Pé de Insulina (Cissus sicyoides): Cultivo e Sabedoria Popular 🌿

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Pé de Insulina ( Cissus sicyoides ): Cultivo e Sabedoria Popular 🌿 ​O interesse em torno do famoso "pé de insulina" ( Cissus sicyoides ou Cissus verticillata ) só cresce. Essa trepadeira rústica é presença garantida em quintais e hortas medicinais por todo o Brasil, sendo muito valorizada pela cultura popular e pelo conhecimento ancestral sobre as plantas do nosso cotidiano. ​Para compartilhar conteúdos sobre essa espécie de forma segura nas redes sociais, o segredo é manter o foco na botânica, no cultivo e na tradição do uso de ervas. ​ O que vale destacar sobre a planta: ​ Identificação e Espécie: Na botânica, o termo "pé de insulina" é um nome popular aplicado a diferentes trepadeiras. Identificar a folha correta antes de qualquer uso é o primeiro passo para o cultivo consciente. ​ Facilidade no Quintal: É uma planta extremamente forte, que se adapta muito bem a vasos grandes, cercas e treliças. Gosta de sol pleno ou meia-sombra e precisa de pouca manutenç...

TREPADEIRA ELEFANTE


A SEMENTE


ARGYREIA NERVOSA OU TREPADEIRA ELEFANTE

A trepadeira-elefante é uma trepadeira de textura semi-lenhosa, de raízes profundas e crescimento vigoroso, excelente para cobrir caramanchões. Sua ramagem é longa, alcançando cerca de 9 metros de altura. Os ramos são recobertos por uma fina lanugem, assim como a página inferior das folhas. Esta lanugem confere um toque aveludado e uma tonalidade prateada à planta. As folhas da trepadeira-elefante são grandes e cordiformes, de cor verde-escura a acinzentada.



Suas flores são campanuladas, rosa-arroxeadas e muito vistosas. A floração ocorre na primavera e verão. Os frutos surgem no outono e são decorativos, lenhosos, marrons, e em conjunto com as sépatas, também lenhosas, são conhecidos como rosas-de-madeira. As sementes são numerosas, amarronzadas e contêm substâncias alucinóginas e antiinflamatórias. Elas são utilizadas há milhares de anos em rituais espirituais e na medicina Ayurveda.
No paisagismo a trepadeira-elefante é indicada para cobrir estruturas médias e grandes, tais como pórticos, pérgolas e caramanchões. Nestes suportes ela oferece uma sombra fresca e agradável, com suas folhas enormes, bem ao estilo tropical. Também é apropriada para cercas e muros. Por seu porte naturalmente avantajado, não é indicada para vasos ou jardineiras, sob pena de se tornar raquítica e fraca. Devido à facilidade de propagação, esta espécie pode se tornar invasiva.
Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e periodicamente irrigado. Planta tipicamente tropical, aprecia o calor e a umidade. Não tolera frio intenso ou geadas. Multiplica-se facilmente por sementes ou por estaquia. A dormência das sementes pode ser quebrada deixando-as de molho em água por 12 antes do plantio. Germina em cerca de 30 dias.




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