. a cura: Maio 2013

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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Como “desentupir o nariz”

--> Como “desentupir o nariz”

Uma das melhores técnicas caseiras para combater a congestão nasal, isto é, desentupir o nariz, consiste em soluções à base de cloreto de sódio que lubrificam o interior do nariz e permitem a passagem de ar, não trazendo qualquer risco para a saúde da pessoa, com a exceção dos portadores de doenças crônicas, como a sinusite. Os medicamentos para o mesmo efeito aliviam o incômodo, mas além de provocar dependência, só podem ser utilizados por quatro dias consecutivos.
3 Modo de preparação

Coloque uma colher de café de sal num bule e acrescente 200 ml de água morna e mexa até o sal desaparecer. Em seguida, incline o corpo para a frente, vire a cabeça para a direita ou esquerda, coloque a ponta do bule numa das narinas e permita que a água entre no nariz gradativamente. À medida que a água entrar, irá sair pela outra narina sem causar problemas. Após o procedimento, procure não fungar o nariz, permitindo que o que ficou no interior umedeça a mucosa nasal. Pode ainda realizar o mesmo procedimento com as etapas enunciadas usando soro fisiológico.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Pó dentifrício

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Pó dentifrício

Para aromatizar os pós dentifrícios, emprega-se principalmente as essências de menta, cravo ou rosa; as demais substâncias aromá­ticas servem somente para variar o perfume.
Antes de indicar as diversas fórmulas para pós dentifrícios, serão dadas, a seguir, algumas receitas
para as misturas coloridas, que servem de preparado básico.

MISTURAS BÁSICAS COLORIDAS

Castanho:
250 grs. de tintura de catecu — 50 grs. de amoníaco de 10% — 1000 grs. de  carbonato de cálcio precipitado.
Dilue-se a tintura de catecu no amoníaco, numa cápsula de capa­cidade suficiente, e adicione-se
pouco a pouco o carbonato de cálcio, triturando o mesmo até obter uma mistura homogénea. Estende-se a massa úmida sobre um papel, cobrindo-a para
evitar a ação da luz, e seca-se à temperatura do ambiente. Depois de ser seca ao ar livre, a massa é introduzida no forno, para ser secada a uma temperatura mais elevada. Sem a secagem prévia, ao ar, o pó perderia a suavi­dade necessária para o
fim a que ele é destinado.
A este mesmo processo são submetidos também os preparados seguintes:

Vermelho:
 20 grs. de carmim de cochenilha — 50 grs. de amoníaco de 10% — 50 grs. de álcool diluído de 68% — 1000 grs. de carbonato de cálcio precipitado.

Vermelho coral:
25 grs. da. extrato de alcoólico de madeira de sândalo — 100 grs. de álcool de 90% — 1000 grs. de carbonato de cálcio precitado.

Cor de rosa:
10 grs. de carmim de cochenilha — 40 grs. da amoníaco de 10% — 60 grs. de álcool diluido de 68% —, 1000 grs. de carbonato de cálcio precipitado.
Verde:
     20 grs. de clorofila — 100 grs. de éter de peso específico 0,725 —
1OOO grs. de carbonato de cálcio precipitado.

Roxo:
       2,5 grs. de alcanina — 100 grs. de éter de peso específico 0,725 — 11000 grs. de carbonato de cálcio precipitado.
Como já foi mencionado acima, as misturas que servem de base aos pós dentifrícios, devem ser peneiradas. O resíduo que fica na peneira é triturado novamente, misturado com o mesmo volume do pó já peneirado, e depois peneirado de novo, repetindo-se esta operação tantas vezes quantas for necessário para que não fique resíduo algum.
                                                                                                       
                                                                                                    Ano 1931

Pó dentifrício branco:

745  grs.  de  carbonato  de  cálcio  — 250  grs.   de   carbonato de magnésio — 5 grs. de essência de menta.

Pó dentifrício de citral:

   — 650 grs. de carbonato de cálcio precipitado
   — 100 grs. de raiz de lírio pulverizado M/50
   — 50 grs. de bicarbonato de sódio
   — 30 grs. de carbonato de magnésio
   — 20 grs. de protocloreto de sódio
   — l grs. de essência de rosas
   — 1grs. de essência de bergamota
   — 5 grs. de menta
   — 0,5 grs. de esséncia de cravo.

Pó dentifrício quinado:

30 grs. de cortiça de quina pulverizada M/50 — 60 grs. de madeira de sândalo pulverizado M/50 — 8 grs. de alúmen potássico M/30 — l gr. de essência de cravo


Extrato de rosas para a higiene da boca.

— 25 grs. de extrato alcoólico de rosas 
— 815 grs. de água dstila­da 
— 100 grs. de espírito de vinho de 90%
— 50 grs. de ácido acético de 96% 
— 10 grs. de alúmen calcinado em pó M/30 
— 1 gr. de cochenilha pulverizada 
— 5 gotas de essência de rosas.
Tritura-se a cochenilha com o alúmen num pouco de água, e adiciona-se o extrato à solução.
Depois de 24 horas filtra-se, e obtêm-se assim um vinagre de cheiro de rosas muito agradável..

o que fazer Onde Não Há Dentista

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Onde Não Há Dentista

Por Murray Dickson




















segunda-feira, 20 de maio de 2013

Dieta da USP

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 fato: quem fez garante que emagrece mesmo.

A princípio, a dieta deve ser seguida por apenas 15 dias. "Se for mantida por um tempo maior, a pessoa pode ter complicações renais e alterações cardíacas"







Primeiro Dia

Manhã: Café preto sem açúcar, com adoçante
Almoço: 2 ovos cozidos e ervas a desejar
Jantar: salada de alface com pepino e salsão à vontade

Segundo Dia

Manhã: Café com bolacha cream-crakers
Almoço: 1 bife grande com salada de frutas à gosto
Jantar: Presunto à vontade

Terceiro Dia

Manhã: Café com biscoito cream-crakers
Almoço: 2 ovos cozidos, salada de vagem e 2 torradas
Jantar: presunto e salada

Quarto Dia

Manhã: Café com biscoito
Almoço: 1 ovo cozido, 1 cenoura e queijo minas à vontade
Jantar: Salada de frutas e iogurte natural

Quinto Dia

Manhã: Cenoura crua espremida com limão e café preto
Almoço: Frango grelhado à vontade
Jantar: 2 ovos cozidos com cenoura

Sexto Dia

Manhã: Café com biscoito
Almoço: Filé de peixe com tomate à vontade
Jantar: 2 ovos cozidos com cenoura

Sétimo Dia

Manhã: Café com limão.
Almoço: Bife grelhado e frutas à vontade.
Jantar: Comer o que quiser, menos doce e bebidas alcoólicas

Observação sobre a dieta da usp :
1 - Depois de completa esta série, comece novamente desde o primeiro dia ao sétimo dia. Depois de 14 dias você terá perdido 14 Kg. No 15º dia você poderá retornar a seus hábitos alimentares.
2 - Ervas permitidas: agrião, chicória, alface. Pode beber água, café e chá o dia inteiro.
3 - Não deve trocar os alimentos da dieta e nem substituí-los de horário.

Ração Humana Fórmula caseira


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250 g de fibra de trigo
- 125 g de leite de soja em pó
- 125 g de linhaça marrom
- 100 g de açúcar mascavo
- 100 g de aveia em flocos
- 100 g de gergelim com casca
- 75 g de gérmen de trigo
- 50 g de gelatina sem sabor comprada em casa de produtos naturais

- 25 g de guaraná em pó
- 25 g de levedo de cerveja
- 25 g de cacau em pó

Modo de fazer

Misture bem todos os ingredientes da receita, deposite em um pote, feche direitinho e guarde na geladeira. A receita rende 1 kg.

raizada compulsão por comida e ainda perder peso

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1 litro de água + as seguintes ervas:
- Java
- Garcínia
- Hibisco
- Mulungú
- Passiflora
- Dente-de-Leão
- Erva de São-João
Modo de fazer:
Ferva o litro de água e, depois, coloque um punhado de mão de cada erva. Tampe e desligue o fogo. Coe após 20 minutos. Tome 1 xícara, 5 vezes por dia, durante 45 dias.


O poder de cada erva

Java: é indicada no combate à obesidade por seu efeito "corta-apetite", que ajuda no emagrecimento.

Garcínia: possui agentes bloqueadores de gordura (inibindo seu armazenamento), tem a capacidade de transferir as calorias para formar glicogênio (uma forma de açúcar armazenada nos músculos e no fígado) e ainda reduz e controla o apetite, auxiliando a perda de peso.
Hibisco: rico em vitamina C, é utilizado principalmente como hipertensivo e redutor de colesterol. Atua também como diurético, anti-inflamatório, analgésico, expectorante, digestivo e em doenças do fígado, além de fortalecer o sistema imunológico. É contra-indicado para quem tem doenças cardíacas graves.
Mulungú: é usada como antioxidante, para equilibrar e acalmar os nervos e para tonificar, equilibrar e fortalecer o fígado, além de ajudar a regular os ritmos cardíacos e estabilizar o sistema nervoso central. A erva pode causar sonolência e é contra-indicada para quem toma medicamentos para reduzir a pressão arterial.
Passiflora: mais conhecida por seu fruto, o maracujá, possui ações relaxantes, anti-depressivas e analgésicas. Ajuda a combater o nervosismo, a ansiedade, a depressão, dificuldades de concentração e até a TPM. A planta também induz o sono e o relaxamento muscular.
Dente-de-Leão: é usado no combate a doenças crônicas hepáticas, artrite e diabetes, e estimulante das glândulas linfáticas. É conhecida ainda como erva cardíaca e anti-inflamatória.
Erva de São-João: costuma agir como antidepressivo ou calmante natural, sendo também indicada para alguns casos de enxaqueca.

chá de amora emagrece

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Segundo estudos, o chá de amora tem ação: sedativa, expectorante, refrescante,
Dracunculíase Uma doença que faz com que “vermes ...
emoliente, calmante, diurética, antidiabético, antiinflamatória, tônica, inapetência, prisão de ventre, inflamação da boca, febre, diabetes, dermatoses, eczema, erupções cutâneas.
É conhecida como a planta REGULADORA DOS HORMÔNIOS por isso atua com bastante eficácia nos sintomas da menopausa: ressecamento da vagina, irritação, ansiedade, nervosismo, memória fraca, dores musculares e das articulações, calores e algumas vezes suores frio, dor de cabeça, diminuição da libido,

dificuldades para dormir, depressão, problemas urinários. É ainda planta anti-cancerígena, no combate a osteoporose, como tônico muscular nas práticas desportivas, por possuir alto teor de potássio.
Depurativa do sangue, anti-séptica, vermífuga, digestiva, calmante, diurética, laxativa, refrescante, adstringente e muito útil nos problemas da tireóide. Possui poderosas propriedades anti-oxidantes por sua combinação de vitaminas C com E contribuindo assim para o rejuvinescimento e beleza da pele. A amora ajuda a prevenir infecção

urinária, reduzir o risco de úlcera e câncer no estômago. Os japoneses substituem a água por chá de amora, talvez aí esteja o segredo da longevidade e saúde.


nutrientes do chá de amora

Cálcio ->Por ser grande fonte de cálcio, o chá de amora ajuda a reduzir os riscos de degeneração óssea, assim como a osteoporose.
Vitamina C e E -> A vitamina C e E, são fortes antioxidantes que ajudam a reduzir os radicais livres e com isso ajudam a combater o envelhecimento, assim como proporciona pele e cabelo mais macios e mais bonitos.
Minerais -> Por possuir uma grande quantidade de minerais, como magnésio, fósforo e potássio, o chá de amora é um potente tônico muscular, que ajuda a aumentar a energia e resistência e ainda combate cãimbras e doenças da articulação.
Fibras -> Por ser fonte de fibras, o chá também ajuda a regular o intestino e reduzir constipação, queimação no estômago e ainda facilita a digestão.
Antioxidantes -> Além de combater os radicais livres, os antioxidantes contidos no chá das folhas de amora, ajuda a fortalecer o sistema imunológico e assim previnem diversas doenças virais ou infecciosas.
Os antioxidantes também ajudam a prevenir doenças do trato urinário e dos rins, livrando-os de toxinas prejudiciais que podem levar a infecção.

Chá de amora no combate às gordurinhas

 

 

Como preparar o chá de folhas de amora

É muito fácil, Coloque para ferver, 1 litro de água junto com 3 folhas da amoreira, previamente limpas. (As folhas podem ser de qualquer tipo de amoreira, a que dá os frutos brancos ou roxas). Deixe ferver por 5 minutos. Depois é só deixar esfriar e beber.
Quantidade: Tome 3 xícaras de chá de folhas de amora por dia, para poder usufruir de todos os seus benefícios. O sabor é muito agradável e pode ser tomado quente ou frio, porém sem açúcar. Se quiser, você pode misturá-lo a outros chás, ou adicionar mel e canela.

domingo, 19 de maio de 2013

como Obter o principio ativo de uma erva medicinal

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como Obter o principio ativo de uma erva medicinal

Decocção

Esta técnica consiste em manter um vegetal em contato durante certo tempo com um solvente (normalmente água) em ebulição.
É de emprego restrito, pois muitas substâncias ativas são alteradas por aquecimento prolongado, costuma-se empregá-las com material vegetal duro e de natureza lenhosas. O produto obtido chama-se decocto.
Deita-se as ervas numa vasilha e verte-se água fria em cima. A duração do cozimento, em fogo brando, pode variar entre cinco e trinta minutos, dependendo da qualidade das ervas empregadas. Folhas, flores e partes tenras, basta cozer de cinco a dez minutos. Partes duras, como sejam: raízes, cascas, talos, pica-se em pedaços pequenos e cozinha-se entre quinze e trinta minutos. Finalmente tira-se a vasilha do fogo, conservando-a tapada por mais alguns minutos, côa-se e esta pronto. O decocto deve ser utilizado no mesmo dia de seu preparo.

Destilação

É o processo pelo qual se retira das ervas os óleos essenciais a serem usados em massagens, inalações, banhos, etc.
A destilação é o modo de separação baseado no fenômeno de equilíbrio líquido--vapor de misturas. Em termos práticos, quando temos duas ou mais substâncias formando uma mistura líquida, a destilação pode ser um método adequado para separá-las: basta que tenham volatilidades razoavelmente diferentes entre si.

Infusão

Preparação utilizada para todas as partes de plantas medicinais ricas em componentes voláteis, aromas delicados e princípios ativos que se degradam pela ação combinada de água e do calor. Normalmente, trata-se de partes das plantas tais como flores botões e folhas. As infusões são obtidas fervendo-se a água necessária, que é derramada sobre a erva já separada, colocada noutro recipiente. Após a mistura, o recipiente permanece tapado por um tempo variável entre 5 e 10 minutos para folhas, flores e talos tenros e de 20 a 30 minutos para cascas, talos e raízes, que devem ser muito bem picados. Deve-se coar a infusão, logo após o término do repouso. Também a infusão deve ser ingerida no mesmo dia da preparação. Utilizam-se infusões também em gargarejos.

Tisana

A tisana é um tipo de infusão que consiste em adicionar ervas medicinais a água fervente durante cinco ou dez minutos num recipiente tapado. Após esse tempo retira-se o recipiente do fogo, deixando descansar (ainda tapado) por cerca de 15 minutos. A tisana está pronta a ser consumida, após ser coada e colocada numa chávena ou xícara.
"Chá de ervas" é frequentemente utilizado para designar todas as infusões feitas a partir de diferentes partes de plantas (não necessariamente ervas - casca, folhas, flores, etc.). Exemplos mais comuns: chá de camomila, chá de erva-cidreira, chá de tília, chá de menta, chá de limão, chá de flor de laranjeira, etc.
No entanto, essas infusões são tisanas e não rigorosamente chás, uma vez que o termo chá designa única e exclusivamente a bebida preparada através da infusão de folhas, flores ou raízes da planta Camellia sinensis.

Maceração

Neste processo, a substância vegetal é deixada em contato com o veículo (líquido usado para dissolver o princípio ativo, como por exemplo: água, aguardente, álcool de cereais, álcool, azeite ou óleo, vinho, ou outro líquido extrator), em temperatura ambiente. O período de maceração depende do material a ser utilizado. Folhas, flores e outras partes tenras são picadas e ficam macerando por 10 a 12 horas, enquanto partes mais duras como, raízes, cascas, talos e sementes, picados em pedaços pequenos, ficam macerando por 18 a 24 horas. Embora lenta, a maceração é um método excelente para obter o princípio ativo em toda sua integridade. Após este período côa-se e esta pronto.
Em casos específicos a droga vegetal deve entrar em contado com o liquido extrator de 6 h há 10 dias com agitação esporádica do recipiente.
A maceração de água não deve ser tomada 12 horas após seu preparo, pois existe proliferação de bactérias que podem ser prejudiciais.
Quando se utiliza álcool à solução obtida é chamada de tintura ou extrato que é a maceração das plantas a frio, em álcool de cereais a 60º ou a 70º.

Processo

Põe-se de molho, em água, vinho, aguardente, álcool de cereais, azeite ou óleo, por doze a vinte e quatro horas, as partes a serem utilizadas.
De 12 a 18 horas - As partes tenras, folhas, flores.
De 18 a 24 horas - As partes mais duras, como, raízes, cascas, talos e sementes, picados em pedaços pequenos.
Após este período côa-se e esta pronto. Neste processo conserva-se os sais minarias e vitaminas dos vegetais empregados.


Azeite

Deixar em maceração as partes a serem utilizadas:
De 12 a 18 horas - As partes tenras, folhas, flores, etc.
De 18 a 24 horas - As partes mais duras, como, raízes, cascas, talos e sementes, picados em pedaços pequenos.
Após este período côa-se e esta pronto. Neste processo conservam-se os sais minarias e vitaminas dos vegetais empregados.

Loção

Por maceração obtém-se a tintura que se adiciona ao álcool de cereais.

Extrato

A erva posta em solvente (água ou álcool) absorvem-no e permitem a evaporação de seu excesso.

Tintura

Utilizados em casos de extrema gravidade por possuírem altas concentrações de princípios ativos. As partes da planta são pulverizadas e conservadas numa solução feita de água e álcool nas mesmas proporções (1:1).
A preparação de tinturas a partir de substâncias é um processo minucioso e delicado que consiste em misturar partes de plantas secas e dividas em álcool de pureza absoluta, onde o contato deverá ser mais ou menos prolongado para permitir uma melhor extração dos princípios ativos (8 a 15 dias).
Para obter as tinturas deve-se:
a.        Plantas frescas - utilizar a proporção de 50% em peso de plantas em relação ao álcool, em volume, isto é, 500 g de planta fresca em 1000 ml de álcool;
b.        Plantas secas - usar a proporção de 25 % em peso de plantas secas em relação à mistura álcool-água, na proporção de sete partes de álcool e três partes de água destilada ou fervida, em volume, ou seja, 250 g de plantas secas em 700 ml de álcool e 300 ml de água.
Após a obtenção da tintura, filtra-se e o resíduo é espremido em uma prensa, para extrair o líquido que ainda esteja presente.

Vinagres

As ervas são mergulhadas em vinagre de maçã, arroz ou malte por duas semanas ou mais.

Vinhos Medicinais (Garrafadas)

As plantas devem ser picadas e moídas, colocadas em recipiente fechado, fresco e ao abrigo da luz. A proporção deve ser de 20g de erva para 100 ml de cachaça, vinho tinto ou vodca. A extração deve ser realizada num período de 21 dias. O recipiente deve ser agitado uma a duas vezes ao dia para melhorar a extração. A dose diária é, em geral, em torno de 20 a 40 ml. São preparações que resultam da ação dissolvente do vinho sobre as substâncias vegetais. O vinho utilizado deve ser puro, com alto teor alcoólico; tinto para dissolver princípios tônicos ou adstringentes e branco quando se deseja obter um produto diurético.
O método para se obtiver vinhos medicinais é muito simples: adiciona-se 5g de uma ou mais ervas secas, bem limpas e picadas para cada 100 ml de vinho e macera-se em recipiente bem tampado e em local escuro, por um período de 10 a 15 dias, sendo agitado uma ou duas vezes diariamente. Depois de filtrado, o produto deve ser conservado em local arejado.

A planta é seca o suficiente para permitir sua trituração com as mãos ou podem ser moídas em moinhos esterilizados, peneirar e guardar em vidros fechados em locais frescos e abrigados da luz. As cascas e raízes devem ser moídas até se transformarem em pó. Internamente pode ser misturado ao leite ou mel e externamente, é espalhado diretamente sobre o local ferido ou misturado em óleo, vaselina ou água antes de aplicar.

Sumo

É um processo para ser utilizado imediatamente. Na preparação são utilizados frutos moles e maduros espremidos em pano ou folhas, flores e sementes trituradas em liquidificador ou socadas em um pilão. São então coadas e diluídas em água e, caso necessário, adoçadas com mel.

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