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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Como “desentupir o nariz”

--> Como “desentupir o nariz”

Uma das melhores técnicas caseiras para combater a congestão nasal, isto é, desentupir o nariz, consiste em soluções à base de cloreto de sódio que lubrificam o interior do nariz e permitem a passagem de ar, não trazendo qualquer risco para a saúde da pessoa, com a exceção dos portadores de doenças crônicas, como a sinusite. Os medicamentos para o mesmo efeito aliviam o incômodo, mas além de provocar dependência, só podem ser utilizados por quatro dias consecutivos.
3 Modo de preparação

Coloque uma colher de café de sal num bule e acrescente 200 ml de água morna e mexa até o sal desaparecer. Em seguida, incline o corpo para a frente, vire a cabeça para a direita ou esquerda, coloque a ponta do bule numa das narinas e permita que a água entre no nariz gradativamente. À medida que a água entrar, irá sair pela outra narina sem causar problemas. Após o procedimento, procure não fungar o nariz, permitindo que o que ficou no interior umedeça a mucosa nasal. Pode ainda realizar o mesmo procedimento com as etapas enunciadas usando soro fisiológico.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Pó dentifrício

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Pó dentifrício

Para aromatizar os pós dentifrícios, emprega-se principalmente as essências de menta, cravo ou rosa; as demais substâncias aromá­ticas servem somente para variar o perfume.
Antes de indicar as diversas fórmulas para pós dentifrícios, serão dadas, a seguir, algumas receitas
para as misturas coloridas, que servem de preparado básico.

MISTURAS BÁSICAS COLORIDAS

Castanho:
250 grs. de tintura de catecu — 50 grs. de amoníaco de 10% — 1000 grs. de  carbonato de cálcio precipitado.
Dilue-se a tintura de catecu no amoníaco, numa cápsula de capa­cidade suficiente, e adicione-se
pouco a pouco o carbonato de cálcio, triturando o mesmo até obter uma mistura homogénea. Estende-se a massa úmida sobre um papel, cobrindo-a para
evitar a ação da luz, e seca-se à temperatura do ambiente. Depois de ser seca ao ar livre, a massa é introduzida no forno, para ser secada a uma temperatura mais elevada. Sem a secagem prévia, ao ar, o pó perderia a suavi­dade necessária para o
fim a que ele é destinado.
A este mesmo processo são submetidos também os preparados seguintes:

Vermelho:
 20 grs. de carmim de cochenilha — 50 grs. de amoníaco de 10% — 50 grs. de álcool diluído de 68% — 1000 grs. de carbonato de cálcio precipitado.

Vermelho coral:
25 grs. da. extrato de alcoólico de madeira de sândalo — 100 grs. de álcool de 90% — 1000 grs. de carbonato de cálcio precitado.

Cor de rosa:
10 grs. de carmim de cochenilha — 40 grs. da amoníaco de 10% — 60 grs. de álcool diluido de 68% —, 1000 grs. de carbonato de cálcio precipitado.

Verde:
     20 grs. de clorofila — 100 grs. de éter de peso específico 0,725 —
1OOO grs. de carbonato de cálcio precipitado.

Roxo:
       2,5 grs. de alcanina — 100 grs. de éter de peso específico 0,725 — 11000 grs. de carbonato de cálcio precipitado.
Como já foi mencionado acima, as misturas que servem de base aos pós dentifrícios, devem ser peneiradas. O resíduo que fica na peneira é triturado novamente, misturado com o mesmo volume do pó já peneirado, e depois peneirado de novo, repetindo-se esta operação tantas vezes quantas for necessário para que não fique resíduo algum.
                                                                                                       
                                                                                                    Ano 1931

Pó dentifrício branco:

745  grs.  de  carbonato  de  cálcio  — 250  grs.   de   carbonato de magnésio — 5 grs. de essência de menta.

Pó dentifrício de citral:

   — 650 grs. de carbonato de cálcio precipitado
   — 100 grs. de raiz de lírio pulverizado M/50
   — 50 grs. de bicarbonato de sódio
   — 30 grs. de carbonato de magnésio
   — 20 grs. de protocloreto de sódio
   — l grs. de essência de rosas
   — 1grs. de essência de bergamota
   — 5 grs. de menta
   — 0,5 grs. de esséncia de cravo.

Pó dentifrício quinado:

30 grs. de cortiça de quina pulverizada M/50 — 60 grs. de madeira de sândalo pulverizado M/50 — 8 grs. de alúmen potássico M/30 — l gr. de essência de cravo


Extrato de rosas para a higiene da boca.

— 25 grs. de extrato alcoólico de rosas 
— 815 grs. de água dstila­da 
— 100 grs. de espírito de vinho de 90%
— 50 grs. de ácido acético de 96% 
— 10 grs. de alúmen calcinado em pó M/30 
— 1 gr. de cochenilha pulverizada 
— 5 gotas de essência de rosas.
Tritura-se a cochenilha com o alúmen num pouco de água, e adiciona-se o extrato à solução.
Depois de 24 horas filtra-se, e obtêm-se assim um vinagre de cheiro de rosas muito agradável..

o que fazer Onde Não Há Dentista

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Onde Não Há Dentista

Por Murray Dickson




















segunda-feira, 20 de maio de 2013

Dieta da USP

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 fato: quem fez garante que emagrece mesmo.

A princípio, a dieta deve ser seguida por apenas 15 dias. "Se for mantida por um tempo maior, a pessoa pode ter complicações renais e alterações cardíacas"







Primeiro Dia

Manhã: Café preto sem açúcar, com adoçante
Almoço: 2 ovos cozidos e ervas a desejar
Jantar: salada de alface com pepino e salsão à vontade

Segundo Dia

Manhã: Café com bolacha cream-crakers
Almoço: 1 bife grande com salada de frutas à gosto
Jantar: Presunto à vontade

Terceiro Dia

Manhã: Café com biscoito cream-crakers
Almoço: 2 ovos cozidos, salada de vagem e 2 torradas
Jantar: presunto e salada

Quarto Dia

Manhã: Café com biscoito
Almoço: 1 ovo cozido, 1 cenoura e queijo minas à vontade
Jantar: Salada de frutas e iogurte natural

Quinto Dia

Manhã: Cenoura crua espremida com limão e café preto
Almoço: Frango grelhado à vontade
Jantar: 2 ovos cozidos com cenoura

Sexto Dia

Manhã: Café com biscoito
Almoço: Filé de peixe com tomate à vontade
Jantar: 2 ovos cozidos com cenoura

Sétimo Dia

Manhã: Café com limão.
Almoço: Bife grelhado e frutas à vontade.
Jantar: Comer o que quiser, menos doce e bebidas alcoólicas

Observação sobre a dieta da usp :
1 - Depois de completa esta série, comece novamente desde o primeiro dia ao sétimo dia. Depois de 14 dias você terá perdido 14 Kg. No 15º dia você poderá retornar a seus hábitos alimentares.
2 - Ervas permitidas: agrião, chicória, alface. Pode beber água, café e chá o dia inteiro.
3 - Não deve trocar os alimentos da dieta e nem substituí-los de horário. 

Ração Humana Fórmula caseira


 --> 250 g de fibra de trigo
- 125 g de leite de soja em pó
- 125 g de linhaça marrom
- 100 g de açúcar mascavo
- 100 g de aveia em flocos
- 100 g de gergelim com casca
- 75 g de gérmen de trigo
- 50 g de gelatina sem sabor comprada em casa de produtos naturais
- 25 g de guaraná em pó
- 25 g de levedo de cerveja
- 25 g de cacau em pó

Modo de fazer

Misture bem todos os ingredientes da receita, deposite em um pote, feche direitinho e guarde na geladeira. A receita rende 1 kg.

raizada compulsão por comida e ainda perder peso

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1 litro de água + as seguintes ervas:
- Java
- Garcínia
- Hibisco
- Mulungú
- Passiflora
- Dente-de-Leão
- Erva de São-João
Modo de fazer:
Ferva o litro de água e, depois, coloque um punhado de mão de cada erva. Tampe e desligue o fogo. Coe após 20 minutos. Tome 1 xícara, 5 vezes por dia, durante 45 dias.


O poder de cada erva

Java: é indicada no combate à obesidade por seu efeito "corta-apetite", que ajuda no emagrecimento.

Garcínia: possui agentes bloqueadores de gordura (inibindo seu armazenamento), tem a capacidade de transferir as calorias para formar glicogênio (uma forma de açúcar armazenada nos músculos e no fígado) e ainda reduz e controla o apetite, auxiliando a perda de peso.
Hibisco: rico em vitamina C, é utilizado principalmente como hipertensivo e redutor de colesterol. Atua também como diurético, anti-inflamatório, analgésico, expectorante, digestivo e em doenças do fígado, além de fortalecer o sistema imunológico. É contra-indicado para quem tem doenças cardíacas graves.
Mulungú: é usada como antioxidante, para equilibrar e acalmar os nervos e para tonificar, equilibrar e fortalecer o fígado, além de ajudar a regular os ritmos cardíacos e estabilizar o sistema nervoso central. A erva pode causar sonolência e é contra-indicada para quem toma medicamentos para reduzir a pressão arterial.
Passiflora: mais conhecida por seu fruto, o maracujá, possui ações relaxantes, anti-depressivas e analgésicas. Ajuda a combater o nervosismo, a ansiedade, a depressão, dificuldades de concentração e até a TPM. A planta também induz o sono e o relaxamento muscular.
Dente-de-Leão: é usado no combate a doenças crônicas hepáticas, artrite e diabetes, e estimulante das glândulas linfáticas. É conhecida ainda como erva cardíaca e anti-inflamatória.
Erva de São-João: costuma agir como antidepressivo ou calmante natural, sendo também indicada para alguns casos de enxaqueca.

chá de amora emagrece

--> Segundo estudos, o chá de amora tem ação: sedativa, expectorante, refrescante,
emoliente, calmante, diurética, antidiabético, antiinflamatória, tônica, inapetência, prisão de ventre, inflamação da boca, febre, diabetes, dermatoses, eczema, erupções cutâneas.
É conhecida como a planta REGULADORA DOS HORMÔNIOS por isso atua com bastante eficácia nos sintomas da menopausa: ressecamento da vagina, irritação, ansiedade, nervosismo, memória fraca, dores musculares e das articulações, calores e algumas vezes suores frio, dor de cabeça, diminuição da libido,
dificuldades para dormir, depressão, problemas urinários. É ainda planta anti-cancerígena, no combate a osteoporose, como tônico muscular nas práticas desportivas, por possuir alto teor de potássio.
Depurativa do sangue, anti-séptica, vermífuga, digestiva, calmante, diurética, laxativa, refrescante, adstringente e muito útil nos problemas da tireóide. Possui poderosas propriedades anti-oxidantes por sua combinação de vitaminas C com E contribuindo assim para o rejuvinescimento e beleza da pele. A amora ajuda a prevenir infecção
urinária, reduzir o risco de úlcera e câncer no estômago. Os japoneses substituem a água por chá de amora, talvez aí esteja o segredo da longevidade e saúde.



nutrientes do chá de amora

Cálcio ->Por ser grande fonte de cálcio, o chá de amora ajuda a reduzir os riscos de degeneração óssea, assim como a osteoporose.
Vitamina C e E -> A vitamina C e E, são fortes antioxidantes que ajudam a reduzir os radicais livres e com isso ajudam a combater o envelhecimento, assim como proporciona pele e cabelo mais macios e mais bonitos.
Minerais -> Por possuir uma grande quantidade de minerais, como magnésio, fósforo e potássio, o chá de amora é um potente tônico muscular, que ajuda a aumentar a energia e resistência e ainda combate cãimbras e doenças da articulação.
Fibras -> Por ser fonte de fibras, o chá também ajuda a regular o intestino e reduzir constipação, queimação no estômago e ainda facilita a digestão.
Antioxidantes -> Além de combater os radicais livres, os antioxidantes contidos no chá das folhas de amora, ajuda a fortalecer o sistema imunológico e assim previnem diversas doenças virais ou infecciosas.
Os antioxidantes também ajudam a prevenir doenças do trato urinário e dos rins, livrando-os de toxinas prejudiciais que podem levar a infecção.

Chá de amora no combate às gordurinhas

 

 

Como preparar o chá de folhas de amora

É muito fácil, Coloque para ferver, 1 litro de água junto com 3 folhas da amoreira, previamente limpas. (As folhas podem ser de qualquer tipo de amoreira, a que dá os frutos brancos ou roxas). Deixe ferver por 5 minutos. Depois é só deixar esfriar e beber.
Quantidade: Tome 3 xícaras de chá de folhas de amora por dia, para poder usufruir de todos os seus benefícios. O sabor é muito agradável e pode ser tomado quente ou frio, porém sem açúcar. Se quiser, você pode misturá-lo a outros chás, ou adicionar mel e canela.

domingo, 19 de maio de 2013

como Obter o principio ativo de uma erva medicinal

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como Obter o principio ativo de uma erva medicinal

Decocção

Esta técnica consiste em manter um vegetal em contato durante certo tempo com um solvente (normalmente água) em ebulição.
É de emprego restrito, pois muitas substâncias ativas são alteradas por aquecimento prolongado, costuma-se empregá-las com material vegetal duro e de natureza lenhosas. O produto obtido chama-se decocto.
Deita-se as ervas numa vasilha e verte-se água fria em cima. A duração do cozimento, em fogo brando, pode variar entre cinco e trinta minutos, dependendo da qualidade das ervas empregadas. Folhas, flores e partes tenras, basta cozer de cinco a dez minutos. Partes duras, como sejam: raízes, cascas, talos, pica-se em pedaços pequenos e cozinha-se entre quinze e trinta minutos. Finalmente tira-se a vasilha do fogo, conservando-a tapada por mais alguns minutos, côa-se e esta pronto. O decocto deve ser utilizado no mesmo dia de seu preparo.

Destilação

É o processo pelo qual se retira das ervas os óleos essenciais a serem usados em massagens, inalações, banhos, etc.
A destilação é o modo de separação baseado no fenômeno de equilíbrio líquido--vapor de misturas. Em termos práticos, quando temos duas ou mais substâncias formando uma mistura líquida, a destilação pode ser um método adequado para separá-las: basta que tenham volatilidades razoavelmente diferentes entre si.

Infusão

Preparação utilizada para todas as partes de plantas medicinais ricas em componentes voláteis, aromas delicados e princípios ativos que se degradam pela ação combinada de água e do calor. Normalmente, trata-se de partes das plantas tais como flores botões e folhas. As infusões são obtidas fervendo-se a água necessária, que é derramada sobre a erva já separada, colocada noutro recipiente. Após a mistura, o recipiente permanece tapado por um tempo variável entre 5 e 10 minutos para folhas, flores e talos tenros e de 20 a 30 minutos para cascas, talos e raízes, que devem ser muito bem picados. Deve-se coar a infusão, logo após o término do repouso. Também a infusão deve ser ingerida no mesmo dia da preparação. Utilizam-se infusões também em gargarejos.

Tisana

A tisana é um tipo de infusão que consiste em adicionar ervas medicinais a água fervente durante cinco ou dez minutos num recipiente tapado. Após esse tempo retira-se o recipiente do fogo, deixando descansar (ainda tapado) por cerca de 15 minutos. A tisana está pronta a ser consumida, após ser coada e colocada numa chávena ou xícara.
"Chá de ervas" é frequentemente utilizado para designar todas as infusões feitas a partir de diferentes partes de plantas (não necessariamente ervas - casca, folhas, flores, etc.). Exemplos mais comuns: chá de camomila, chá de erva-cidreira, chá de tília, chá de menta, chá de limão, chá de flor de laranjeira, etc.
No entanto, essas infusões são tisanas e não rigorosamente chás, uma vez que o termo chá designa única e exclusivamente a bebida preparada através da infusão de folhas, flores ou raízes da planta Camellia sinensis.

Maceração

Neste processo, a substância vegetal é deixada em contato com o veículo (líquido usado para dissolver o princípio ativo, como por exemplo: água, aguardente, álcool de cereais, álcool, azeite ou óleo, vinho, ou outro líquido extrator), em temperatura ambiente. O período de maceração depende do material a ser utilizado. Folhas, flores e outras partes tenras são picadas e ficam macerando por 10 a 12 horas, enquanto partes mais duras como, raízes, cascas, talos e sementes, picados em pedaços pequenos, ficam macerando por 18 a 24 horas. Embora lenta, a maceração é um método excelente para obter o princípio ativo em toda sua integridade. Após este período côa-se e esta pronto.
Em casos específicos a droga vegetal deve entrar em contado com o liquido extrator de 6 h há 10 dias com agitação esporádica do recipiente.
A maceração de água não deve ser tomada 12 horas após seu preparo, pois existe proliferação de bactérias que podem ser prejudiciais.
Quando se utiliza álcool à solução obtida é chamada de tintura ou extrato que é a maceração das plantas a frio, em álcool de cereais a 60º ou a 70º.

Processo

Põe-se de molho, em água, vinho, aguardente, álcool de cereais, azeite ou óleo, por doze a vinte e quatro horas, as partes a serem utilizadas.
De 12 a 18 horas - As partes tenras, folhas, flores.
De 18 a 24 horas - As partes mais duras, como, raízes, cascas, talos e sementes, picados em pedaços pequenos.
Após este período côa-se e esta pronto. Neste processo conserva-se os sais minarias e vitaminas dos vegetais empregados.

Azeite

Deixar em maceração as partes a serem utilizadas:
De 12 a 18 horas - As partes tenras, folhas, flores, etc.
De 18 a 24 horas - As partes mais duras, como, raízes, cascas, talos e sementes, picados em pedaços pequenos.
Após este período côa-se e esta pronto. Neste processo conservam-se os sais minarias e vitaminas dos vegetais empregados.

Loção

Por maceração obtém-se a tintura que se adiciona ao álcool de cereais.

Extrato

A erva posta em solvente (água ou álcool) absorvem-no e permitem a evaporação de seu excesso.

Tintura

Utilizados em casos de extrema gravidade por possuírem altas concentrações de princípios ativos. As partes da planta são pulverizadas e conservadas numa solução feita de água e álcool nas mesmas proporções (1:1).
A preparação de tinturas a partir de substâncias é um processo minucioso e delicado que consiste em misturar partes de plantas secas e dividas em álcool de pureza absoluta, onde o contato deverá ser mais ou menos prolongado para permitir uma melhor extração dos princípios ativos (8 a 15 dias).
Para obter as tinturas deve-se:
a.        Plantas frescas - utilizar a proporção de 50% em peso de plantas em relação ao álcool, em volume, isto é, 500 g de planta fresca em 1000 ml de álcool;
b.        Plantas secas - usar a proporção de 25 % em peso de plantas secas em relação à mistura álcool-água, na proporção de sete partes de álcool e três partes de água destilada ou fervida, em volume, ou seja, 250 g de plantas secas em 700 ml de álcool e 300 ml de água.
Após a obtenção da tintura, filtra-se e o resíduo é espremido em uma prensa, para extrair o líquido que ainda esteja presente.
As tinturas alcoólicas conservam os princípios ativos por muitos anos e são utilizadas em pequena quantidade para uso interno (puras ou diluídas) e externamente em maiores quantidades (puras ou diluídas).

Vinagres

As ervas são mergulhadas em vinagre de maçã, arroz ou malte por duas semanas ou mais.

Vinhos Medicinais (Garrafadas)

As plantas devem ser picadas e moídas, colocadas em recipiente fechado, fresco e ao abrigo da luz. A proporção deve ser de 20g de erva para 100 ml de cachaça, vinho tinto ou vodca. A extração deve ser realizada num período de 21 dias. O recipiente deve ser agitado uma a duas vezes ao dia para melhorar a extração. A dose diária é, em geral, em torno de 20 a 40 ml. São preparações que resultam da ação dissolvente do vinho sobre as substâncias vegetais. O vinho utilizado deve ser puro, com alto teor alcoólico; tinto para dissolver princípios tônicos ou adstringentes e branco quando se deseja obter um produto diurético.
O método para se obtiver vinhos medicinais é muito simples: adiciona-se 5g de uma ou mais ervas secas, bem limpas e picadas para cada 100 ml de vinho e macera-se em recipiente bem tampado e em local escuro, por um período de 10 a 15 dias, sendo agitado uma ou duas vezes diariamente. Depois de filtrado, o produto deve ser conservado em local arejado.

A planta é seca o suficiente para permitir sua trituração com as mãos ou podem ser moídas em moinhos esterilizados, peneirar e guardar em vidros fechados em locais frescos e abrigados da luz. As cascas e raízes devem ser moídas até se transformarem em pó. Internamente pode ser misturado ao leite ou mel e externamente, é espalhado diretamente sobre o local ferido ou misturado em óleo, vaselina ou água antes de aplicar.

Sumo

É um processo para ser utilizado imediatamente. Na preparação são utilizados frutos moles e maduros espremidos em pano ou folhas, flores e sementes trituradas em liquidificador ou socadas em um pilão. São então coadas e diluídas em água e, caso necessário, adoçadas com mel.

GLOSSÁRIO DE TERMOS FARMACOLÓGICOS

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GLOSSÁRIO DE TERMOS FARMACOLÓGICOS
Adstringente. Qualquer substância que contrai e endurece os tecidos e mucosas, diminuindo as secreções, causando sensação de secura e aspereza na boca.
Alcalóide. Base orgânica de origem vegetal, fraca e nitrogenada, presente em várias famílias de plantas, farmacológica e tóxica.
Alexifármaco. Remédio capaz de fazer evacuar venenos.
Analgésico. Agente que acalma ou suprime a dor por depressão dos centros nervosos sensitivos.
Anticonvulsivante. Agente terapêutico que evita convulsões.
Antidiarréico. Agente que evita ou combate a diarréia.
Antiemético. Agente que evita o vômito.
Antiescorbútico. Agente que evita o escorbuto.
Antiespasmódico. Agente que combate a contração muscular brusca.
Antiflogístico. Agente que reduz ou suprime a febre e inflamações.
Anti-helmíntico. Agente capaz de eliminar vermes (helmintos) intestinais.
Anti-hidrótico. Agente que impede a sudorese.
Antiinflamatório. Agente que combate a inflamação.
Antipirético. Agente que diminui a temperatura corporal em estados febris.
Anti-séptico. Agente que detém ou inibe a proliferação de microrganismos.
Antitussígeno. O mesmo que béquico.
Antraquinona. Composto glicosídico fenólico de ação principalmente purgativa.
Aperiente. Agente que estimula o apetite.
Áscaris. Nome do gênero (Ascaris sp) de vermes intestinais a que pertence a lombriga (Ascaris lumbricoides L.).
Béquico. Agente que combate a tosse. Sinônimo de antitussígeno.
Carminativo. Agente usado para expulsar gases e evitar cólicas intestinais.
Catártico. Purgante de energia média entre o drástico e o laxante.
Cefaléia. Dor-de-cabeça.
Colagogo. Agente que estimula o fluxo biliar na vesícula.
Colerético. Agente que aumente a produção da bile.
Colite. Inflamação ou infecção do cólon (intestino grosso).
Cumarina. Glicosídio derivado de benzo--pirona.
Decocto. Preparação líquida obtida pela fervura, em água, de órgãos vegetais.
Depurativo. Agente capaz de facilitar a saída de uma substância do sangue através da urina, das fezes ou do suor.
Diaforético. Agente que aumenta a transpiração.
Dispepsia. Distúrbio da função digestiva.
Diurético. Agente que aumente a produção de urina.
Drástico. Purgante muito forte.
Emenagogo. Agente que estabelece ou aumenta o fluxo menstrual.
Emético. Agente que causa vômito.
Emoliente. Agente capaz de amolecer a pele ou mucosas.
Emplastro. Medicamento que amolece ao calor e adere ao corpo.
Enterite. Inflamação ou infecção dos intestinos.
Epigastralgia. Inflamação da parte superior do estômago.
Espasmolítico. O mesmo que antiespasmódico.
Estomáquico. Agente capaz de estimular a atividade secretora do estômago.
Eupéptico. O mesmo que estomáquico.
Expectorante. Agente que provoca a expectoração, i.e., saída do catarro.
Extrato. Solução aquosa alcoólica de princípios ativos vegetais, preparado de várias formas. Modernamente, 1 g/cm3 de extratos vegetais.
Febrífugo. O mesmo que antipirético.
Flavonóide. Composto glicosídico fenólico de estrutura básica C6-C3-C6.
Galactogogo. Agente que provoca ou aumenta a secreção do leite.
Hemostático. Agente que combate a hemorragia.
Hiperemia. Superabundância de sangue em qualquer parte do corpo.
Hipoglicemiante. Agente que diminui a taxa de glicose no sangue.
Infusão. Preparação líquida com propriedades medicinais, em que se cozeram ervas e outros condimentos.
Laxante. Purgante suave.
Lenitivo. Remédio que acalma ou que alivia as dores; também pode ter a conotação de purgante com propriedade levemente laxativa.
Linimento. Medicamento líquido, untuoso, para fricções.
Maceração. Processo de extração de princípios ativos de órgãos diversos.
Maturativo. O que produz, promove ou favorece a maturação.
Mezinha. Qualquer remédio caseiro.
Mucilagem. Substância macromolecular de natureza glicídica que, em presença de água, incha e toma aspecto de solução viscosa.
Nematóide. Animal pertencente ao grupo dos Nematelmintos, como a lombriga, o oxiúro e o ancilostomídeo.
Óleo essencial. Óleo volátil de composição complexa.
Phármakon. Remédio (séc. XVI) = substância capaz de gerar alguma alteração no organismo.
Pomada. Mistura de uma gordura com uma ou mais substâncias aromáticas ou medicinais.
Purgativo. Substância que causa forte evacuação intestinal.
Resolutivo. Medicamento que opera a resolução ou cessação de uma inflamação ou de um ingurgitamento.
Revulsivo. Medicamento que irrita localmente para fazer cessar estado congestivo em outra parte do corpo.
Rubefaciente. Agente que provoca vermelhidão da pele.
Saponina. Glicosídio que se caracteriza pela formação de dissoluções coloidais aquosas, que produzem muita espuma quando agitadas.
Sedativo. Agente tranqüilizante do sistema nervoso central sem provocar sono ou analgesia.
Sialagogo. Remédio que excita ou provoca a secreção da saliva; o mesmo que ptialagogo.
Tanino. Substância adstringente que, ao se combinar com proteínas da pele animal, previne sua putrefação, convertendo-a em couro.
Terpeno. Denominação dada aos compostos derivados do isopreno, tais como hemiterpenos, monoterpenos, diterpenos, sesquiterpenos etc.
Tintura. Preparação alcoólica obtida por maceração ou percolação dos princípios ativos de um vegetal, animal ou mineral.
Tônico. Medicamento que tonifica, que aumenta a energia ou a vitalidade dos tecidos de modo geral.
Torcisco. Também trocisco ou trovisco, é uma forma farmacêutica obtida através da mistura de vários pós, reduzidos a uma massa dura no almofariz, com a adição de sumos ou mucilagens. Esta massa era, posteriormente, cortada em pequenas pastilhas, de formas variadas.
Ungüento. Preparação semi-sólida, usada para produzir efeito protetor, emoliente ou veículo de medicamentos.
Vasoconstritor. Agente capaz de contrair os vasos sangüíneos.
Vermífugo. O mesmo que anti-helmíntico.
Vivaz. Vegetal que vive vários anos.

Xarope. Medicamento líquido e pegajoso, feitos de substâncias minerais e vegetais com a porção necessária de açúcar para saturá-las.

Plantas Tóxicas e Tratamento


Intoxicações por Plantas Tóxicas
Quadro - Resumo de Plantas Tóxicas: Quadro Clínico e
Tratamento segundo Princípio Ativo
PARTE A
COPO DE LEITE
Família:
Araceae.
Nome científico:
Zantedeschia aethiopica Spreng.
Nome popular
: copo-de-leite
Parte tóxica:
todas as partes da planta
Princípio Ativo
: Oxalato de Cálcio
Quadro Clínico:
Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de
lábios, língua, palato e faringe. Sialorréia,
disfagia, asfixia. Cólicas abdomina
is, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com conges
tão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.
Tratamento:
Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água corrente, colírios
antissépticos. Oftalmologista.
COMIGO-NINGUÉM-PODE
Família:
Araceae.
Nome científico
:
Dieffenbachia picta Schott.
Nome popular:
aninga-do-Pará.
Parte tóxica:
todas as partes da planta.
Princípio Ativo:
Oxalato de Cálcio
Quadro Clínico:
Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com conges
tão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.
Tratamento:
Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água co
rrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.
TINHORÃO
Família:
Araceae
.
Nome científico:
Caladium bicolor Vent.
Nome popular:
tajá, taiá, caládio.
Parte tóxica:
todas as partes da planta.
Princípio Ativo:
Oxalato de Cálcio
Quadro Clínico:
Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com conges
tão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.
Tratamento:
Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água co
rrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.
TAIOBA-BRAVA
Família
:
Araceae
.
Nome científico:
Colocasia antiquorum Schott.
Nome popular
: cocó, taió, tajá.
Parte tóxica:
todas as partes da planta.
Princípio Ativo
:

Quadro Clínico:
Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com conges
tão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.
Tratamento
: Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água co
rrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.
BANANA DE MACACO
Família:
Annonaceae
Nome científico
:
Rollinia leptopetala
R.E.Fr.
Nome popular:
Araticum, Ata-brava, Banana-de-macaco, Bananinha, Bananinha-de-macaco,
Bananinha-de-quemquem, Fruta-de-macaco, Pereiro
Parte tóxica :
todas as partes da planta.
Princípio Ativo:
Oxalato de Cálcio
Quadro Clínico:
Irritante mecânico por ingestão e contato (ráfides).
Dor em queimação, eritema e edema (inchaço) de lábios, língua, palato e faringe.
Sialorréia, disfagia, asfixia.
Cólicas abdominais, náuseas, vômitos e diarréia.
Contato ocular: irritação intensa com conges
tão, edema, fotofobia. Lacrimejamento.
Tratamento:
Evitar lavagem gástrica ou êmese.
Tratamento sintomático: Demulcentes (leite, clara de ovo, azeite de oliva,
bochechos com hidróxido de alumínio),
Analgésicos e antiespasmódicos.Anti-histamínicos. Corticóides em casos graves.
Contato ocular: Lavagem demorada com água co
rrente, colírios antissépticos. Oftalmologista.
COROA-DE-CRISTO
Família
:
Euphorbiaceae.
Nome científico:
Euphorbia milii L.
Nome popula
r: coroa-de-cristo.
Parte tóxica:
todas as partes da planta.
Princípio ativo:
Látex Irritante
Quadro Clínico
: Irritação de pele e mucosas com hiperemia ou vesículas e bolhas; pústulas,
prurido, dor em queimação.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edem
a de lábios e língua, dor
em queimação, náuseas,
vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.
Tratamento
: Lesões de pele: cuidados higiênicos
, lavagem com permanganato de potássio
1:10.000, pomadas decorticóide
s, anti-histamínicos VO
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgés
icos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa
(leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lava
gem com água corrente, colírios antissépticos,
avaliação oftalmológica.
BICO-DE-PAPAGAIO
Família:
Euphorbiaceae.
Nome científico:
Euphorbia pulcherrima Willd.
Nome popular:
rabo-de-arara, papagaio.
Parte tóxica:
todas as partes da planta.
Princípio ativo:
Látex Irritante
Quadro Clínico:
Irritação de pele e mucosas com hiperemia ou vesículas e bolhas; pústulas,
prurido, dor em queimação.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edem
a de lábios e língua, dor
em queimação, náuseas,
vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.
Tratamento
: Lesões de pele: cuidados higiênicos
, lavagem com permanganato de potássio
1:10.000, pomadas decorticóide
s, anti-histamínicos VO
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgés
icos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa
(leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lava
gem com água corrente, colírios antissépticos,
avaliação oftalmológica.
AVELÓS
Família:
Euphorbiaceae.
Nome científico
:
Euphorbia tirucalli L.
Nome popular:
graveto-do-cão, figueira-do-diabo, dedo-do-diabo, pau-
pelado, árvore de São Sebastião.
Parte tóxica:
todas as partes da planta.
Princípio ativo:
Látex Irritante
Quadro Clínico:
Irritação de pele e mucosas com hiperemia ou vesículas e bolhas; pústulas,
prurido, dor em queimação.
Ingestão: lesão irritativa, sialorréia, disfagia, edem
a de lábios e língua, dor
em queimação, náuseas,
vômitos.
Contato ocular: Conjuntivite (processos inflamatórios), lesões de córnea.
Tratamento
: Lesões de pele: cuidados higiênicos
, lavagem com permanganato de potássio
1:10.000, pomadas decorticóide
s, anti-histamínicos VO
.Ingestão: Evitar esvaziamento gástrico.Analgés
icos e antiespasmódicos. Protetores de mucosa
(leite, óleo de oliva).
Casos graves: corticóides.Contato ocular: lava
gem com água corrente, colírios antissépticos,
avaliação oftalmológica.
PARTE B
PINHÃO-ROXO
Família:
Euphorbiaceae.
Nome científico:
Jatropha curcas L.
Nome popular:
pinhão-de-purga, pinhão-paraguaio, pinhão-
bravo, pinhão, pião, pião-roxo, mamoninho, purgante-de-cavalo.
Parte tóxica:
folhas e frutos.
Princípio Ativo
: Toxalbumina (curcina)
Quadro Clínico:
Ingesta: ação irritativa do trato gastrointestinal
, dor abdominal, náuseas,
vômitos, cólicas intensas,
diarréia às vezes sanguinolenta.Hipotensão, disp
néia, arritmia, parada cardíaca. Evolução para
desidratação grave, choque, distúrbios hidroeletr
olíticos, torpor, hiporreflexia, coma. Pode ocorrer
insuficiência renal.
Contato: látex, pelos e espinhos: irritante de pele e mucosas.
Tratamento:
Antiespasmódicos, antieméticos, eventual
mente antidiarréicos. Correção precoce dos
distúrbios hidroeletrolíticos
Lesões de pele: soluções antissépticas, analgésico
s, anti-histamínicos. Casos graves: corticóides.
MAMONA
Família:
Euphorbiaceae.
Nome científico:
Ricinus communis L.
Nome popular:
carrapateira, rícino, mamoeira, palma-de-
cristo, carrapato.
Parte tóxica:
sementes.
Princípio Ativo:
Toxalbumina (ricina)
Quadro Clínico:
Ingesta: ação irritativa do trato gastrointestinal
, dor abdominal, náuseas,
vômitos, cólicas intensas,
diarréia às vezes sanguinolenta.Hipotensão, disp
néia, arritmia, parada cardíaca. Evolução para
desidratação grave, choque, distúrbios hidroeletr
olíticos, torpor, hiporreflexia, coma. Pode ocorrer
insuficiência renal.
Contato: látex, pelos e espinhos: irritante de pele e mucosas.
Tratamento
: Antiespasmódicos, antieméticos, eventual
mente antidiarréicos. Correção precoce dos
distúrbios hidroeletrolíticos
Lesões de pele: soluções antissépticas, analgésico
s, anti-histamínicos. Casos graves: corticóides.
SAIA-BRANCA
Família:
Solanaceae.
Nome científico:
Datura suaveolens L.
Nome popular
: trombeta, trombeta-de-anjo,
trombeteira, cartucheira,
zabumba.
Parte tóxica:
todas as partes da planta.
Princípio ativo
: alcalóides beladonados (atropina, escopolamina e
hioscina).
Quadro Clínico:
Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pe
le quente, seca e avermelhada, rubor facial,
mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação ps
icomotora, febre, distúrbios de comportamento,
alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, dist
úrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.
Tratamento:
Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água,
permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves.
SAIA ROXA
Família:
Nome científico:
Datura metel
Nome popular:
Saia roxa
Parte tóxica
: Semente
Princípio Ativo:
Alcalóide daturina
Quadro Clínico
: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pe
le quente, seca e avermelhada, rubor facial,
mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação ps
icomotora, febre, distúrbios de comportamento,
alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, dist
úrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.
Tratamento:
Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água,
permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves.
ESTRAMÔNIO
Família:
Solanaceae
Nome científico:
Datura stramonium L.
Nome popular:
Zabumba, Mata zombando, Figueira do
inferno
Parte tóxica:
todas as partes da planta.
Princípio ativo:
Plantas Beladonadas
Quadro Clínico
: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pe
le quente, seca e avermelhada, rubor facial,
mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação ps
icomotora, febre, distúrbios de comportamento,
alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, dist
úrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.
Tratamento:
Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água,
permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves.
LÍRIO
Família
:
Meliaceae
Nome científico:
Melia azedarach L.
Nome popular:
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s
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china, lírio ou lilás do Japão, jasmim-de-caiena, jasmim-de-
cachorro, jasmim-de-soldado, árvor
e
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Bárbara.
Parte tóxica:
frutos e chá das folhas.
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t
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Princípio ativo
: saponinas e alcalóides neurotóxicos (azaridina).
Quadro Clínico
: Início rápido: náuseas e vômitos.
Quadro semelhante à intoxicação poratropina: pe
le quente, seca e avermelhada, rubor facial,
mucosas secas, taquicardia, midríase, agitação ps
icomotora, febre, distúrbios de comportamento,
alucinações e delírios, vasodilatação periférica.
Nos casos graves: depressão neurológica e coma, dist
úrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.
Tratamento:
Esvaziamento gástrico com lavagem gástrica (em tempo útil) com água,
permanganato de potássio ou ácido tânico a 4%.
Tratamento de suporte/sintomático.
Tratar hipertermia com medidas físicas.
Evitar sedativos nos casos mais graves.
PARTE C
CHAPÉU-DE-NAPOLEÃO
Família:
Apocynaceae.
Nome científico:
Thevetia peruviana Schum.
Nome popular
: jorro-jorro, bolsa-de-pastor.
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Parte tóxica:
t
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Princípio Ativo:
Glicosídeos Cardiotóxicos
Quadro Clínico:
Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náusea
s, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tontur
as, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arri
tmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento.
Tratamento:
Tratamento de suporte, com atenção esp
ecial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores
de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, co
lírios antissépticos, analgésicos e avaliação
oftalmológica.
OFICIAL DE SALA
Familia :
Asclepiadaceae
Nome Cientific
o:
Asclepias curassavica L
.
Nome Popular:
Paina-de-sapo, oficial-de-sala, cega-olhos,
erva-de-paina, margaridinha, imbira-de-sapo, erva de rato falsa
Parte tóxica
: todas as partes da planta.
Princípio Ativo:
Glicosídeos Cardiotóxicos
Quadro Clínico:
Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náusea
s, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tontur
as, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arri
tmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento.
Tratamento:
Tratamento de suporte, com atenção esp
ecial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores
de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, co
lírios antissépticos, analgésicos e avaliação
oftalmológica.
ESPIRRADEIRA
Família:
Apocynaceae.
Nome científico:
Nerium oleander L.
Nome popular:
oleandro, louro rosa.
Parte tóxica:
todas as partes da planta.
Princípio Ativo:
Glicosídeos Cardiotóxicos
Quadro Clínico:
Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorréia, náusea
s, vômitos, cólicas abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tontur
as, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arri
tmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento.
Tratamento:
Tratamento de suporte, com atenção esp
ecial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores
de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, co
lírios antissépticos, analgésicos e avaliação
oftalmológica.
DEDALEIRA
Família:
Scrophulariaceae
Nome científico:
Digitalis purpúrea L.
Nome popular:
Dedaleira, digital
Parte tóxica:
Folha e Flor
Princípio Ativo:
Glicosídeos Cardiotóxicos
Quadro Clínico:
Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão:dor/queimação, sialorré
ia, náuseas, vômitos, cólicas
abdominais,diarréia.
Manifestações neurológicas com cefaléia, tontur
as, confusão mental e distúrbios visuais.
Distúrbios cardiovasculares: arri
tmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento.
Tratamento:
Tratamento de suporte, com atenção esp
ecial aos distúrbios hidroeletrolíticos.
Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores
de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, co
lírios antissépticos, analgésicos e avaliação
oftalmológica.
MANDIOCA-BRAVA
Família:
Euphorbiaceae.
Nome científico
:
Manihot utilissima Pohl. (Manihot esculenta
ranz).
Nome popular:
mandioca, maniva.
Parte tóxica:
raiz e folhas.
Princípio Ativo:
Glicosídios Cianogênicos
Quadro Clínico:
Liberam ácido cianídrico causando anóxia celular. Distúrbios gastrointestinais:
náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, ac
idose metabólica, hálito de amêndoas amargas.
Distúrbios neurológicos: sonolênc
ia, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secr
eções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.
Tratamento:
Tratamento precoce. Exames laboratoriais para detecção de tiocianatos na saliva ou
cianeto no sangue.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina
(atóxica).
Nitrito de Sódio 3% - 10ml EV (adultos), se
neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% - 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalami
na 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina
(atóxica). Esvaziamento gástrico.
Coração de Negro ou Pessegueiro Bravo
Família:
Rosaceae
.
Nome científico:
Prunus sphaerocarpa SW
Nome popular:
pessegueiro bravo, marmeleiro bravo.
Partes tóxicas:
frutas e sementes.
Princípio Ativo:
Glicosídios Cianogênicos
Quadro Clínico: Liberam ácido cianídrico causando
anóxia celular. Distúrbios gastrointestinais:
náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, ac
idose metabólica, hálito de amêndoas amargas.
Distúrbios neurológicos: sonolênc
ia, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secr
eções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.
Tratamento: Tratamento precoce. Exames laboratoriais para detecção de tiocianatos na saliva ou
cianeto no sangue.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina
(atóxica).
Nitrito de Sódio 3% - 10ml EV (adultos), se
neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% - 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalami
na 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina
(atóxica). Esvaziamento gástrico.
BROTO DE BAMBU
Princípio Ativo:
Glicosídios Cianogênicos
Quadro Clínico
: Liberam ácido cianídrico causando anóxia celular. Distúrbios gastrointestinais:
náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, ac
idose metabólica, hálito de amêndoas amargas.
Distúrbios neurológicos: sonolênc
ia, torpor,convulsões e coma.
Crise típica: opistótono, trismas e midríase.
Distúrbios respiratórios: dispnéia, apnéia, secr
eções, cianose, distúrbios cárdiocirculatórios.
Hipotensão na fase final. Sangue vermelho rutilante.
Tratamento:
Tratamento precoce. Exames laboratoriais para detecção de tiocianatos na saliva ou
cianeto no sangue.
Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina
(atóxica).
Nitrito de Sódio 3% - 10ml EV (adultos), se
neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.
Hipossulfito de Sódio 25% - 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças).
Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalami
na 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina
(atóxica). Esvaziamento gástrico.
PARTE D
Família:
Ranunculaceae
Nome científico:
Delphinium spp
Nome Popular :
Esporinha
Parte tóxica:
Semente
Princípio Ativo:
Alcalóides não Atropínicos (Alcalóide delfina)
Quadro Clínico:
Predominam sintomas gastrointestinais: ná
useas, cólicas abdominais e diarréia.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Rarament
e torpor e discreta confusão mental.
Tratamento:
Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem
gástrica).Antiespasmódico, antiemético.Manter o
estado de hidratação.No quadro obstrutivo por
Joá: clister à base de soro fisiológico.Tratamento sintomático.
FLOR DAS ALMAS
Família:
Asteraceae
Nome científico:
Senecio spp.
Nome popular:
maria-mole, tasneirinha, flor das almas.
Princípio Ativo:
Alcalóides não Atropínicos
Quadro Clínico:
Predominam sintomas gastrointestinais: náuseas, cólicas
abdominais e diarréia.
Distúrbios hidroeletrolíticos. Rarament
e torpor e discreta confusão mental.
Principalmente crônica pode causar doença hepáti
ca com evolução para cirrose ou S. Budd-Chiari.
Tratamento:
Esvaziamento gástrico (muitas vezes não é necessário lavagem
gástrica).Antiespasmódico, antiemético.Manter o
estado de hidratação.No quadro obstrutivo por
Joá: clister à base de soro fisiológico.Tratamento sintomático.
Plantas:
Cogumelos não comestíveis: Várias famílias e
gênero: Amanita sp, Boletus sp, Clavaria sp
e outros
Princípio Ativo:
Cogumelos
Quadro Clínico:
(pp. Síndromes) Síndrome Gastrointestinal: náuseas, vômitos, desconforto e
dores abdominais e diarréia.
Aparecimento em 1 a 3 h.
Distúrbios hidroeletrolíticos e circulatórios.
Síndrome Muscarínica: Período de incubação ge
ralmente de 1 hora. Cefaléia, vômitos, cólicas
abdominais, sudorese intensa. Visão borrada, mi
ose, salivação, broncoespasmo, lacrimejamento,
rinorréia. Bradicardia, tremores, tont
uras, hipotensão arterial, choque.
Tratamento:
Síndrome gastrointestinal: sintomático, an
tiemético, antiespasmódico, correção dos
distúrbios hidroeletrolíticos. Ob
servar paciente por 2-3 dias.
Síndrome muscarínica: Atropina. Medidas sintomáticas e de suporte.
OUTRAS PLANTAS TÓXICAS
URTIGA
Família:
Urticaceae.
Nome científico:
Fleurya aestuans L.
Nome popular:
urtiga-brava, urtigão, cansanção.
Parte tóxica:
pêlos do caule e folhas.
Princípio ativo
: histamina, acetilcolina, serotonina.
Sintomas:
o contato causa dor imediata devido ao efeito irritativo, com inflamação, vermelhidão
cutânea, bolhas e coceira.
AROEIRA
Família:
Anacardiaceae
.
Nome científico:
Lithraea brasiliens March.
Nome popular:
pau-de-bugre, coração-de-bugre, aroeirinha
preta, aroeira-do-mato, aroeira-brava.
Parte tóxica:
todas as partes da planta.
Princípio ativo:
os conhecidos são os óleos voláteis, felandreno, carvacrol e pineno.
Sintomas:
o contato ou, possivelmente, a proximidad
e provoca reação dérmica local (bolhas,
vermelhidão e coceira), que persiste por vários
dias; a ingestão pode provocar manifestações
gastrointestinais.
MEDIDAS PREVENTIVAS
1 - Mantenha as plantas venenosas fora do alcance das crianças.
2 - Conheça as plantas venenosas existentes em su
a casa e arredores pelo nome e características.
3 - Ensine as crianças a não colocar plantas na boca e não utilizá-las como brinquedos (fazer
comidinhas, tirar leite, etc.).
4 - Não prepare remédios ou chás caseir
os com plantas sem orientação médica.
5 - Não coma folhas, frutos e raízes desconhecida
s. Lembre-se de que não há regras ou testes
seguros para distinguir as plantas comestíveis
das venenosas. Nem sempre o cozimento elimina a
toxicidade da planta.
6 - Tome cuidado ao podar as plantas que lib
eram látex provocando irritação na pele e
principalmente nos olhos; evite deixar os galhos em qualquer local onde possam vir a ser
manuseados por crianças; quando estiver lidando
com plantas venenosas use luvas e lave bem as
mãos após esta atividade.
7 - Em caso de acidente, procure imediatamente orientação médica e guarde a planta para
identificação.
8 - Em caso de dúvida ligue para o Centro de Intoxicação de sua região.

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