Pé de Insulina (Cissus sicyoides): Cultivo e Sabedoria Popular 🌿

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Pé de Insulina ( Cissus sicyoides ): Cultivo e Sabedoria Popular 🌿 ​O interesse em torno do famoso "pé de insulina" ( Cissus sicyoides ou Cissus verticillata ) só cresce. Essa trepadeira rústica é presença garantida em quintais e hortas medicinais por todo o Brasil, sendo muito valorizada pela cultura popular e pelo conhecimento ancestral sobre as plantas do nosso cotidiano. ​Para compartilhar conteúdos sobre essa espécie de forma segura nas redes sociais, o segredo é manter o foco na botânica, no cultivo e na tradição do uso de ervas. ​ O que vale destacar sobre a planta: ​ Identificação e Espécie: Na botânica, o termo "pé de insulina" é um nome popular aplicado a diferentes trepadeiras. Identificar a folha correta antes de qualquer uso é o primeiro passo para o cultivo consciente. ​ Facilidade no Quintal: É uma planta extremamente forte, que se adapta muito bem a vasos grandes, cercas e treliças. Gosta de sol pleno ou meia-sombra e precisa de pouca manutenç...

Ossos Do Ouvido

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O órgão responsável pela audição é a orelha (antigamente denominado ouvido), também chamada órgão vestíbulo-coclear ou estato-acústico.
A maior parte da orelha fica no osso temporal, que se localiza na caixa craniana. Além da função de ouvir, o ouvido também é responsável pelo equilíbrio.
A orelha está dividida em três partes: orelhas externa, média e interna (antigamente denominadas ouvido externo, ouvido médio e ouvido interno).
A orelha externa é formada pelo pavilhão auditivo (antigamente denominado orelha) e pelo canal auditivo externo ou meato auditivo. Todo o pavilhão auditivo (exceto o lobo ou lóbulo) é constituído por tecido cartilaginoso recoberto por pele, tendo como função captar e canalizar os sons para a orelha média.
O canal auditivo externo estabelece a comunicação entre a orelha média e o meio externo, tem cerca de três centímetros de comprimento e está escavado em nosso osso temporal. É revestido internamente por pêlos e glândulas, que fabricam uma substância gordurosa e amarelada, denominada cerume ou cera. Tanto os pêlos como o cerume retêm poeira e micróbios que normalmente existem no ar e eventualmente entram nos ouvidos.
O canal auditivo externo termina numa delicada membrana – tímpano ou membrana timpânica – firmemente fixada ao conduto auditivo externo por um anel de tecido fibroso, chamado anel timpânico.
A orelha média começa na membrana timpânica e consiste, em sua totalidade, de um espaço aéreo – a cavidade timpânica – no osso temporal. Dentro dela estão três ossículos articulados entre si, cujos nomes descrevem sua forma: martelo, bigorna e estribo.
Esses ossículos encontram-se suspensos na orelha média, através de ligamentos.
O cabo do martelo está encostado no tímpano; o estribo apóia-se na janela oval, um dos orifícios dotados de membrana da orelha interna que estabelecem comunicação com a orelha média. O outro orifício é a janela redonda.
A orelha média comunica-se também com a faringe, através de um canal denominado tuba auditiva (antigamente denominada trompa de Eustáquio). Esse canal permite que o ar penetre no ouvido médio. Dessa forma, de um lado e de outro do tímpano, a pressão do ar atmosférico é igual. Quando essas pressões ficam diferentes, não ouvimos bem, até que o equilíbrio seja restabelecido.
A orelha interna, chamada labirinto, é formada por escavações no osso temporal, revestidas por membrana e preenchidas por líquido. Limita-se com a orelha média pelas janelas oval e redonda. O labirinto apresenta uma parte anterior, a cóclea ou caracol – relacionada com a audição, e uma parte posterior – relacionada com o equilíbrio e constituída pelo vestíbulo e pelos canais semicirculares.

Fonte: http://www.medicinageriatrica.com.b...

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