. a cura: Março 2013

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reabilitação,quimica,engravida,criança,emagrecer,obsidade

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quinta-feira, 21 de março de 2013

Síndrome Hemolítico-Urêmica

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Foi no ano de 1955 que o alemão Gasser e colaboradores publicaram uma descrição desta moléstia. Apesar de não ter sido o primeiro relato, este foi considerado o seu marco inicial.
Comumente afeta crianças infectadas, por via oral, com a bactéria E. coli O157H7, responsável por liberar toxinas que entram em contato com a corrente sanguínea e destroem os eritrócitos sanguíneos.
Consiste em uma emergência médica que apresentam mortalidade entre 5-10%, sendo que a outra porcentagem se recupera sem grandes consequências. Contudo, uma pequena proporção desenvolve doença renal crônica, ficando dependente da terapia de substituição renal.
Nas crianças, a SHU clássica ocorre após uma diarréia sanguinolenta causada por uma cepa da E.coli, responsável por liberar toxinas, que leva a sinais clínicos, como severa oligúria, hematúria, anemia hemolítica microangiopática e consideráveis alterações neurológicas.
Existe uma forma mais infrequente da SHU que, acredita-se, resultar da ausência do fator H (proteína reguladora do complemento), que ocasiona a ativação descontrolada do complemento, causando uma lesão endotelial, resultando em trombose.
Na forma clássica, a toxina alcança a corrente sanguínea e causa danos ao endotélio vascular. Este fato é especialmente prejudicial aos rins, local onde a toxina inicia uma reação não-inflamatória, com conseqüente desenvolvimento de insuficiência renal aguda. Além disso, os danos endoteliais generalizados ocasionam a ativação das plaquetas e conseqüente trombocitopenia.
Nos adultos, A SHU a patologia e os sintomas são semelhantes, porém apresenta outra etiologia, como: HIV, síndrome antifosfolipídica (associada com lúpus eritematoso e hipercoagulabilidade generalizada), insuficiência renal pós-parto, hipertensão maligna, esclerodermia e determinados fármacos (como medicamentos utilizados na quimioterapia e agentes imunossupressores).
O diagnóstico diferencial da SHU com a PTT pode ser muito difícil, pois os resultados de exames laboratoriais são quase idênticos. O que diferencia as duas afecções é o quadro clínico apresentado pelo paciente; contudo, não são todos os casos de SHU que são precedidos por diarréia sanguinolenta. A SHU caracteriza-se pela tríade anemia hemolítica, trombocitopenia e insuficiência renal aguda.  A única característica que a distingue da PTT é que, nesta última, febre e sintomas neurológicos são comumente frequentes, mas esse nem sempre é caso.

O tratamento consiste em aliviar os sintomas e evitar futuros problemas, mantendo normais os níveis de eletrólitos e água no corpo. Crianças podem necessitar de uma transfusão de eritrócitos. Nos casos mais graves, pode ser necessária a realização de diálise, para assumir a função dos rins, para remoção dos resíduos no sangue. Alguns pacientes podem sofrer danos renais irreversíveis, necessitando de diálise a longo prazo ou transplante renal. A maior parte das crianças se recupera completamente sem maiores conseqüências.
A SHU em crianças pode ser evitada adotando-se medidas simples, como:
  • Evitar consumir carne crua ou mal cozida;
  • Evitar ingerir leite ou produtos lácteos não pasteurizados;
  • Sempre higienizar bem as mãos após evacuar e antes das refeições;
  • Higienizar as mãos após contado com bovinos e material fecal dos mesmos.
Fontes:
http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v24n8/a09v24n8.pdf
http://www.spmi.pt/revista/vol12/vol12_n2_2005_102-116.pdf
http://en.wikipedia.org/wiki/Hemolytic-uremic_syndrome
http://kidney.niddk.nih.gov/kudiseases/pubs/childkidneydiseases/hemolytic_uremic_syndrome/

Steven Johnson Syndrome

--> Stevens-Johnson é uma doença rara e grave em que a sua pele e membranas mucosas reagir severamente a um medicamento ou infecção. Muitas vezes, a síndrome de Stevens-Johnson começa com sintomas de gripe, seguidos de um vermelho dolorosa ou erupção púrpura que se espalha e bolhas, eventualmente causando a camada superior da sua pele para morrer e derramar.



Stevens-Johnson apresenta uma emergência médica que geralmente requer hospitalização. O tratamento se concentra na eliminação da causa subjacente, controlar os sintomas e minimizar complicações.
Recuperação depois de Stevens-Johnson, síndrome pode levar semanas ou meses, dependendo da gravidade do seu estado. Se o seu médico determinar que o caso de Stevens-Johnson foi causado por medicação, você vai precisar para evitar permanentemente a medicação e todos os outros a ele relacionados.

Lista de síndromes raras

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Doenças Raras – Lista de Síndromes

 

Síndrome de Aarskog-Scott
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Síndrome Aicardi
Síndrome Aicardi-Goutieres
Síndrome de Alagille
Síndrome Alcoólica Fetal
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Síndrome de Alpers
Síndrome de Alport
Síndrome de Alström
Síndrome de Angelman
Síndrome de Apert
Síndrome de Asperger
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Síndrome Antifosfolipídico
Síndrome de Arnold Chiari
Síndrome de Bannayan-Riley-Ruvalcaba
Síndrome de Barakat
Síndrome de Bardet-Biedl
Síndrome de Barth
Síndrome de Bartter
Síndrome de Behr
Síndrome de Bellini
Síndrome de Bencze
Síndrome de Bean
Síndrome de Beckwith e Wiedemann
Síndrome de Brown Sequard
Síndrome de Brugada
Síndrome de Budd Chiari
Síndrome de Binder
Síndrome de Bernard-Soulier
Síndrome de Bloom
Síndrome de Boca Escaldada
Síndrome de Cabelo Lanoso
Síndrome de  CACH
Síndrome de CADASIL
Síndrome de CAMOS
Síndrome de CANOMAD
Síndrome de CAPOS
Síndrome de Cardio-Facial-Cutâneo
Síndrome de CDG
Síndrome de Char
Síndrome de CHAND
Síndrome de Charge
Síndrome de Churg-Strauss
Síndrome de CINCA
Síndrome de Citomegalovírus
Síndrome de Cockayne
Síndrome de CODAS
Síndrome de Coffin Siris
Síndrome de Coffin-Lowry
Síndrome de Cornélia de Lange
Síndrome de Costello
Síndrome de Crigler-Najjar
Síndrome de CREST
Síndrome de Crisponi
Síndrome de Criswick-Schepens
Síndrome de Cushing
Síndrome de Dandy-Walker
Síndrome de Morsier
Síndrome de DiGeorge
Síndrome de Down
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Síndrome de Dravet
Síndrome de Duane
Síndrome de Dubowitz
Síndrome de Duplo Córtex
Síndrome de Ehlers-Danlos
Síndrome de Eisenmenger
Síndrome de Ellis Van Creveld
Síndrome de Fanconi
Síndrome de Felty
Síndrome de Floating-Harbor
Síndrome de FG
Síndrome de Floppy Baby
Síndrome de Foix-Chavany-Marie
Síndrome de Gilbert
Síndrome de Gilles de la Tourette
Síndrome de Goldenhar
Síndrome de Goodpasture
Síndrome de Gorlin,
Síndrome de Guillain-Barré
Síndrome de Grito de Gato
Síndrome de Hallervorden-Spatz
Síndrome de Heller
Síndrome de Insensibilidade aos Androgénios
Síndrome de Intestino Curto
Síndrome de Isaacs
Síndrome de IVIC
Síndrome de Jackson-Weiss
Síndrome de Jacobsen
Síndrome de Jarcho Levin
Síndrome de Joubert
Síndrome de Kabuki
Síndrome de Kallmann
Síndrome de Kearns-Sayre
Síndrome de Kennedy
Síndrome de Klein-Waardenburg
Síndrome de Kleine Levine
Síndrome de Klippel-Trenaunay
Síndrome de Klippel-Trenaunay-Weber
Síndrome de Kostmann
Síndrome de Christ-Siemens-Touraine
Síndrome de Hermansky Pudlak
Síndrome de Conradi-Hünermann-Happle
Síndrome de Coração Hipoplásico Esquerdoe
Síndrome de Hemiconvulsão-Hemiplegia-Epilepsia
Síndrome de Kleefstra
Síndrome de Oculo-Cerebro-Renal
Síndrome de Ochoa
Síndrome de Noonan
Síndrome de Opitz-Kaveggia
Síndrome de Opsoclonus-myoclonus
Síndrome de Olho de Gato
Síndrome de Ohdo-Madokoro-Sonoda
Síndrome de Lambert-Eaton
Síndrome de Lance-Adams
Síndrome de Landau Kleffner
Síndrome de Langer-Giedion
Síndrome de Laron,
Síndrome de Larsen
Síndrome de Laurence-Moon
Síndrome de Leigh
Síndrome de Lennox-Gastaut
Síndrome de LEOPARD
Síndrome de Lesch Nyhan
Síndrome de Locked-in
Síndrome de Lowe
Síndrome de Lown-Ganong-Levine
Síndrome de Maffucci
Síndrome de Majeed
Síndrome de Marden-Walker
Síndrome de Marfan
Síndrome de Maroteaux Lamy
Síndrome de Marshall Smith
Síndrome de MASA
Síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser
Síndrome de McCune-Albright
Síndrome de Meige
Síndrome de Melas
Síndrome de Melkersson-Rosenthal
Síndrome de MERRF
Síndrome de Miasténicos Congénitos Sinápticos
Síndrome de Miller Dieker
Síndrome de Moebius
Síndrome de Mowat-Wilson
Síndrome de Muenke
Síndrome de Nager
Síndrome de Nail-Patella
Síndrome de Neu-Laxova
Síndrome de Neuroléptica Maligna
Síndrome de Nevo Epidérmico
Síndrome de Ouvrier-Billson
Síndrome de Pallister-Killian
Síndrome de Parkes Weber
Síndrome de Parkinsoniano-Piramidal
Síndrome de Parry-Romberg
Síndrome de Parsonage-Turner
Síndrome de Perrault
Síndrome de Peters-plus
Síndrome de Peutz-Jeghers
Síndrome de Pfeiffer
Síndrome de Pitt-Hopkins
Síndrome de POEMS
Síndrome de Prader Willi
Síndrome de Proteus
Síndrome de Pterígio Popliteu
Síndrome de QT-Longo
Síndrome de Ramsay-Hunt
Síndrome de Rapp Hodgkin
Síndrome de Regressão Caudal
Síndrome de Rendu Osler Weber
Síndrome de Renier-Gabreels-Jasper
Síndrome de Rett
Síndrome de Rieger
Síndrome de Roberts
Síndrome de Robinow
Síndrome de Rubinstein-Taybi
Síndrome de Saethre-Chotzen
Síndrome de Schinzel Giedion
Síndrome de Schnitzler
Síndrome de Schwartz-Jampel
Síndrome de Sharp
Síndrome de Shwachman Diamond
Síndrome de Silver-Russell
Síndrome de Simpson-Golabi-Behmel
Síndrome de Sinostose Espôndilo-Carpo-Tarsal
Síndrome de Sjögren
Síndrome de Smith-Lemli-Opitz
Síndrome de Smith-Magenis
Síndrome de Sotos
Síndrome de Stevens-Johnson
Síndrome de Stickler
Síndrome de Stiff Person
Síndrome de Stiff Skin
Síndrome de Sturge-Webber
Síndrome de Stuve Wiedemann
Síndrome de Susac
Síndrome de Swyer
Síndrome de Swyer-James-MacLeod
Síndrome de Tay,
Síndrome de Tolosa-Hunte
Síndrome de Treacher Collins
Síndrome de Tríade de Currarino
Síndrome de Turner
Síndrome de Unha Amarela
Síndrome de Usher
Síndrome de Van der Knapp
Síndrome de Van der Woude
Síndrome de Von-Hippel Lindau
Síndrome de WAGR
Síndrome de Walker Warburg
Síndrome de Weaver
Síndrome de Web Laringea
Síndrome de Weill Marchesani
Síndrome de Werner
Síndrome de West
Síndrome de Williams
Síndrome de Wolf-Hirschhorn
Síndrome de Wolff Parkinson White
Síndrome de Wolfram
Síndrome de Young
Síndrome de Young-Maders
Síndrome de Zellweger
Síndrome de Zlotogora-Ogur
Síndrome de Zollinger-Ellison
Síndrome de Zori-Stalker-Williams
Síndrome de Zunich-KayeSíndrome de Apert
Síndrome de Asperger
Síndrome de Bartter
Síndrome de Bassen-Kornzweig
Síndrome de Beckwith-Wiedemann
Síndrome de Benjamin
Síndrome de Bloom
Síndrome de Brugada
Síndrome de Bruck
Síndrome de Burnout
Síndrome de Capgras
Síndrome de Caplan
Síndrome de Chediak-Higashi
Síndrome de Cleimar
Síndrome de Clèrambault
Síndrome de Cole-Carpenter
Síndrome de colisão do ombro
Síndrome do cólon irritável
Síndrome compartimental
Síndrome do coração partido
Síndrome de Cornelia de Lange
Síndrome de Cotard
Síndrome CREST
Síndrome cri du chat
Síndrome da criança maltratada
Síndrome de Crouzon
Síndrome de Cushing
Síndrome de Dandy-Walker
Sindrome do desamparo
Síndrome de Dhat
Síndrome de Diógenes
Síndrome de Down
Síndrome de Doege-Potter
Síndrome DRESS
Síndrome de Dubin-Johnson
Síndrome do duplo subjetivo
Síndrome de Edwards
Síndrome de Ekbom
Síndrome de Ehlers-Danlos
Síndrome de Eisenmenger
Síndrome de Ellis-Van Creveld
Síndrome do esmagamento
Síndrome de Estocolmo
Síndrome de Fanconi
Síndrome de Felty
Síndrome do Floppy Baby
Síndrome floral
Síndrome de Fregoli
Síndrome de Ganser
Síndrome de Gilbert
Síndrome de Guillain-Barré
Síndrome de Gilmore
Síndrome de Goodpasture
Síndrome de Hanhart
Síndrome HELLP
Síndrome hemolítico-urêmica
Síndrome hepatorrenal
Síndrome de Horner
Síndrome de Hunter
Síndrome de Hurler
Síndrome da imunodeficiência adquirida
Síndrome de Irukandji
Síndrome Kabuki
Síndrome de Kallmann
Síndrome de Kandinsky-Clèrambault
Síndrome de Kleine-Levin
Síndrome de Klinefelter
Síndrome de Klippel-Trenaunay
Síndrome de Koro
Síndrome das lágrimas de crocodilo
Síndrome de Larry Will
Síndrome de Lima
Síndrome de Lesch-Nyhan
Síndrome de Liddle
Síndrome de lisencefalia de Miller-Dieker
Síndrome de Lowe
Síndrome de Lucey-DriscolSíndrome de Marfan

Síndrome de Prader Willi

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Síndrome de Prader  Willi
Esta síndrome descrita em 1956 é de origem genética localizada no cromossomo 15 ocorrendo no momento da concepção. Afeta meninos e meninas em um complexo quadro de sintomas, durante todas suas vidas, estes variando em presença e  intensidade de indivíduo para indivíduo. Um diagnóstico precoce,  antes da manifestação dos sintomas, principalmente a obesidade,  tem trazido uma melhora na qualidade de vida dos portadores nos últimos anos. Mas ainda em caso de diagnósticos tardio, uma série de cuidados pode ser  iniciados, retornando na qualidade de vida dos portadores.
Bebês com Síndrome de Prader Willi (PWS) apresentam baixo Apgar ao nascer, dificuldade de sugar, choro fraco e são muito pouco ativos, dormindo a maior parte do tempo. Raramente conseguem ser amamentados. Seu desenvolvimento neuro-motor é lento, tardam a sentar, engatinhar e caminhar.
Os sintomas da síndrome variam de individuo para individuo e estão também associados ao ambiente em que este vive, aos estímulos  e ao acompanhamento terapêutico e educacional que recebe, os principais sintomas são:

  • Hiperfagia - constante sensação de fome e interesse com comida, que pode surgir entre os 2 e 5 anos de idade e  levar a obesidade ainda na infância.
  • Hipotonia - atraso nas fases típicas do desenvolvimento psicomotor quando bebês. Mais tarde  fraco tônus muscular, dificuldades com alguns  movimentos, equilíbrio, escrita, uso de instrumentos, lentidão.
  • Dificuldades de aprendizagem e fala.
  • Instabilidade emocional e imaturidade nas trocas sóciais.
  • Alterações hormonais - atraso no desenvolvimento sexual.
  • Baixa estatura.
  • Diminuição da sensibilidade à dor.
  • Mãos e pés pequenos.
  • Pele mais clara que os pais.
  • Boca pequena com o lábio superior fino e inclinado para baixo nos cantos da boca.
  • Fronte estreita.
  • Olhos amendoados e estrabismo.
A obesidade manifestada por muitos portadores é conseqüência de  um consumo excessivo de calorias, pelo comportamento compulsivo em relação a comida,  somado a fatores metabólicos e  pouca atividade física.A fome constante é provavelmente causada por uma desordem do hipotálamo, no cérebro: durante uma refeição, a "mensagem" de saciedade não é processada.  E se não controlado esse acesso a quantidade/composição da comida, o ganho de peso é rápido. Portadores desta síndrome, em geral, necessitam algum nível de assistência ou supervisão em sua alimentação, mesmo quando bem informados de sua condição de saúde. Diferentemente por exemplo de portadores de diabetes.
Muitos efeitos relacionados aos sintomas podem ser amenizados com um diagnóstico, que proporciona a chance de intervenções terapêuticas e educacionais; pelo conhecimento e compreensão da síndrome pela família que deve buscar estruturar  um ambiente inclusivo, seguro, assistido e estimulador para o individuo se desenvolver;   e  por um acompanhamento de saúde e educação adequada.
Bibliografia:
  • PWS ASSOCIATION UK - Babies and children with Prader-Willi Syndrome 2001 - ISBN- 0 9521023 6 6
  • BALLONE, G.J. - Trastornos Alimentares, in. PsiqWeb , no endereço eletrônico < http://www.psiqweb.med.br/anorexia.html>, revisto em 2003.
  • ASOSIACION ESPANOLA PRADER-WILLI, Guía familiar y profesional del síndrome de PRADER-WILLI. Cada capitulo esta escrito por um especialista en el tópico. 400 p.; 2001.

Síndrome de Klinefelter

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A síndrome de Klinefelter diz respeito à presença de um cromossomo X a mais no homem.

Causas

Os humanos possuem 46 cromossomos. Os cromossomos contêm todos os genes e o DNA, blocos de construção do corpo. Os dois cromossomos sexuais determinam se será um menino ou uma menina. As mulheres normalmente possuem dois cromossomos XX. Os homens normalmente possuem um X e um Y.
A síndrome de Klinefelter é um de vários problemas de cromossomos sexuais. A síndrome se dá em homens que têm pelo menos um cromossomo X extra. Normalmente, isso ocorre devido a um cromossomo X extra, que é escrito como XXY.

Exames

A Síndrome de Klinefelter pode ser diagnosticada primeiramente quando um homem procura o médico por causa de infertilidade. A infertilidade é o sintoma mais comum.
Os seguintes exames podem ser realizados:
  • Cariotipagem
  • Espermograma
Exames de sangue serão feitos para verificar os níveis hormonais, incluindo:

Sintomas de Síndrome de Klinefelter

Buscando ajuda médica

Marque uma consulta com o médico se seu filho não desenvolver características sexuais secundárias na puberdade. Isso inclui o crescimento de pêlos faciais e mudança no tom da voz.
Um geneticista pode fornecer informações sobre essa condição e direcioná-lo para grupos de apoio específicos. 



Tratamento de Síndrome de Klinefelter

A terapia com testosterona pode ser recomendada. Ela pode ajudar a:
  • Fazer os pêlos crescerem
  • Melhorar a aparência dos músculos
  • Melhorar a concentração
  • Melhorar o humor e a autoestima
  • Aumentar a energia e a libido
  • Fortalecer
A maioria dos homens com essa síndrome não consegue engravidar uma mulher. No entanto, um especialista em infertilidade pode ajudar. Um médico especial chamado endocrinologista também pode ser útil. 

Síndrome de Asperger

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Como sempre afirmamos, cada criança é um mundo e não se pode generalizar. Menos ainda nos casos de Asperger. Um diagnóstico preciso e seguro só poderá ser dado por um  médico especialista, assim como o devido tratamento.
No entanto, existem algumas características que podem ser observadas pelos pais quando seus filhos tenham entre 2 e 7 anos de idade. Normalmente, uma criança com Asperger pode apresentar algumas características com maior frequência. Aqui, apresentamos algumas:

1- Habilidades sociais e controle emocional

- Não desfruta normalmente do contato social. Relaciona-se melhor com adultos que com crianças da mesma idade. Não se interessa pelos esportes.
- Tem problemas de brincar com outras crianças. Não entende as regras implícitas do jogo. Quer impor suas próprias regras, e ganhar sempre. Talvez por isso prefira brincar sozinho.
- Custa-lhe sair de casa. Não gosta de ir ao colégio e apresenta conflitos com seus companheiros.
- Custa-lhe identificar seus sentimentos e os dos demais. Apresenta mais birras que o normal. Chora com facilidade por tudo.
- Tem dificuldades para entender as intenções dos demais. É ingênuo. Não tem malícia. É sincero.

2- Habilidades de comunicação

- Não pode olhar nos olhos quando fala contigo. Crê em tudo aquilo que lhes dizem e não entende as ironias. Interessa-se pouco pelo que dizem os outros. Custa-lhes entender uma conversa longa, e muda de tema quando está confusa.
- Fala muito, em tom alto e peculiar, e usa uma linguagem pedante, extremamente formal e com um extenso vocabulário. Inventa palavras ou expressões idiossincrásicas.
- Em certas ocasiões, parece estar ausente, absorto em seus pensamentos.

3- Habilidades de compreensão

- Sente dificuldade em entender o contexto amplo de um problema. Custa-lhe entender uma pergunta complexa e demora para responder.
- Com frequência não compreende uma crítica ou um castigo. Assim como não entende que ele deve portar-se com distintas formas, segundo uma situação social.
- Tem uma memória excepcional para recordar dados e datas.
- Tem interesse especial pela matemática e as ciências em geral.
- Aprende a ler sozinho ainda bem pequenos.
- Demonstra escassa imaginação e criatividade, por exemplo, para brincar com bonecos.
- Tem um senso de humor peculiar.

4- Interesses específicos

- Quando algum tema em particular o fascina, ocupa a maior parte do seu tempo livre em pensar, falar ou escrever sobre o assunto, sem importar-se com a opinião dos demais.
- Repete compulsivamente certas ações ou pensamentos para sentir-se seguro.
- Gosta da rotina. Não tolera as mudanças imprevistas. Tem rituais elaborados que devem ser cumpridos.

5- Habilidades de movimento

- Possui uma pobre coordenação motora. Corre num ritmo estranho, e não tem facilidade para agarrar uma bola.
- Custa-lhe vestir-se, desabotoar os botões ou fazer laço nos cordões do tênis.

6- Outras características

- Medo, angústia devido a sons como os de um aparelho elétrico.
- Rápidas coceiras sobre a pele ou sobre a cabeça.
- Tendência a agitar-se ou contorcer-se quando está excitado ou angustiado.
- Falta de sensibilidade a níveis baixos de dor.
- São tardios em adquirir a fala, em alguns casos.
- Gestos, espasmos ou tiques faciais não usuais.

sintomas Hepatite A

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Quais são os sintomas?

Náuseas, febre, falta de apetite, fadiga, diarreia e icterícia são os sintomas mais comuns que, consoante a reacção do organismo, podem manifestar-se durante um mês. Os sintomas também variam consoante a idade em que há contacto com o VHA: apenas cinco a dez por cento das crianças infectadas apresentam sintomas, nas pessoas idosas a doença pode tomar formas mais graves. Mas 90 por cento dos casos de hepatite A aguda são assintomáticos.
De início, a doença pode ser confundida com uma gripe, uma vez que esta também provoca febre alta, dores musculares e articulares, dores de cabeça e inflamação dos olhos mas, normalmente, as dúvidas desfazem-se quando a pele e os olhos ficam amarelados, sinal de que o fígado não consegue remover a bilirrubina e esta entra na corrente sanguínea, ou seja, o órgão inflamado não consegue retirar a bilirrubina do sangue. Inicialmente, pode confundir-se com qualquer outra hepatite provocada por vírus, se bem que o número de casos em que a icterícia não se manifesta seja maior.

Outros sintomas possíveis, após a primeira manifestação da doença que se traduz na falta de apetite, vómitos, febre e num mal-estar geral, são o aparecimento de pigmentos biliares na urina, a falta de secreção biliar, dor na barriga, aumento do volume do fígado e, nalguns casos, o baço pode também aumentar de volume.


Este tipo de hepatite definido pela letra A deixa o indivíduo extremamente fraco e debilitado; por vezes, a icterícia pode demorar mais tempo a desaparecer, prolongando-se durante dois ou mais meses. Podem também ocorrer de recaídas: um a três meses após o desaparecimento dos sintomas, estes reaparecem e, concomitantemente, os resultados das análises agravam-se podendo este quadro clínico e laboratorial persistir até seis meses. Contudo, a cura acaba por ocorrer em todos os casos.

sintomas que não deve ignorar

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Descubra as doenças que escondem e os tratamentos mais eficazes para as vencer

Alguns sintomas, por si só, não se revestem, aparentemente, de particular gravidade.
No entanto, podem ser indicativos de outras doenças mais sérias, para as quais devemos estar alerta, de forma a diagnosticá-las e, se necessário, recorrer a tratamento. O dicionário define sintoma como um fenómeno subjetivo revelador de uma doença. A definição não pode ser mais clara e específica.
No entanto, a maior parte das vezes, ignoramos o mal estar, à partida, tão inócuo como uma perda excessiva de cabelo ou uma alteração da cor da língua. Na verdade, estes sinais podem representar verdadeiras chamadas de atenção que o corpo nos envia. A intensidade e as características dos sintomas é que ativam o nosso sistema de alarme. Assim, é muito importante saber descodificar os sintomas para se tomar as medidas oportunas. Na dúvida, deve sempre consultar o médico.

1. Perda de peso
Uma perda de peso involuntária durante um considerável período de tempo pode ser indicativa de um vasto leque de patologias subjacentes. Isto, evidentemente, se não tiver mudado o seu estilo de vida nem hábitos alimentares.

O que pode indicar
Esta perda de peso traduz um sintoma de perturbações endócrinas e pode indicar diabetes, hipertiroidismo, doenças gastrointestinais, deficiências nutricionais. Além disso, esta doença pode ser sinal de problemas psiquiátricos, infecões, doenças neurológicas ou outras doenças, como cancro, tuberculose e sida.
A depressão, a anorexia e a bulimia não diagnosticada, ou a ingestão de certas drogas, também podem estar implicadas neste sintoma. Deve seguir uma alimentação equilibrada e praticar exercício físico, de forma moderada. Em todo o caso e se não conhece a origem da perda de peso, deve procurar um médico.

Quando ir ao médico
É particularmente aconselhável ir ao médico quando a perda de peso se mantém constante, excessiva (superior a 10% do peso normal) e sem razão aparente. Também se deve estar atento a outros sintomas que acompanhem a perda de peso, como dor, hemorragias, falta de apetite e cansaço excessivo. No caso dos adolescentes, é necessário compreender se a imagem que têm do seu próprio corpo corresponde à real (se acham que estão demasiado gordos e exageram nas dietas).

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quinta-feira, 21 de março de 2013

sintomas Hepatite A

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Quais são os sintomas?

Náuseas, febre, falta de apetite, fadiga, diarreia e icterícia são os sintomas mais comuns que, consoante a reacção do organismo, podem manifestar-se durante um mês. Os sintomas também variam consoante a idade em que há contacto com o VHA: apenas cinco a dez por cento das crianças infectadas apresentam sintomas, nas pessoas idosas a doença pode tomar formas mais graves. Mas 90 por cento dos casos de hepatite A aguda são assintomáticos.
De início, a doença pode ser confundida com uma gripe, uma vez que esta também provoca febre alta, dores musculares e articulares, dores de cabeça e inflamação dos olhos mas, normalmente, as dúvidas desfazem-se quando a pele e os olhos ficam amarelados, sinal de que o fígado não consegue remover a bilirrubina e esta entra na corrente sanguínea, ou seja, o órgão inflamado não consegue retirar a bilirrubina do sangue. Inicialmente, pode confundir-se com qualquer outra hepatite provocada por vírus, se bem que o número de casos em que a icterícia não se manifesta seja maior.

Outros sintomas possíveis, após a primeira manifestação da doença que se traduz na falta de apetite, vómitos, febre e num mal-estar geral, são o aparecimento de pigmentos biliares na urina, a falta de secreção biliar, dor na barriga, aumento do volume do fígado e, nalguns casos, o baço pode também aumentar de volume.


Este tipo de hepatite definido pela letra A deixa o indivíduo extremamente fraco e debilitado; por vezes, a icterícia pode demorar mais tempo a desaparecer, prolongando-se durante dois ou mais meses. Podem também ocorrer de recaídas: um a três meses após o desaparecimento dos sintomas, estes reaparecem e, concomitantemente, os resultados das análises agravam-se podendo este quadro clínico e laboratorial persistir até seis meses. Contudo, a cura acaba por ocorrer em todos os casos.

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