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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Campanha para Doação de Leite Humano "Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa"

Com o slogan "Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa", a campanha aborda a necessidade do leite humano ao desenvolvimento dos bebês, como única fonte de alimento até os seis meses de idade
Com o objetivo de conscientizar a sociedade para a importância da doação de leite humano e incentivar a prática entre mães que amamentam, o Ministério da Saúde, em parceria com a Rede Global de Bancos de Leite Humano, lançou, nesta terça-feira (16), a Campanha Doe Leite Materno. A amamentação é o principal fator de redução da mortalidade na infância e, por isso, a campanha prevê o aumento do número de novas doadoras voluntárias, bem como do volume de leite humano coletado e distribuído aos recém-nascidos prematuros e de baixo peso, internados no Brasil.

Durante o lançamento, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, destacou que o Brasil é referência mundial em doação de leite. “Este reconhecimento é mais uma conquista do SUS. O Ministério da Saúde continuará dando todo o apoio necessário para estimular cada vez mais a amamentação e a doação de leite entre as mães brasileiras, práticas que contribuíram para a redução da mortalidade infantil em todo o mundo. Espero que no próximo ano possamos comemorar um avanço no número de doações e bebês beneficiados. Doar leite humano é salvar vidas”, afirmou o ministro.
No evento, estiveram presentes, além do ministro da Saúde, Ricardo Barros, a atriz e embaixadora da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, Maria Paula, o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, entre outras autoridades. Os ministros de Cabo Verde e Equador, países para quem o Brasil exporta técnicas de baixo custo para implantar bancos de leite, participaram dos seus países, por meio de conferência.
O governador Rodrigo Rollemberg destacou os resultados já alcançados no DF. “Tenho orgulho em dizer que o Distrito Federal é referência nacional em doações de leite materno. Conseguimos este resultado com o esforço de todos os profissionais, principalmente do Corpo de Bombeiros, que participa inteiramente do processo de coleta. Hoje, o DF possui 13 bancos de leite com o padrão ouro. Continuaremos com todo o empenho necessário para manter e ampliar este resultado”, destacou o governador.
A embaixadora Maria Paula reforçou a importância das mães doarem o leite materno. “A maternidade foi um divisor na minha vida. De artista, me transformei em ativista deste projeto tão maravilhoso que salva vidas. Doar leite materno possibilita que os bebês prematuros tenham sua vida preservada. Se todas as mães doarem um pouquinho do seu leite, a gente consegue mudar o mundo em apenas uma geração”, ressaltou Maria Paula.
Os Bancos de Leite Humano (BLH) são casas de apoio à amamentação que surgiram como uma estratégia de qualificação da assistência neonatal em termos de segurança alimentar e nutricional, com foco em ações que ajudam a reduzir a mortalidade infantil em instituições hospitalares. O trabalho é voltado a crianças que demandam cuidados especiais em unidades de terapia semi-intensiva e intensiva, ou seja, bebês que nasceram prematuros, com baixo peso. São crianças que, pelas mais variadas razões, precisam de uma atenção especializada.
A estratégia de Bancos de Leites Humano (BLHs) do Brasil, desenvolvida há 32 anos pelo Ministério da Saúde, já beneficiou, entre os anos de 2009 e 2016, mais de 1,8 milhão de recém-nascidos. Contou com o apoio de mais de 1,3 milhão de mulheres doadoras, com aproximadamente, 1,4 milhão de litros de leite coletados. Em 2016, os BLHs do país, registraram mais de 300 atendimentos em grupos, 1,7 milhão de atendimentos individuais e aproximadamente, mais de 270 mil atendimentos domiciliares.
Neste mesmo período, em todo o mundo, mais de17,8 milhões de mulheres foram assistidas por BLH. Foram mais de 1,5 milhão de litros de leite doados por 1,8 milhão de mulheres doadoras e mais de 1,5 recém-nascidos beneficiados.
Para Gisele Bortolini, mãe da pequena Helena, o trabalho do Banco de Leite foi fundamental para o desenvolvimento da sua filha, que nasceu prematura, com 30 semanas. “A doação de leite humano realmente salva vidas. Tive uma gravidez complicada com diagnóstico de pré-eclampsia. Minha filha passou quatro meses no hospital e o banco de leite foi fundamental para o desenvolvimento dela. A amamentação é um momento muito importante para o bebê e um período de solidariedade entre as mães”, reforçou Gisele.
MAIOR REDE - O Brasil possui a maior e mais complexa rede de banco de leite do mundo. Hoje, existem no país 221 BLH, em todos os estados e Distrito Federal, e 186 Postos de Coleta, além da coleta domiciliar. O modelo brasileiro de bancos de leite humano é focado na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, exclusivo, até os seis meses e continuidade da amamentação por dois anos ou mais. Além de coletar e distribuir leite humano de qualidade a bebês prematuros e de baixo peso, contribuindo para a diminuição da mortalidade infantil.
Todo leite coletado nos bancos passa por um rigoroso controle de qualidade, antes de ser distribuído, e é fornecido de acordo com as necessidades de cada criança. No Brasil, nascem aproximadamente 3 milhões de bebês por ano, sendo que 332 mil são prematuros ou vêm ao mundo com baixo peso (menor de 2,5kg). Muitas dessas crianças precisam permanecer internadas assim que nascem até terem condições de ir para a casa. Esses bebês têm melhores chances de sobrevivência e recuperação, se a alimentação com leite humano for ofertada.
Apesar das mobilizações já realizadas, o número de doações de leite humano ainda é baixo em relação à demanda. Hoje, a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano consegue suprir aproximadamente 60% da demanda para os recém-nascidos prematuros e de baixo peso internados nas UTI Neonatais do Brasil. Isso significa que cerca de 40% dos bebês internados que precisam não podem contar com o leite humano na sua alimentação. Por isso o Ministério da Saúde, em parceria com a rBLH, realiza todos os anos uma campanha, para estimular que amamentam a adotar a prática.
A doação de leite humano, além proporcionar o alimento mais completo que existe para bebês internados, também representa uma economia de R$ 180 milhões para o país com a diminuição da necessidade de compra de fórmulas artificiais para recém-nascidos prematuros nas maternidades do SUS.
A amamentação é a forma de proteção mais econômica e eficaz para redução da mortalidade infantil, pois permite grande impacto na saúde da criança, diminuindo a ocorrência de diarreias e infecções, principais causas de morte de recém-nascidos, ao mesmo tempo em que traz inúmeros benefícios à saúde da mulher, como a redução das chances de desenvolver câncer de mama e de útero. Estima-se que o aleitamento materno seja capaz de diminuir em até 13% a morte de crianças menores de 5 anos em todo o mundo por causas preveníveis. Nenhuma outra estratégia isolada alcança o impacto que a amamentação tem na redução das mortes de crianças nessa faixa etária.
COOPERAÇÃO INTERNACIONAL - O Brasil transfere os princípios utilizados na implantação do BLH, capaz de alinhar baixo custo com alta tecnologia, a 24 países ao redor do mundo: Angola, Argentina, Bolívia, Belize, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Moçambique, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.
São acordos firmados de cooperação técnica para a implantação do banco de leite humano no país. Em todos os casos, são realizadas visitas exploratórias de técnicos de ambos os países para receber orientação e capacitação em banco de leite humano.
A cooperação internacional começou nos anos 80, quando os bancos de leite humano passaram a constituir uma Política de Saúde Pública no Brasil – país que lidera o movimento internacional em prol da amamentação e da doação de leite humano, por meio da Agência de Brasileira de Cooperação (ABC) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Desde então, os resultados positivos para o aprimoramento da atenção à gestante e a recém-nascidos internados em unidades neonatais – e a redução da mortalidade infantil no país – chamaram atenção da comunidade internacional para a estratégia nutricional praticada pelo Brasil.
Em 2001, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a rBLH-BR como uma das ações que mais contribuíram para redução da mortalidade infantil no mundo, na década de 1990. De 1990 a 2012, a taxa de mortalidade infantil no Brasil reduziu 70,5%.
SERVIÇO - Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite humano, basta estar saudável e não tomar nenhum medicamento que interfira na amamentação. Por isso, quem estiver amamentado e quiser doar, basta procurar o banco de leite humano mais próximo ou ligar para o Disque Saúde, no número 136.
Não existe quantidade mínima para fazer a doação. Qualquer quantidade é importante. Um pote de 300 ml de leite humano, por exemplo, pode alimentar até 10 recém-nascidos internados. Por isso, a mulher não precisa se preocupar em encher o pote para fazer a doação. Todo leite doado é analisado, pasteurizado e submetido a rigoroso controle de qualidade pelos Bancos de Leite Humano antes de ser ofertado a uma criança.
Antes da coleta, é aconselhável que a doadora faça uma higiene pessoal, cobrindo os cabelos com lenço ou touca, usando pano ou máscara sobre o nariz e a boca, lavando bem as mãos e os braços, até o cotovelo, com bastante água e sabão. As mamas devem ser lavadas apenas com água e, em seguida, secadas com toalha limpa. O leite deve ser coletado em local limpo e tranquilo. O leite humano extraído para doação pode ficar no freezer ou no congelador da geladeira por até 10 dias. Nesse período, deverá ser transportado ao banco de leite humano mais próximo da sua casa.

Por Nicole Beraldo, da Agência Saúde
Atendimento à Imprensa
(61) 3315-3880/3580

terça-feira, 18 de abril de 2017

Transtorno de Pânico (ou Síndrome do Pânico)

O Transtorno de Pânico – como os médicos chamam hoje a Síndrome do Pânico – é caracterizado por ataques de pânico recorrentes e inesperados, acompanhados do medo de ter uma nova crise. A pessoa passa a evitar exercícios físicos, situações desconhecidas ou locais onde tenha sofrido uma crise de pânico.
O ataque de pânico é um período inconfundível de medo intenso ou desconforto intenso, onde ocorrem quatro ou mais dos seguintes sintomas:
Primeira crise 
O primeiro acesso (crise, ataque) panicode pânico costuma levar as pessoas direto para o pronto-socorro. Sem saber que estão sofrendo de um problema psíquico e emocional, tudo o que elas conseguem pensar é que estão tendo um ataque do coração, que vão desmaiar, morrer ou que estão enlouquecendo.
O ataque costuma atingir seu ápice em 10 a 15 minutos, começa a melhorar em meia hora e, geralmente, se dissipa por completo em uma hora e meia.
Depois de dispensadas no pronto-socorro, não é raro que façam uma peregrinação em consultórios de cardiologistas, pneumologistas, otorrinolaringologistas e neurologistas, e se submetam a uma bateria de exames que as viram do avesso, sem encontrar nada de anormal.
Os sintomas físicos vivenciados na crise de pânico são tão semelhantes aos de um ataque cardíaco que o protocolo de atendimento no serviço de urgência dos hospitais é idêntico para pacientes com sinais dos dois problemas. Ambos têm prioridade na fila de espera e são submetidos a eletrocardiograma e exames de enzima cardíacas. Só depois que o resultado dos testes descarta a hipótese de problemas no coração, levanta-se a possibilidade da crise de ansiedade (apesar das semelhanças nos sintomas, é bom esclarecer que ninguém morre ou tem sequelas físicas em função de um ataque de pânico).
Como essas crises vêm “do nada” – na maioria das vezes elas não acontecem no meio de uma briga ou num momento de tensão explícita -, é difícil para as pessoas se convencerem de que estão padecendo de um problema de ordem emocional, e não de um mal físico. Graças a essa imprevisibilidade, elas também desenvolvem o chamado “medo do medo”, que é uma angústia constante provocada pelo receio de ter uma nova crise, sem que se possa prever.
As pessoas que sofrem de TP não costumam relacionar algum fato ou motivo óbvio que justifique a ocorrência dos primeiros ataques. No entanto, pela prática clínica é possível constatar que, na grande maioria dos casos, existe uma ligação com os eventos da vida dessas pessoas, responsáveis pelo desencadeamento das primeiras crises. Em uma investigação mais profunda, pode-se observar que esses eventos ocorreram entre seis e 18 meses antes.
Em geral, as pessoas com pânico ignoram totalmente essa ligação retrógrada, mas a conexão existe. Os pacientes, em sua maioria, respondem “não” quando questionados sobre a existência de algum acontecimento significativo em suas vidas na ocasião da primeira crise. No entanto, conforme vão descrevendo os meses anteriores ao primeiro ataque, acabam revelando os mais diversos tipos de eventos: ruptura de casamento, cirurgia de emergência, um grave acidente, a morte de um ente querido.
Acontecimentos traumáticos são suportados pelo organismo por um determinado período de tempo, e esse tempo varia de pessoa para pessoa. Porém, existe um momento em que esse frágil equilíbrio é quebrado, e a “reação do medo”, acionada pelo organismo, passa a ser disparada sem qualquer motivo imediato – são os ataques de pânico.
Diagnóstico do “nada”
Infelizmente, o portador de Transtorno do Pânico (TP) pode levar muito tempo até receber o diagnóstico correto e o tratamento adequado. A grande maioria, ao correrem para um pronto-socorro, recebem o diagnóstico do “nada”, que costuma ser acompanhado de comentários do tipo: “Você está ótimo, precisa apenas relaxar um pouco“.
Quem tem pânico, sabe que o tal “nada” pode ser responsável por muito sofrimento, tirando do indivíduo toda a sua capacidade de sonhar, de fazer planos e viver plenamente.
A medicina não conta ainda com métodos que possam diagnosticar alguém com pânico, mas isso não significa que não haja “nada”. Na verdade, isso demonstra a grande dificuldade que muitos profissionais de saúde têm de exercer a empatia (capacidade de se colocar no lugar do outro) na relação médico-paciente.
anxious-1-1431663_freeimagesMonitoração constante
As primeiras crises de pânico deixam a pessoa tão assustada que, dali em diante, ela tende a ficar vigiando qualquer sensação diferente que surge em seu próprio corpo. “Se ela sente o coração fazer ‘tumtum’, quando ele geralmente faz ‘tum tum tum’, já pensa: ‘O que será que está acontecendo?’. O próprio estado de alerta em que ela se coloca nesse momento faz o organismo mudar. O coração começa a acelerar, por conta disso ela sua mais, por conta disso ela fica tonta e a vista escurece. Um sintoma vai desencadeando o outro e vem a crise, que acaba sendo uma reação orgânica a uma interpretação que a pessoa fez”, explica a psicóloga Claudia Gracindo, presidente da Associação dos Portadores de Transtornos de Ansiedade (Aporta).
É bastante comum observar pessoas com transtorno do pânico monitorando a frequência cardíaca, com os dedos nos pulsos ou no pescoço. Muitos pacientes contam que sentem o coração acelerar, bater descompassadamente, e até parar por alguns segundos.
É uma característica da personalidade dessas pessoas a necessidade de controlar tudo – inclusive o corpo.
Pensamentos mais comuns de uma pessoa com Transtorno de Pânico:
  • Vou ter um ataque cardíaco.
  • Vou ficar louco.
  • Vou morrer.
  • Vou ter um derrame.
  • Vão me achar um fraco.
  • Vou desmaiar e vão rir de mim.
  • Não posso ficar sozinho, preciso de alguém para me socorrer.
  • Não consigo controlar minha vida.
  • Preciso ser capaz de controlar tudo.
  • Não posso dirigir, vou perder o controle do carro e bater (ou passar mal). 
  • Não posso fazer sexo, senão posso enfartar.
  • Se eu não dormir, posso enlouquecer ou ter uma síncope (colapso nervoso).
  • Não posso me emocionar nem chorar, senão perco totalmente o controle das minhas emoções.
Alguns pensamentos ocorrem com tanta frequência entre as pessoas com pânico que praticamente são unânimes ou universais. Entre eles, três merecem destaque, por responderem por grande parte do sofrimento desses pacientes: o medo da morte, de enlouquecer e de perder o controle sobre seus atos, coisas e pessoas.
Cura/Tratamento
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As causas de cada transtorno mental ainda não foram descobertas, assim como a cura.
Os tratamentos disponíveis, embora efetivos, nem sempre são capazes de reverter o problema ou impedir seu desenvolvimento, mas, na maior parte das vezes, aliviam os sintomas (o sofrimento) e permitem que as pessoas levem suas vidas com qualidade.
A combinação de remédios e psicoterapia, em especial a abordagem TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental), que tem apresentado os melhores resultados no tratamento dos transtornos de ansiedade. O uso da medicação pode ser essencial, e esta avaliação deve ser feita somente por um profissional especializado – no caso, um psiquiatra ou um psicólogo.
Quem sofre de transtorno mental só vai se beneficiar dessa ajuda se aceitar e seguir um tratamento apropriado. Para isso, ele talvez precise superar qualquer receio de falar sobre seu problema. O tratamento pode incluir conversas com profissionais de saúde mental que poderão ajudá-lo a entender melhor sua doença, a resolver problemas do dia a dia e a reforçar a necessidade de não interromper o tratamento. Nessas consultas, um membro da família ou um amigo pode ter um papel vital em dar o apoio necessário.
É bom lembrar que muitos pacientes não conseguem sair de casa sozinhos.
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Felizmente, nos últimos anos tivemos boas e animadoras notícias em relação ao tratamento dos transtornos de ansiedade, e hoje dispomos de um leque de possibilidades medicamentosas, que prometem causar bem menos efeitos colaterais. De mais a mais, o progresso ocorrido no campo das terapias psicológicas de apoio foi significativo.
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) provou ser capaz de mudar os esquemas de pensamento que aprisionam os pacientes aos seus próprios medos, além de alterar o seu comportamento (atitudes) diante dos fatores de ansiedade que desencadeiam.
Em relação às novas medicações, algo curioso aconteceu: a constatação da frequente associação entre ansiedade e depressão fez com que os pesquisadores estudassem o uso de substâncias originalmente utilizadas como antidepressivos também para os casos de transtornos de ansiedade. A boa surpresa foi que algumas dessas substâncias se mostraram realmente eficazes em determinadas formas de ansiedade patológica.
Atualmente podemos afirmar que em 80% dos casos de transtornos de ansiedade é possível melhorar muito a qualidade de vida dos pacientes. Após a conquista desse bem-estar, é muito importante que o paciente prossiga em sua terapia de manutenção, pois essa prática é bastante eficaz na prevenção de recaídas, que podem vir a ocorrer.
time-1425553Duração do tratamento
As doenças da mente, depois que surgem, tendem a se cronificar. Algumas melhoram com a idade, outras vivem altos e baixos, e há aquelas que evoluem progressivamente, limitando, pouco a pouco, a vida do indivíduo. Por isso, não há como um médico prever ou mesmo definir a duração de um tratamento.
Tanto os médicos quanto os psicólogos precisam de empenho e persistência, pois, em alguns casos, ocorre uma grande dificuldade em se estabelecer o tratamento mais adequado para cada paciente e sua forma de ansiedade. Todo “bom” ansioso tem pressa, e quer sentir os benefícios do tratamento rapidamente. No entanto, os remédios não são pílulas milagrosas, e precisam de algum tempo (cerca de 6 a 8 semanas) para que atuem da maneira esperada. Muitos pacientes não suportam alguns efeitos colaterais – como dores de cabeça, de estômago, enjoo, ganho de peso – e desistem do tratamento antes de sentirem qualquer benefício – e é comum fazerem essa descontinuação sem a orientação do médico.
Interromper o uso da medicação repentinamente pode causar sintomas de abstinência (síndrome de descontinuação) e ainda aumenta o risco de recaídas da depressão. Da mesma forma que não se deve tomar remédios por conta própria, a retirada dos antidepressivos deve ser feita sempre com acompanhamento de um especialista.
Informações importantes
  • sofrer um ataque de pânico não significa sofrer com TP, afinal, várias condições diárias, como estresse familiar, no trabalho e uso de substâncias como álcool, anfetaminas, cigarro, cafeína, cocaína e maconha podem, esporadicamente, desencadear crises de pânico; no entanto, se os ataques forem frequentes e a pessoa passar a se preocupar permanentemente com a possibilidade de uma nova crise, ou mesmo com as possíveis consequências catastróficas (enfarte cardíaco, derrame cerebral, enlouquecimento etc.), o diagnóstico de TP deverá ser feito;
  • apesar de apresentar uma frequência relativamente baixa, o TP é campeão entre as pessoas que procuram ajuda e tratamento médico; o motivo seria o grande sofrimento e desespero vivenciados durante um ataque de pânico;
  • o TP frequentemente é acompanhado da agorafobia, que é um medo intenso e injustificável de estar em lugares amplos ou com muitas pessoas. Nesses casos, o receio deve-se à dificuldade de terem acesso a qualquer tipo de socorro, caso haja necessidade de um atendimento médico ou qualquer outro tipo de ajuda. A agorafobia leva as pessoas a evitar situações cotidianas diversas, como ficar sozinhas em casa, sair de casa, andar de ônibus, carro, elevador, avião, trem, metrô, ou ainda atravessar pontes, viadutos ou passarelas. Quase sempre as pessoas que sofrem de agorafobia necessitam da presença de pessoas de confiança para enfrentar essas situações;
  • grupos de apoio (mútua ajuda) podem ser uma ótima ajuda no tratamento;
  • com tratamento adequado e o apoio da família e das pessoas próximas, o paciente pode recuperar a autoconfiança e voltar a viver de maneira plena, ser produtivo, e feliz! :)
Fonte: livros Mentes Ansiosas, de Ana Beatriz Barbosa Silva, e Não é Coisa da Sua Cabeça, de Naiara Magalhães e José Alberto de Camargo; experiência pessoal (Karen Terahata).
Imagens: Freeimages.com

terça-feira, 14 de maio de 2013

suco Aloe Vera - Babosa - - como fazer ajuda a perder até 8 kg

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Suco de aloe vera ajuda a perder até 8 kg

PREPARANDO O SUCO
- Colha uma folha grande de babosa de uma planta adulta, que já deu o primeiro pendão de flor. Escolha uma folha sem manchas brancas.
- Corte a folha bem na base e remova os espinhos com uma faca amolada. Cuidado para não se furar nos espinhos, nem manchar sua roupa com a resina amarela.
- Lave toda a folha com água e sabão e elimine a ponta, onde quase não há gel que possa ser aproveitado.
- Corte a folha de babosa longitudinalmente e transversalmente em várias partes, como na foto acima.
- Remova somente o filé, o gel, de cada pedaço com uma faca amolada, eliminando toda a casca e entrecasca. Coloque o gel no liquidificador e acrescente uma xícara de água e duas colheres de sopa de suco de limão.
- Bata em alta velocidade no liquidificador. Espere a espuma assentar e pronto! Isso deve resultar em aproximadamente 1 + ½ xícara de suco de babosa.
Se for utilizar o suco para o enema ou para fazer um implante, exclua o limão da receita e coe o suco numa peneira média.

O limão disfarça o sabor amargo e a vitamina C trabalha sinergisticamente com o enxofre. Funciona bem com suco de laranja também. Eu já experimentei misturar com mel, mas não ajuda muito. Acho melhor beber de vez e depois colocar uma colherinha de mel na boca, pra neutralizar o gosto amargo.


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 A Receita para a Cura do Câncer
Ingredientes

1 - meio quilo de mel puro; ou algumas colheres a gosto, de mel. (se for alérgico ao mel utilize fruta).

2 - 40 a 50ml de bebida destilada (três colheres de sopa de cachaça, conhaque,...).

3 - babosa(aloe vera) (duas folhas de 50 cm ou três de 35cm, quanto menor o tamanho mais folhas se acrescenta).

Agitar antes de usar. 3 colheres no máximo ao dia
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A L O E V E R A

(BABOSA)

A Aloe Vera é uma planta que contém vários nutrientes, minerais e aminoácidos, assim como numerosas substâncias usadas como purgante. O suco de Aloe Vera é feito das folhas da planta e bebidas obtidas da sua polpa são populares na Ásia, especialmente na Coréia. O gel de Aloe Vera é utilizado como primeiros socorros contra queimaduras, ferimentos e queimadura de sol. Gel de Aloe Vera também é útil para pele seca e eczema ao redor dos olhos. O uso mais comum da Aloe Vera é tópico sobre a pele para tratar diversas condições. Como essa planta contém muitas vitaminas, minerais e nutrientes, ela vêm sendo bastante utilizada em produtos cosméticos.No tratamento de queimaduras na pele, a Aloe Vera diminui a dor, reduz inflamação e acelera o processo de recuperação. Aloe Vera também é utilizada para tratar queimaduras de sol. A utilização tópica da Aloe Vera sobre pequenos cortes e esfolados ajuda a prevenir infecções e acelera a resposta de cura do organismo.

Três ou quatro folhas de babosa (sem os espinhos e não lavadas, apenas limpas com um pano), meio quilo de mel e quatro colheres de cachaça (pode ser uísque, tequila, grappa ou conhaque) - tudo batido no liquidificador.

COMO A BABOSA FUNCIONA

Segundo os fitoterapeutas, a planta pode ser separada em dois produtos básicos: gel e látex. O gel da babosa é a polpa da folha ou mucilagem, uma substância clara e pouco consistente semelhante a uma geléia obtida do tecido que compõe a porção interna das folhas. Já o látex, comumente referido como “suco da babosa”, é uma exsudação amarela e amarga logo abaixo da epiderme das folhas. Para uso farmacêutico como laxativo, o suco é frequentemente desidratado para produzir granulos de “aloé” que são marrons escuros pela exposição ao ar.

Os termos “gel” e “suco” não são claramente definidos pelos fabricantes e frequentemente são confundidos pelos consumidores. Para os especialistas, é desejável tornar o gel tão puro quanto possível, porque o látex da babosa contém os glicosídeos de antraquinona aloína A e B, que são potentes laxantes. A melhor fonte do gel da babosa seria direto de uma folha partida da planta.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Steven Johnson Syndrome

--> Stevens-Johnson é uma doença rara e grave em que a sua pele e membranas mucosas reagir severamente a um medicamento ou infecção. Muitas vezes, a síndrome de Stevens-Johnson começa com sintomas de gripe, seguidos de um vermelho dolorosa ou erupção púrpura que se espalha e bolhas, eventualmente causando a camada superior da sua pele para morrer e derramar.



Stevens-Johnson apresenta uma emergência médica que geralmente requer hospitalização. O tratamento se concentra na eliminação da causa subjacente, controlar os sintomas e minimizar complicações.
Recuperação depois de Stevens-Johnson, síndrome pode levar semanas ou meses, dependendo da gravidade do seu estado. Se o seu médico determinar que o caso de Stevens-Johnson foi causado por medicação, você vai precisar para evitar permanentemente a medicação e todos os outros a ele relacionados.

sintomas Hepatite A

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Quais são os sintomas?

Náuseas, febre, falta de apetite, fadiga, diarreia e icterícia são os sintomas mais comuns que, consoante a reacção do organismo, podem manifestar-se durante um mês. Os sintomas também variam consoante a idade em que há contacto com o VHA: apenas cinco a dez por cento das crianças infectadas apresentam sintomas, nas pessoas idosas a doença pode tomar formas mais graves. Mas 90 por cento dos casos de hepatite A aguda são assintomáticos.
De início, a doença pode ser confundida com uma gripe, uma vez que esta também provoca febre alta, dores musculares e articulares, dores de cabeça e inflamação dos olhos mas, normalmente, as dúvidas desfazem-se quando a pele e os olhos ficam amarelados, sinal de que o fígado não consegue remover a bilirrubina e esta entra na corrente sanguínea, ou seja, o órgão inflamado não consegue retirar a bilirrubina do sangue. Inicialmente, pode confundir-se com qualquer outra hepatite provocada por vírus, se bem que o número de casos em que a icterícia não se manifesta seja maior.

Outros sintomas possíveis, após a primeira manifestação da doença que se traduz na falta de apetite, vómitos, febre e num mal-estar geral, são o aparecimento de pigmentos biliares na urina, a falta de secreção biliar, dor na barriga, aumento do volume do fígado e, nalguns casos, o baço pode também aumentar de volume.


Este tipo de hepatite definido pela letra A deixa o indivíduo extremamente fraco e debilitado; por vezes, a icterícia pode demorar mais tempo a desaparecer, prolongando-se durante dois ou mais meses. Podem também ocorrer de recaídas: um a três meses após o desaparecimento dos sintomas, estes reaparecem e, concomitantemente, os resultados das análises agravam-se podendo este quadro clínico e laboratorial persistir até seis meses. Contudo, a cura acaba por ocorrer em todos os casos.

Sintomas da Dengue

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sintomas da Dengue
O tempo médio do ciclo é de 5 a 6 dias, e o intervalo entre a picada e a manifestação da doença chama-se período de incubação. É só depois desse período que os sintomas aparecem. Geralmente os sintomas se manifestam a partir do 3° dia depois da picada do mosquitos.
Febre alta com início súbito.
Mais Forte dor de cabeça.
Mais Dor atrás dos olhos, que piora com o movimento dos mesmos.
Mais Perda do paladar e apetite.
Mais Manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores.
Mais Náuseas e vômitos·
Mais Tonturas.
Mais Extremo cansaço.
Mais Moleza e dor no corpo.
Mais Muitas dores nos ossos e articulações.



seta Dengue hemorrágica
Os sintomas da dengue hemorrágica são os mesmos da dengue comum. A diferença ocorre quando acaba a febre e começam a surgir os sinais de alerta:
Mais Dores abdominais fortes e contínuas.
Mais Vômitos persistentes.
Mais Pele pálida, fria e úmida.
Mais Sangramento pelo nariz, boca e gengivas.
Mais Manchas vermelhas na pele.
Mais Sonolência, agitação e confusão mental.
Mais Sede excessiva e boca seca.
Mais Pulso rápido e fraco.
Mais Dificuldade respiratória.
Mais Perda de consciência.


Na dengue hemorrágica, o quadro clínico se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque, podendo levar a pessoa à morte em até 24 horas. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, cerca de 5% das pessoas com dengue hemorrágica morrem.
O doente pode apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, náuseas ou até mesmo não apresentar qualquer sintoma. O aparecimento de manchas vermelhas na pele, sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua e vômitos persistentes podem indicar a evolução para dengue hemorrágica. Esse é um quadro grave que necessita de imediata atenção médica, pois pode ser fatal.
Sintomas É importante procurar orientação médica ao surgirem os primeiros sintomas, pois as manifestações iniciais podem ser confundidas com outras doenças, como febre amarela, malária ou leptospirose e não servem para indicar o grau de gravidade da doença.

sintomas de que você está grávida

1.
Vontades e fome fora de hora É, é um clichê, mas a vontade repentina de comer alguma coisa pode ser um sinal de gravidez. É um sintoma não muito confiável, porque você pode estar sugestionada (ou até ser um sinal de que seu corpo precisa de determinado nutriente), mas, se as vontades começarem a aparecer e você tiver algum outro sintoma da lista, é bom fazer as contas para saber se a menstruação não está atrasada. A vontade de comer pode aparecer em horários estranhos, como no meio da madrugada, na forma de um "buraco" no estômago que precisa ser preenchido de qualquer jeito.


 2. Bicos dos seios mais escuros e veias muito aparentes Se a pele da aréola, a região em torno do mamilo, ficar mais escura, pode ser que você esteja grávida. O escurecimento pode também indicar algum desequilíbrio hormonal, ou ser efeito de uma gravidez anterior. Se as veias dos seus seios, mãos ou pés estão aparecendo demais, pode ser sinal de gestação (ou pode ser que você esteja acalorada!), desde que junto com algum outro sintoma da lista.



 3. Sangramentos irregulares e cólicas Se você estiver grávida, cerca de oito dias depois da ovulação, pode ser que você tenha pequenos sangramentos vaginais, como no início da menstruação, e um pouco de cólica. É um sinal de que o zigoto (o óvulo fertilizado) está se alojando no endométrio, a camada de sangue que reveste o útero e que é eliminada a cada menstruação. Muitas mulheres têm esse tipo de escape e têm certeza de que estão para ficar menstruadas, quando na verdade já estão grávidas.



4. Vontade de fazer xixi a toda hora Uma vez que o embrião se implanta e começar a produzir o hormônio gonadotropina coriônica humana (hCG), você pode começar a precisar ir ao banheiro com mais frequência. Para algumas mulheres, porém, fazer mais xixi é uma característica do período pré-menstrual, portanto o sintoma pode não ser tão claro. Uma boa indicação é começar a precisar levantar para fazer xixi à noite, se antes isso nunca tinha acontecido.

 5. Sono e cansaço Você anda desmaiando no sofá à noite, na frente da TV? Passa o dia bocejando? A alta concentração de progesterona no organismo de uma mulher grávida pode deixá-la exausta. O sono excessivo é marca registrada do início da gravidez, embora não possa ser tomado como 100 por cento sinal de gestação se aparecer isolado, sem outro sintoma.


 6. Seios inchados e doloridos Se você estiver grávida, seus seios vão provavelmente ficar cada vez mais doloridos, mais ou menos como ficam logo antes de você ficar menstruada (ou seja, mais um sinal que confunde bastante com o período da TPM), talvez com um pouco mais de intensidade. Os mamilos também podem ficar mais sensíveis. Quando o organismo se acostumar aos novos níveis hormonais, o incômodo deve melhorar.

 7. Alterações no paladar ou no olfato Você pode começar a sentir um gosto metálico na boca, ou passar a não suportar mais o sabor do café ou de algum alimento de que normalmente gosta. Ou então passar a sentir cheiros que nunca tinha notado antes, e ficar incomodada com eles.


 8. Enjoos Com sorte, a náusea só vai aparecer algumas semanas depois da concepção (as mais sortudas chegam a não ter nem um pingo de enjoo a gravidez inteira). Mas não é incomum começar a se sentir enjoada antes mesmo do atraso da menstruação. O enjoo pode aparecer a qualquer hora do dia -- e costuma piorar quando o estômago está vazio.


 9. Atraso menstrual Se você tem ciclos menstruais regulares e a menstruação está atrasada, vale a pena fazer um teste de gravidez. O atraso na menstruação é o sinal mais garantido de gravidez no caso de mulheres que têm ciclos regulares. E finalmente...


 10. Um teste de farmácia positivo Se você obteve um resultado positivo num teste de gravidez de farmácia, feito com a urina, você deve estar mesmo grávida! O teste detecta a presença do hCG no organismo, e o hormônio só é produzido em caso de gravidez, exceto em casos raríssimos. Às vezes o exame dá negativo porque foi feito cedo demais, por isso vale a pena esperar alguns dias e tentar de novo. Mas, com o resultado positivo nas mãos (que devem estar tremendo), não tem muito erro. Pode comemorar!

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