da primavera. Descartar as partes aéreas e os rizomas de cor branca.
  • Indicações: Úlcera gástrica e duodenal, gastrite, feridas, chagas, úlcera varicosa, eczemas, prurido vaginal, fissuras da mama e anal, bronquites, tosse de qualquer etiologia.
  • Posologia:
  1. Decocto: 5%: Coloque cinco grs. De rizoma em 100 ml de água. Ferver por 5 minutos. Deixe descansar por 15 minutos. Coe e tome uma xícara três vezes ao dia.
  2. Decocto 10%: Coloque 10 grs. De rizoma em 100 ml de água. Ferver por 5 minutos. Deixe descansar por 15 minutos. Coe e aplique em compressas nas partes afetadas. Pode também passar no couro cabeludo após o banho.
  3. Infuso: Coloque 50 grs. De rizoma de confrei, 50 grs. de fruto de quiabo verde, tudo cortado em pedaços bem pequenos, em 300 ml de água fervente. Deixe em maceração por uma noite. Filtre e use para higiene íntima e para banhar as partes afetadas.
  4. Tintura 20%: Coloque 20 grs. De rizoma em 200 ml de álcool de cereal a 50°. Deixe macerar por 10 dias em lugar escuro. Coe num pano limpo espremendo o resíduo. Tome uma colher de café duas vezes ao dia, com um pouco de água.
  5. Vinho: Coloque 50 grs. De rizoma, cortados em pedaços bem pequenos, em 1 L. de vinho branco. Deixe em maceração por uma semana.  Coe num pano e esprema o resíduo. Tome um cálice duas a três vezes ao dia.
Dente de Leão
dente leão
  • Parte usada: Raiz, folha e capítulo floral. A raiz se colhe no outono. Lavar muito bem e secar no calor moderado. A folha pode ser colhida em qualquer época e o capítulo floral antes de abrir.
  • Indicações: Dispepsia da atonia gástrica e intestinal, anorexia, insuficiência hepática, icterícia, cálculo biliar, prisão de ventre, cistite, eczema, escorbuto (suco), hemorróidas, obesidade, reumatismo (chá), miocardite (raiz), depurativo do sangue, anemia, baço, deficiência circulatória.
  • Posologia:
  1. Decocto: Coloque 5 a 10 grs. De raiz, cortada em pedaços bem pequenos em uma xícara de chá de água. Deixe macerar durante a noite. No dia seguinte, ferver rapidamente. Coe e tome a metade ½ hora antes do0 desjejum e o restante ½ hora após.
  2. Decocto: Coloque 10 grs. Da raiz, cortada em pedaços bem pequenos, em uma xícara de chá de água, deixe ferver por 5 minutos. Coe e coloque um pouco de mel ou glicerina. Passar no rosto e nos olhos, com um chumaço de algodão em bebido no líquido.
  3. Tintura 20%: Coloque 20 grs. De raiz em 100 ml de álcool de cereal a 75° Bata no liquidificador e deixe em repouso por três dias. Coe num pano e esprema o resíduo. Tome uma colher de café num copo de água, duas a três vezes ao dia, antes das refeições.
  4. Vinho: 10%: Coloque 10 grs. De raiz cortada em pedaços bem pequenos em 100 ml de vinho licoroso. Deixe em repouso por 10 dias. Co e tome por copos de licor antes das principais refeições.
  5. Melito de flores: coloque 10 capítulos florais em uma xícara e ½ de chá de água e deixe ferver por 15 minutos. Coe num pano e esprema. Leve outra vez ao fogo para reduzir à metade. Acrescente igual porção de mel e use para passar no pão, às refeições.
  6. Salada: As raízes e as folhas novas podem ser comidas cruas em forma de salada.
Erva Doce – anis verde
erva doce
  • Parte usada: Sementes.
  • Indicações: Flatulência, vômitos, gastralgias, afecções brônquicas, nervosismo, aerofagia, contusão, dentes, espasmos, estômago, flebite, indigestão, lactação, meteorismo, soluço, tosse, vômito.
Erva-De-Santa-Maria
erva s maria
  • Partes usadas:sumidades floridas, folhas secas.
  • Indicação: Expectorante, cálculo das vias urinárias, febres, menstruação irregular, asma, parasitose, pulmão, facilita o parto.
Espinheira Santa
espinheira santa
  • Parte usada: Folhas.
  • Indicações: Dispepsias, gastrites, úlceras gástricas e duodenais, flatulências. Excelente preventivo de câncer se usado com moderação, isto é, longe das refeições, três vezes ao dia um pouco mais de ½ xícara por vez, lembrando a contra-indicação abaixo.
  • Posologia: Infusão a 2%: 10 grs. De folhas secas em ½ litro de água fervendo. Tomar 150 ml três vezes ao dia. OBS. Reduz a secreção láctea sendo contra-indicado então à mulheres que amamentam.
Eucalipto
  • Parte usada: Folhas adultas – junho a setembro.
  • Indicações: Asma, bronquite, rinite, sinusite, reumatismo, artrite, neuralgias, ciática, mosquitos, purifica o ambiente.
  • Posologia:
  1. Infusão: 20grs. De folhas para 1 L. de água, adoçar com mel e tomar três xícaras por dia.
  2. Banhos e compressas: 100 grs. Para 1 L. de água.
Fucus
fucus
  • Partes usadas: Talo inteiro (todo o ano) secagem ao sol.
  • Indicações: Disfunções da Tireóide, obesidade, celulite, arteriosclerose, banho, bócio, obstipação, psoríase.
  • Posologia: 15 grs. Para 1 L. de água. Tomar três xícaras de chá ao dia.
Ginseng
ginseng
  • Parte usada: Toda a planta.
  • Indicações: Estômago, fígado, sistema nervoso, stress, impotência sexual.
  • Posologia: 20 grs. De raízes cortadas em pedacinhos, para 1 L. de água. Ferver por 3 minutos deixar repousar por 15 minutos e tomar duas xícaras diárias.
Goiabeira
  • Partes usadas: Casca do caule, folhas novas, fruto verde, fruto maduro, botão floral.
  • Indicações: Diarréia, indisposições gástricas, afecções da boca e garganta, lavagens vaginais, tratamentos de úlceras varicosas.
  • Posologia:
  1. Decocto: cinco grs. de casca de caule em 100 ml de água. Ferva por 5 minutos. Coe e tome uma xícara após cada evacuação.
  2. Decocto: Coloque uma folha de goiabeira, 12 folha de abacateiro, uma folha de pitangueiro em 100 ml de água. Ferva por 5 minutos. Coe e tome uma xícara após cada evacuação.
  3. Decocto: 30 grs. De casca de caule de goiabeira, 30grs. De rizoma de confrei em ½ litro de água. Ferva por 10 minutos. Coe e use para lavar feridas.
  4. Tintura: 20 grs. de casca de caule em 100 ml de álcool de cereal a 60°. Deixe em maceração por cinco dias. Coe e tome uma colher de café em um, pouco de água, três vezes ao dia.
  5. Vinho de flores: 50 grs. De flores em ½ litro de vinho branco. Deixe em maceração por uma semana. Coe e tome dois cálices ao dia.
Guaçatonga – Chá de bugre
guaçatonga
  • Parte usada: Folha.
  • Indicações: Elevar a imunidade, infecções generalizadas herpes, enfermidades venéreas e viróticas, gastrite, úlcera gástrica, cicatrizante de ferimentos e ulcerações, furúnculos plantares em diabéticos.
  • Posologia: Pode ser usado em forma de chá ou tinturas.
Guaco
guaco
  • Parte usada: Folha – pode ser coletada em qualquer época do ano, principalmente no início da floração. Secar ao sol e manter longe da umidade, fungos e insetos. Quando seca ela é fracamente aromática e possui sabor aromático amargo.
  • Indicação: Tosse de qualquer natureza, catarro bronquial, asma brônquica, estados gripais, reumatismo em geral.
  • Posologia:
  1. Infuso: Coloque uma folha cortada em pedaços pequenos em uma caneca de louça ou barro. Ferva uma xícara de chá de água e coloque por cima e abafe. Coe e tome uma xícara duas vezes ao dia.
  2. Decocto: uma folha de guaco, dois cm de raiz de confrei, cortada em pedaços bem pequenos em uma xícara de chá de água. Ferva por alguns minutos. Abafe, coe e tome uma xícara de chá duas vezes ao dia.
  3. Tintura: 10 folhas, cortadas em pedaços bem pequenos em 100 ml de álcool de cereais de 70°. Macere durante uma semana em lugar escuro. Coe e use uma colher de café duas a três vezes ao dia, com um pouco de água. Passe localmente nas juntas doloridas.
  4. Xarope: duas folhas de guaco, em pedaços pequenos, para ferver em uma xícara de chá de água durante 5 minutos. Coe e acrescente 65 grs. De açúcar cristal e novamente leve ao fogo. Filtre a quente e use uma colher de sopa três vezes ao dia.
  5. Elixir: 20 folhas frescas, em pedaços pequenos, em 600 ml de álcool de cereais a 50°. Deixe em maceração por oito dias. Coe num pano e acrescente 200 ml de água e 170 grs. De açúcar cristal . Deixe descansar pó um mês. Filtre e tome um cálice duas a três vezes ao dia.
  6. Vinho: 20 folhas frescas, em pedaços pequenos, em 500 ml de um vinho licoroso. Macere por 10 dias. Agitando de vez em quando. Filtre e tome um cálice duas a três vezes por dia.
Guaraná
guarana
  • Parte usada: Semente desprovida dos tegumentos. Coletar nos meses de janeiro e fevereiro. Reduzida a pó ou em pasta moldada na forma de bastões.
  • Indicações: Fadigas em geral, convalescença, diarréias, enxaquecas, astenia sexual.
  • Posologia:
  1. Pó: Raspe o bastão de guaraná com uma lima grossa e passe por uma peneira fina. Use uma colher de café em um pouco de leite duas a três vezes ao dia.
  2. Infuso 5%: cinco grs., duas colheres de café de pó, em uma caneca de louça. Ferva uma xícara de chá de água e acrescente ao pó. Coe e tome duas xícaras ao dia, adoçadas com mel.
  3. Tintura 20%: 20 grs., duas colheres de sopa de pó em 100 ml de álcool de cereal a 70°. Deixe macerar por uma semana, em lugar escuro. Coe num pano limpo e esprema o resíduo. Tome uma colher de café duas a três vezes ao dia com um pouco de água.
  4. Elixir: Coloque dois fragmentos de baunilha ou canela em 200 ml de álcool de cereal. Ferva 500 ml de água e acrescente 50 grs. De guaraná em pó. Esfriar e acrescentar 500 grs. de açúcar e o álcool de baunilha ou canela. Deixe em repouso durante um mês. Coe e tome por copos duas vezes ao dia.
Hamamelis
amamelis
  • Partes usadas: Folhas e casca.
  • Indicações: Afecções do sistema venoso (varizes, flebites, hemorróidas, úlceras varicosas), hemorragias, veias.
Hortelã
  • Parte usada: Folhas.
  • Indicações: Má digestão, gazes, acidez, flatulências, cólicas estomacais, vertígios nervosos, coração, espasmos, para aumentar o leite, mau hálito.
  • Posologia:
  1. Infuso: 20 grs. Para 1 L. de água. Tomam-se três xícaras diárias.
  2. Fomento: Para dores reumáticas, contusões e inchaços.
  3. Cataplasma misturado com azeite de oliva, para queimaduras e evita infartos.
Jaborandi
jaborandi
  • Parte usada: Folhas.
  • Indicações: Glaucoma, hidropisias renais, afecções catarrais das vias respiratórias, hiper-hidroses, tônico capilar, combate a alopecia e caspa.
Malva
malva
  • Partes usadas: Raiz, folhas, flores (antes da abertura), secagem ao ar e à sombra, conservação difícil, tornando-se azuis com a secagem e descorando por ação da luz.
  • Indicações: Afecções catarrais das vias respiratórias, bronquites, tosses, estados inflamatórios das vias digestivas, boca, gengiva, garganta, combate as afecções cutâneas.
  • Posologia:
  1. Cozimento: 20 grs. De folhas ou flores para 1 L. de água. Tomam-se três xícaras diárias.
  2. Raízes: 15 grs. Para 1 L. de água, ferver durante 10 minutos e deixar repousar. Tomar três xícaras diárias.
Mamão
  • Partes usadas: Fruta, flores e sementes.
  • Indicações: Debilidades do estômago, digestão lenta e difícil, diabetes, icterícia e asma. As sementes combatem vermes, tuberculose e câncer. As flores são expectorantes para tosse e catarro bronquial.
Manjerona – Orégano
manjerona
  • Partes usadas: Folhas e sumidades floridas.
  • Indicações: Mau hálito, cólicas flatulentas, indigestão, dispepsia, enfermidades do estômago, cefaléias, hemiplexia, neurose gástrica e vertigens, insônia, nervos e angústia depressiva.
  • Posologia:
  1. Infuso: 20 grs. Para 1 L. de água. Tomar três xícaras por dia.
  2. Cataplasmas das folhas frescas para feridas, tumores, golpes, inchaços e dores reumáticas, e podem também ser feitos banhos.
Maracujá
  • Partes usadas: Folhas, frutos e flores.
  • Indicações: Esgotamento nervoso, cansaço cerebral, enfermidades do coração, melancolia, neuralgia, palpitações, stress, medo, perturbação, alcoolismo, angústia, enxaqueca, males do coração, cólica, espasmos, insônia.
  • Posologia: Suco, chá das folhas e flores.
Melissa – Erva cidreira
melissa
  • Parte usada: Folhas – secagem rápida, caule florido (junho).
  • Indicações: Acufenos, anemia, falta de apetite, asma, banho, estômago, fígado, auxilia na gravidez, mau hálito, indigestão, lipotimia, bom prá memória, picadas de insetos, pulmão, melhora o sono, vertigens.
  • Posologia:
  1. Infuso: 20 grs. Para 1 L. de água. Tomar três xícaras diárias.
  2. Cataplasmas para contusões, feridas, golpes.
  3. O uso em excesso se torna tóxico – cuidar com o excesso.
Milho
  • Parte usada: Cabelo de milho. Colher a droga assim que ela aparece na espiga, antes da fecundação. Secar em ambiente arejado e conservar em vaso de porcelana. É importante conservar a droga longe da umidade pois ela se degrada rapidamente.
  • Indicações: Litíase urinária, afecções das vias urinárias (cistite, nefrite, cistopielite), oligúria (diminuição do volume de urina, por insuficiência cardíaca), hidropisia, albuminúria, gota e reumatismo, obesidade, cicatrização de feridas, chagas.
  • Posologia:
  1. Infuso 10%: 10 grs. em uma xícara (100 ml) de água fervente. Deixe em repouso por 10 minutos. Coe e tome uma xícara por dose, três vezes ao dia.
  2. Decocto 5%: cinco grs. Em uma xícara de água. Ferva por 10 minutos. Deixe em repouso por 5 minutos. Coe e tome uma xícara por dose antes das principais refeições ou use para aplicar nas lesões.
  3. Tintura 20%: 20 grs. Em 100 ml de álcool de cereal 65°. Macerar por uma semana. Coe e esprema o resíduo. Tome uma colher de café em um pouco de água três vezes ao dia.
  4. Extrato mole: 100 grs. Em vasilha de aço inoxidável. Deite água fervente em quantidade suficiente para cobri-la. Deixe em infusão durante 2 horas. Coe e esprema o resíduo. Trate o resíduo do mesmo modo.  Reúna os dois infusos e evapore-os em banho-maria até reduzi-los a 40 grs. Após o resfriamento junte 30 ml de água destilada fria, deixe depositar, filtre e evapore até consistência de extrato mole. Dose: 10 a quatro grs. Por dia.
Pata De Vaca
pata de vaca
  • Parte usada: Folhas.
  • Indicações: Coadjuvante no tratamento da diabete Melitus tipo II, enfermidades renais, hipertensão arterial, obesidade.
  • Posologia:
  1. Infusão: uma gr. Da folha seca para 150 ml de água fervendo. Tomar três a quatro xícaras ao dia.
  2. Chá da raiz para prisão de ventre. 10 grs. Para 1 L de água.
Pepino
  • Parte usada: Fruto.
  • Indicações: Atenua pruridos, cicatrizante de feridas (usando a casca), ácido úrico, cálculos renais e vesiculares, hematismo, gota, inflamações do tubo digestivo e prisão de ventre.
  • Posologia:
  1. Cataplasmas: Para impurezas da pele, espinhas, grãos e se recupera a beleza.
  2. Pepinos em conserva para os rins, coração e próstata.
Pfaffia
pfaffia
  • Parte usada: Raízes.
  • Indicações: Esgotamento, debilidade, irregularidades circulatórias, tônica, hidratante, nutritiva.
  • Posologia: Concentração do extrato seco – Equivalente extrato fluido ou 10% extraídos.
Quilaia – Molina
quilaia
  • Parte usada: Cascas.
  • Indicações: Desengordurante do couro cabeludo nas seborréias, estimula o bulbo pilífero.
  • Posologia: Concentração extrato seco – Equivalente extrato fluido ou 10% sólidos extraídos.
Quina
quina
  • Parte usada: Cascas.
  • Indicações: Malária, febres, dispepsias, debilidade orgânica, paludismo.
  • Posologia: Concentração extrato seco – Equivalente extrato fluido ou 10% sólidos extraídos.
Sabugueiro
sabugueiro
  • Partes usadas: Flores, casca mediana do caule, folhas e frutos.
  • Indicações: Em todos os casos em que se queira fazer brotar o sarampo, provocar a transpiração, abaixar a febre e acalmar a tosse. Em todos os casos de retenção de líquidos no organismo, hidropisia, reumatismo e gota, tratamento de erupções cutâneas e erisipelas.
  • Posologia:
  1. Infuso 2%: duas grs. De flores secas em uma caneca de louça. Acrescente uma xícara de água fervente. Abafe por 5 minutos. Coe e tome ainda morno, uma xícara por dose, duas a três vezes ao dia.
  2. Decocto 5%: Coloque cinco grs. De flores secas em uma xícara de água. Deixe ferver por 5 minutos. Retire do fogo, abafe bem. Coe e adicione um pouco de mel. Use para fazer compressas ou cataplasmas.
  3. Tintura 20%: Coloque 20 grs. De casca mediana do caule em 100 ml de álcool de cereal a 70°. Macere durante 10 dias.  Filtre e tome uma colher de café com um pouco de água, três vezes ao dia.
  4. Vinho 10%: 10 grs. De casca mediana de caule em 100 ml de vinho branco. Deixe macerar por cinco dias. Filtre e tome por cálice duas a três vezes ao dia.
Sálvia
salvia
  • Partes usadas: Folhas e partes floridas. Coletar as folhas antes do aparecimento das flores. As flores devem ser colhidas quando estiverem bem abertas. Para fins culinários as folhas podem ser colhidas em qualquer época.
  • Indicações: Amenorréia e dismenorréia, sudorese noturna dos convalescentes e tuberculosos, diabetes, sudorese excessiva das mãos e axilas, esterilidade e menopausa, astenia, dispepsia por atonia gastrintestinal.
  • Posologia:
  1. Infuso 2,5%: 2,5 ou cinco grs. Em uma xícara de água fervente. Abafe e deixe em repouso por 10 minutos. Coe e tome uma xícara por dose, após as refeições.
  2. Decocto 10%: Ferva, por 10 minutos 100 grs. De folhas em 1 L. de água. Coe e use para banhar os pés, enquanto estiver morno.
  3. Decocto 10%: Coloque 10 grs. De folhas em um copo de água para ferver durante 10 minutos. Coe e faça bochecho durante o dia.
  4. Tintura 20%: 20 grs. De folhas em 100 ml de álcool de cereal a 70°. Deixe em repouso por uma semana. Coe num pano e esprema o resíduo. Tome uma colher de café três vezes ao dia com um pouco de água.
  5. Vinho 20%: 20 grs. De folhas em ½ litro de vinho branco. Macere por uma semana. Coe e tome um cálice três vezes ao dia, de preferência uma semana antes da menstruação.
  6. Vinagre medicinal: Coloque folhas de sálvia em um vidro e cubra com vinagre branco. Macere durante 15 dias, em lugar quente ou ao sol. Coe e esprema o resíduo. Use para fazer massagens suaves.
Sene
sene
  • Parte usada: Folíolos. No fim do verão colhem-se os ramos, que se deixam secar ao sol. Separam-se das vagens.
  • Indicação: Constipação, prisão de ventre, intestino preguiçoso, indigestão, reduzir peso.
  • Posologia: Cozimento: 10 grs. Para 1 L de água. Tomar duas xícaras por dia.
  • Contra-indicação: Não é recomendado durante o período menstrual, gravidez nem a pessoas que sofrem de inflamação do tubo digestivo.
Tamarindo
tamarindo
  • Parte usada: Polpa do fruto maduro.
  • Indicações: Prisão de ventre, sobretudo infantil, refrescante intestinal, corretivo do sabor (edulcorante), cicatrizante externo (folha).
  • Posologia:
  1. Conserva: Coloque 50 grs. De polpa em 50 ml de água destilada. Amoleça em fogo brando. Coe e acrescente 125 grs. De açúcar. Evapore até consistência conveniente.
  2. Laxante suave: Coloque 40 a 60 grs. De polpa em um pouco de água fervente. Tome um copo à noite ao deitar, longe do deitar. Para crianças use duas grs. Por ano de idade.
  3. Decocção: Coloque uma colher de sopa de folhas em uma xícara de chá de água. Ferva por 5 minutos. Coe e use para lavar feridas.
Urtiga – urttigão, urtiga-maior, urtiga-mansa
  • Parte usada: Planta jovem, folhas (todo o ano), rizoma e raízes (outono), secagem à sombra, os pelos secos não são picantes.
  • Indicações: Hemorragias, metrorragias, hidropisia, anemia, reumatismo, lumbago, gota, urticária, afecções cutâneas, ciática, afta, cabelo, diabete, diarréia, edema, enurese, epistaxe, leucorréia, menopausa, pele, picadas e psoríase.
  • Posologia:
  1. Infusão: 20 grs. De folhas ou rizoma para 1 L de água. Ferver durante 5 minutos e deixar repousar. Tomar três xícaras diárias.
  2. Urtigadura

emagrecer,dieta,abnoplastia,

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